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	<title>baconfrito &#187; Bíblia Nerd</title>
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		<title>Eu Sou a Lenda (Devir)</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 17:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Delamare</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não, não é parecido com o filme.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Não é novidade que “vampiros” estão na moda. Mas essa resenha de hoje nada tem a ver com esses vampiros que brilham no sol. Nada tem a ver com vampirinhos bonzinhos e “vegetarianos”. Essa resenha é uma história que resgata a tradicional lenda dos vampiros e a adapta ao mundo atual, tentando justificar todas as crenças com uma base científica. Lenda passa a ser ciência. Exceção passa a ser regra. Anormal transforma-se em normal. Tudo é relativizado.</p>
<p>Me afasto mais uma vez da <strong><a href="http://www.baconfrito.com/mais/livros/analfabetismo-funcional">Analfabetismo Funcional</a></strong> para recomendar uma excelente história em quadrinhos: <strong>Eu Sou a Lenda</strong>, adaptação do aclamando livro homônimo de <strong>Richard Matheson</strong>, de 1954, que também ganhou versão para o cinema, protagonizada por <strong>Will Smith</strong>.<span id="more-40759"></span></p>
<p>Primeiro quero dizer que não li o livro, mas, pelo que tenho percebido, a adaptação em HQ é bem mais fiel que o filme. No filme, o personagem central vive numa brincadeira de “gato e rato” com zumbis, enquanto na HQ e no livro, os vilões são os vampiros (na verdade são vampiros ao estilo dos zumbis de <strong>The Walking Dead</strong> &#8211; meio lentões e lerdos).</p>
<p>O enredo é óbvio: o personagem central – <strong>Robert Neville</strong> – por alguma razão é imune à “infecção” que causa o vampirismo, e aparentemente é um dos poucos sobreviventes do mundo. Vivendo isolado numa cidade, habitando uma casa-<em>bunker,</em> sobrevivendo com recursos de supermercados e afins. O tempo e a solidão o tornam um tanto ranziza e esquizofrênico, mas ele não desiste em estudar as razões e buscar uma solução para a doença que dizimou o mundo e sua família.</p>
<blockquote><p>Mas será que suas necessidades são mais chocantes do que as dos outros animais e homens? Será que seus feitos são mais ultrajantes do que os do pai que sugou o espírito do próprio filho? O vampiro pode disparar corações e arrepiar cabelos. Mas será que ele é pior do que o pai que deu à sociedade um filho neurótico que virou político?</p></blockquote>
<p>O diferencial dessa história é que ela tenta dar uma robusta base científica para o mito do vampiro. Ainda que seja, no fundo, falaciosa, as teorias e descobertas desenvolvidas pelo protagonista ao longo da história fazem algum sentido. Ele tenta entender o que causaria a contaminação: vírus, bactéria, parasita? &#8220;Por que os vampiros morrem com uma estaca de madeira no coração? Por que não resistem ao sol? Por que têm medo de cruz? Por que não suportam alho?&#8221; Enfim, ele encontra respostas pra tudo e o desfecho, apesar de um pouco óbvio tem algumas passagens e reflexões interessantes.</p>
<p>A adaptação foi feita por <strong>Steve Niles</strong> e conta com os expressivos desenhos são de <strong>Elman Brown</strong>. Prepare-se para bons momentos de suspense, diversão e reflexão.</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>Eu sou a lenda (Devir)</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/02/eu-sou-a-lenda.jpg" class="centro" alt=" " /><br />
<strong>I am legend</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 2010<br />
<strong>Arte:</strong> Elman Brown<br />
<strong>Roteiro:</strong> Steve Niles<br />
<strong>N&uacute;mero de P&aacute;ginas:</strong> 244<br />
<strong>Editora:</strong> Devir</div>
</div>
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		<title>Red (Wilsdtorm)</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 17:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guten</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recuperação Eletrônica de Dados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><small><em>Atenção: o texto a seguir está intencionalmente vago (E, com isso, quero dizer vago até mesmo para uma resenha). Devido ao enredo, qualquer informação extra pode ser considerada um spoiler de proporções titânicas. Aperte os cintos, a Bacon Airlines agradece a sua preferência e lhe deseja um bom vôo.</small></em><span id="more-38230"></span></p>
<p><strong>Frank Moses</strong>, um típico protagonista fodão de HQ, após anos de incansável trabalho para a <strong>CIA</strong>, resolve se aposentar. Após realizar todo o ordeal burocrático necessário para tal, ele, ao contrário de muita gente por aí, resolve trabalhar com &#8220;produtos estrangeiros&#8221; (Leia-se: &#8220;contrabando&#8221;). Afinal de contas, o que melhor você pode fazer quando tem montes de grana, muito tempo livre nas mãos e contatos numa das maiores e mais efeicientes agências governamentais do mundo? Para completar o clichê, Frank mora numa área completamente isolada, seus contatos humanos reduzidos ao mínimo necessário: Ligações telefônicas para a &#8220;laranja&#8221; dele e cartas para uma sobrinha que vive na Inglaterra. Adicione um gato, capangas inúteis a gosto e um plano maligno e tenha seu próprio vilão do <strong>James Bond</strong>.</p>
<p>Longe dali, <strong>Michael Bessley</strong>, novo diretor da CIA politicamente indicado, é levado para a <strong>Sala R</strong> como parte do ritual de iniciação do cargo. Lá, ele toma conhecimento da existência de Moses, e a extensão de tudo o que ele fez e faz na vida. Enojado pelo que viu (Tanga!), e com medo da reação pública caso qualquer um daqueles segredos vaze, ele ordena, obviamente, que nosso protagonista seja assassinado.</p>
<p>Como todo bom antagonista, Bessley subestima as capacidades de seu adversário (Provavelmente pensando no clichê de que aposentado passa o dia assistindo TV e comendo), e manda um time de meros três homens para dar cabo do coroa. Como esperado, os três assassinos morrem, e, para alegria de Moses, ainda deixam pistas que o levam a descobrir que sua cabeça foi posta a prêmio. Ao ligar para a laranja, descobre que ela foi &#8220;transferida&#8221;. Vendo que a situação encontra-se afro-descendente, ele informa à <strong>Agência</strong> que o status dele mudou de &#8220;verde&#8221; para &#8220;vermelho&#8221;, antes de sair para a caçada.</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>Red</h3>
<p><img src=http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/12/Warren_Ellis_Red_3_cover.jpg class="centro" alt=" " /><br />
<strong>Red</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 2003<br />
<strong>Arte:</strong> Cully Hamner<br />
<strong>Roteiro:</strong> Warren Ellis<br />
<strong>Editora:</strong>DC Comics (Selo Wildstorm)</div>
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		<title>Piratas do Tietê 1 e 2 (L&amp;PM Pocket)</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 17:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guten</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quinze homens no caixão do morto/IO-HO-HO, e uma... ah, danem-se.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O <strong>bacon</strong> é um site relativamente novo, tendo pouco menos de dois anos de existência; leitores mais antigos devem lembrar-se de nossa origem, como um embrião do hoje extinto <strong>Ato ou Efeito</strong> (Se você é novo por aqui e não sabe do que diabos estou falando, saiba mais <a href="http://baconfrito.com/sobre">aqui</a>), sendo meio que um gêmeo fraterno do <a href="http://sakecomsal.com.br/"><strong>Sake com Sal</strong></a>. Porém, poucos sabem (Ou sabiam) que o AoE, antigo quartel-general da <a href="http://www.ololco.com"><strong>OLOLCO Corp.</strong></a> era móvel. Construído a partir dos destroços do <strong>Bismark</strong>, o Chow-Chower era o navio pirata mais temido na costa sul do Gabão, pilhando aldeias atrás de álcool e salame de zebra.</p>
<p>Com a intenção de manter vivos os piratas incrustados em nossas mentes porcas, e tudo de ruim que eles representam, apresento-lhes&#8230; Os <strong>Piratas do Tietê</strong>!<span id="more-36385"></span></p>
<p>Apesar de extremamente estereotípica (Ou, mais precisamente, devido a isso), as tirinhas são hilárias. Ah, esqueci de mencionar? Os dois livros são coletâneas de tiras, de três ou quatro quadros. Não esperem grandes histórias se desenvolvendo, subenredos ou coisas do tipo. Existem algumas tiras seriadas, como <strong>Rabeléia</strong> e os <strong>Piratas, Piratas Baby!</strong> e <strong>Sindirata</strong>, entre outras. As coletâneas de Piratas do Tietê são material para se ler despreocupadamente, enquanto se espera que a sua gordinha termine de se arrumar, ou em situações semelhantes.</p>
<p>Os personagens? Bem, são centenas, mas só uma dúzia, recorrente, é realmente importante. <strong>Capitão</strong>, que, obviamente, comanda o navio dos Piratas do Tietê; se destaca (Ou, no caso, não) por ter um tapa-olho, perna de pau, barba grande, argolas de ouro nas orelhas e um chapéu de corsário (E, vez por outra, um papagaio no ombro). Outros personagens são <strong>Jack</strong>, o contramestre; <strong>Rozy</strong>, a filha do Capitão; <strong>Aníbal</strong>, O Conquistador; <strong>Morte</strong>; <strong>Filipe</strong>, O Sanguinário; o <strong>Jacaré do Tietê</strong>, e, finalmente, <strong>Silver Joe</strong>, caçador de piratas e sua filha <strong>Graziela</strong>, louca pelos mesmos.</p>
<p>A maioria das tiras, mesmo seguindo a alma anárquica da pirataria, possui, por trás do sexo, álcool, violência, crimes, atrocidades <em><a href="http://www.morroida.com.br/dia-del-portunhol-en-lo-2010/">e otras cositas más</a></em>, críticas à sociedade e ao nosso modo de vida, incentivando-nos a levar uma vida mais despreocupada e hedonista.</p>
<p>Tá esperando o quê aí, grumete? Traga logo minha cuba libre e corra pra comprar sua edição antes que eu enfie uma espada na tua garganta, ou algo do tipo. ARRRRRRR. E aproveita a viagem pra passar na <a href="http://baconfrito.com/recomendo-a-ilha-do-tesouro-r-l-stevenson.html"><strong>Ilha do Tesouro</strong></a>, verme maldito!</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>Piratas do Tietê, Vols. 1 e 2</h3>
<p><img src=http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/10/Piratas-1-e-2.jpg class="centro" alt=" " /><br />
<strong>Piratas do Tietê-A escória em quadrinhos; Piratas do Tietê 2-Histórias de pavio curto</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 2007<br />
<strong>Arte:</strong> Laerte Coutinho<br />
<strong>Roteiro:</strong> Laerte Coutinho<br />
<strong>N&uacute;mero de P&aacute;ginas:</strong> 111;127<br />
<strong>Editora:</strong>L&#038;PM</div>
</div>
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		<title>Love and Rockets (Fantagraphics)</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 12:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guten</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma combinação explosiva! [/narrador da Sessão da Tarde]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Love and Rockets</strong> contém um conjunto de narrativas contínuas, pertencentes a dois grandes grupos: <strong>Palomar</strong>, da autoria de <strong>Gilbert Hernandez</strong>, e <strong>Hoppers 13</strong> (Também conhecida por <strong>Locas</strong>) da autoria de <strong>Jaime Hernandez</strong> (Sim, eles são irmãos). Além destas, contém também diversas histórias isoladas curtas, anedotas, contos surrealistas, entre outras coisas.<span id="more-35327"></span></p>
<p>Palomar conta a história épica dos habitantes de uma vila ficcional com esse nome, situada em algum lugar não identificado na América do Sul. Estas vibrantes personagens e os eventos fantásticos que lhes ocorrem, podem de alguma forma ser comparados ao Realismo Mágico, o estilo literário popularizado por autores como <strong>Gabriel García Márquez</strong>. Este grupo narrativo da série é por vezes referido como <strong>Heartbreak Soup</strong> (Sopa dos Corações Partidos), que é o título da primeira história de todas passada em Palomar.</p>
<p>Hoppers 13 (Hoppers, ou Huerta, é uma cidade ficcional baseada na cidade natal dos irmãos Hernandez, de nome Oxnard, na Califórnia) segue pelo mundo um grupo de personagens latino-americanas, desde a adolescência, nos primeiros anos da cena punk na californiana, até a atualidade. O estilo de Jaime é intensamente realista e mais cru que o de Gilbert. Duas membros memoráveis do elenco de Hoppers são <strong>Margarita Luisa &#8220;Maggie&#8221; Chascarrillo</strong> e <strong>Esperanza &#8220;Hopey&#8221; Leticia Glass</strong>, cujo romance, feito de constantes separações e reaproximações, é o centro de muitas das linhas narrativas de Hoppers 13. Este grupo narrativo é também por vezes referido como Locas (&#8220;Loucas&#8221; em espanhol, como todo bom entendedor de portunhol já entendeu), referindo-se à enormidade de personagens retratadas.</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>Love and Rockets</h3>
<p><img src=http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/09/lr.jpg class="centro" alt=" " /><br />
<strong>Love and Rockets</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 1982<br />
<strong>Arte:</strong> Gilbert, Jaime e Mario Hernandez<br />
<strong>Roteiro:</strong> Gilbert, Jaime e Mario Hernandez<br />
<strong>Editora:</strong> Fantagraphics</div>
</div>
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		<item>
		<title>Watchmen e a revolução das HQs</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/watchmen-e-a-revolucao-das-hqs.html</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 18:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guten</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hello darkness my old friend... I've come to talk with you again...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Watchmen</strong>. Uma das minhas HQs prediletas, a qual eu vivo propagandeando e elogiando nas minhas colunas, junto com mais meia dúzia de congêneres. Possui um roteiro bem-feito, sem pontas soltas, uma história agradável e, em sua maior parte, crível e bem construída (Com a exceção do clímax. A adaptação para as telonas teve um final melhor, em minha nada modesta opinião). A arte é agradavelmente detalhada e bem feita.</p>
<p>Mas, não foi a arte, sozinha, que consagrou Watchmen como uma das melhores HQs do mundo, como um farol ao qual todas as histórias deveriam usar como guia. O que transformou Watchmen num fenômeno de crítica foi a visão realista dos personagens.<span id="more-34868"></span></p>
<p>O <strong>Coruja</strong> é um nerd gordo, covarde, com pouca &#8220;atitude&#8221;. <strong>Rorschach</strong> é um maníaco psicopata que não toma banho ou permite intimidades maiores que uma &#8220;relação de trabalho&#8221; doentia. <strong>Dr. Manhattan</strong> é a versão azul, pelada e autista de <strong>Nikola Tesla</strong>. <strong>Espectral</strong>, uma garota que não sabe o que quer da vida, dominada pela vontade de satisfazer os desejos da mãe. <strong>Comediante</strong>? Um psicótico pior que Rorschach, mas preferiu o caminho dos <em>bon vivants</em> às sarjetas sangrentas. <strong>Ozymandias</strong> é outro excêntrico (Lembrem-se, ricos não são malucos) que quer ferrar com tudo. E eu só falei da segunda (E última) geração de vigilantes.</p>
<p>Foi justamente essa localização dos personagens num plano mais realista de personalidade que levou Watchmen ao ápice das HQs. As pessoas gostaram de se identificar, ao menos parcialmente, com os personagens. A esmagadora maioria dos heróis de HQs à época se encaixava naquele irritante e clássico perfil: O cara cheio de ideais, leal à sua moral e ética próprias, detentor de um caráter puro, bom e sincero o suficiente para fazer <strong>Freud</strong> vomitar de nojo. Em Watchmen, abundam as falhas de caráter, amoralidade e imoralidade, crimes (E tentativas de crimes) impunes, sangue, enfim, tudo que o pessoal gosta.</p>
<p>Mas, Watchmen realmente causou toda essa revolução?</p>
<p>Quando a &#8220;<em>opus magnum</em>&#8221; de <strong>Alan Moore</strong> começou seu caminho rumo à fama, sucesso e nerds maníacos, a <strong>Marvel</strong> já tinha quase 50 aninhos de idade. Quem conhece a Casa das Idéias, sabe que ela, ao contrário da DC, tem o costume de prezar mais o personagem sob a máscara do que o herói em si. O que interessa em <strong>X-Men</strong> não é <strong>Ciclope</strong>, <strong>Psylocke</strong> e <strong>Wolverine</strong> quebrando tudo na porrada, mas os conflitos pessoais de <strong>Scott Summers</strong>, <strong>Elizabeth Braddock</strong> e <strong>James Howlett</strong>/<strong>Logan</strong>. O foco das histórias do <strong>Homem-Aranha</strong> não é o Aranha em si, mas os problemas da vida de <strong>Peter Parker</strong>.</p>
<p>E, quem é o foco de Watchmen? Os heróis, com suas parafernálias, habilidades de luta, idealismos (Mesmo que distorcidos em alguns casos)? Não. Apesar de, assim como em boa parte das outras HQ, a parte de &#8220;vamos impedir o vilão e salvar o mundo&#8221; estar presente, o foco é nos personagens sob a máscara. Qual a revolução nisso? Qual a grande virada em fazer algo que já era feito há quase meio século? Nenhuma.</p>
<p>Watchmen inovou, sim, mas não ao focar no indivíduo ao invés do herói, ou mostrar heróis verdadeiramente humanos, sem poder algum. A grande mudança foi&#8230; foi&#8230; foi o quê, mesmo?</p>
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		<title>Namor &#8211; As Profundezas (Marvel)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 12:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Delamare</dc:creator>
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		<description><![CDATA[HQ de responsa!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Essa semana a coluna <strong><a href="http://baconfrito.com/mais/livros/analfabetismo-funcional">Analfabetismo Funcional</a></strong> entra de férias, porque vou falar sobre HQ. Antes, porém, deixo registrado que, para mim, histórias em quadrinhos (Em sentido amplo) são enquadrados como <strong>literatura</strong>,assim como qualquer livro (Até mais que muito livrinho por aí&#8230;), mas isso é assunto pra outro artigo.<span id="more-33984"></span></p>
<p>Então, vamos direto ao ponto: <strong>Namor – As profundezas</strong> é um encadernado da <strong>Panini Books</strong>, integrante da coleção <strong>Marvel Knights</strong>, escrito por <strong>Peter Milligan</strong>, com arte de <strong>Esad Ribic</strong>. O enredo é sombrio e, em alguns trechos, até macabro. O suspense é daqueles que arrepiam os pêlos do braço e deixam as mãos do leitor grudadas às páginas até o fim da história. Pra completar, mistura história (Início do século XX) com ficção, ciências com mitologia, além de ter alguns trechos bem sangrentos, ao melhor estilo <strong>Sin City</strong>.</p>
<p>O cético cientista (Perdoe-me o pleonasmo), professor <strong>Randolph Stein</strong>, famoso por suas expedições épicas que exploram lugares lendários e derrubam mitos como o do “Abominável Homem das Neves”, é o protagonista dessa ficção que trabalha com o velho conflito entre razão e emoção. Uma expedição de submarino bancada por um milionário, que buscava localizar a perdida “Atlântida”, está desaparecida. Suspeita-se que algo terrível tenha acontecido com a tripulação: <strong>Namor</strong> – o deus guardião de Atlântida – pode ter atacado todos a bordo do submarino. O lado bom disso tudo é que, se isso realmente aconteceu, provavelmente eles haviam se aproximado do seu objetivo, a cidade mitológica.</p>
<p>Toca ao grande explorador Stein a missão de localizar e resgatar a tripulação. Para ele, o estímulo é duplo. Em primeiro lugar, ele vai receber uma boa grana por isso tudo. Além disso, é a oportunidade que ele tem de desmistificar e fazer cair por terra mais essa lenda, que insiste em não sair da mente das pessoas. Evidente que a viagem não seria tão simples quanto ele esperava&#8230; Sua tripulação é composta por homens competentes e capazes, mas de todos tipos e crendas. Todos conhecem muito bem o mar e como lidar com ele, mas ao mesmo tempo são cheios de superstições e histórias inacreditáveis para contar. Falam, por exemplo, que quando o submarino atinge certa profundidade, os seres humanos começam a ter alucinações e comportar-se de maneira estranha. Também defendem o mito do deus Namor, que seria responsável por impedir que Atlântida fosse localizada. </p>
<p>Eis que a expedição começa a mudar seu rumo no momento em que um marinheiro alega ter visto Namor rondando o submarino. É a oportunidade perfeita para o cientista-explorador provar àqueles tolos que aquilo tudo não passava de uma lenda boba&#8230; Será? (Música de suspense <em>à lá</em> Hitchcock) Muitas águas (Literalmente) e muito sangue rolam no desenvolvimento da trama. Eu me calo por aqui pra não me empolgar e isso aqui virar um <em>spoiler</em>. Recomendadíssimo!</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>Namor &#8211; As Profundezas</h3>
<p><img src="http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/08/namor.jpg" class="centro" alt=" " /><br />
<strong>Sub-Mariner: The Depths</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 2010<br />
<strong>Arte:</strong> Esad Ribib<br />
<strong>Roteiro:</strong> Peter Milligan<br />
<strong>N&uacute;mero de P&aacute;ginas:</strong> 126<br />
<strong>Editora:</strong> Marvel (Panini Books)</div>
</div>
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		<title>O Analista de Bagé (L&amp;PM)</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 15:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guten</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Analista de Bagé]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Vasques]]></category>
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		<category><![CDATA[Luís Fernando Veríssimo]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto a seguir é de conteúdo humorístico, e não deve ser levado a sério.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Estereótipos, como todos aqui devem saber, são uma parte inseparável do humor. Eles podem ser atribuídos a qualquer grupo de pessoas que possa, de algum modo, ser diferenciado/catalogado dos outros por alguma característica mais aparente. Alguns estereótipos, como o comumente associado aos nerds, possuem fundamento (Anti-social, pálido e viciado em informação); outros, como o da loura (Burra e, por vezes, promíscua) não possuem nada no qual se apoiar.</p>
<p>No Brasil, os estereótipos mais comuns são aqueles associados a regiões/estados: O cearense vive na seca, comendo calango com farinha; o paraibano é o cearense &#8220;cabra-macho sim senhor&#8221;; o baiano e o mineiro são preguiçosos; o nortista, índio. O carioca é malandro, o mato-grossense é um corno cantor de sertanejo, o acreano não existe e o gaúcho o que é? Bicha!<span id="more-32282"></span></p>
<p><strong>Luís Fernando Veríssimo</strong>, como todo bom gaúcho, quer tirar o dele dessa reta. A diferença é que, ao invés de simplesmente desaparecer numa nuvem de purpurina, ele resolveu encarar o problema de frente e, como sempre, com bom humor. Abordando a regra de que toda regra tem uma exceção, Veríssimo, sem deixar de lado o estereótipo do gaúcho gay, cria um &#8220;pólo de resistência&#8221;: A cidade de Bagé, o último bastião de resistência da macheza no Rio Grande do Sul. Mas, como diz o próprio autor na abertura do livro, &#8220;certas cidades não conseguem se livrar da reputação injusta que, de alguma forma, possuem. Algumas das pessoas mais sensíveis e menos grossas que eu conheço vêm de Bagé, assim como algumas das menos afetadas são de Pelotas&#8221;, implicando que nada daquilo é para ser levado a sério.</p>
<p>Quanto ao roteiro, falar do livro é falar da adaptação dos quadrinhos; um não se diferencia do outro. Até detalhes do livro estão lá: Lindaura, a recepcionista eclética, o Freud entalhado em imbuia e o divã coberto por um pelego. Como a adaptação é curtinha, várias histórias ficaram de fora, mas isso não diminui a qualidade da obra.</p>
<p>O Analista se declara &#8220;mais ortodoxo que pastilha Valda e Caixa de Maizena&#8221;, &#8220;Freudiano barbaridade&#8221;. Isso, porém, não o impede de adotar e criar novas técnicas de tratamento, como o famoso joelhaço. Seu divã é recoberto por um pelego, atende os pacientes de bombacha, toma chimarrão durante as consultas e sua maior fonte de consultas são as máximas de Adão, seu pai, guardadas dentro de um livro de Freud. Ele e seus pacientes são estereótipos vivos. O Analista, um machão casca-grossa; os pacientes, caracterizados de acordo com seus problemas mentais. E a obra, olhem só, são as conversas entre o nosso Protagonista e seus clientes problemáticos.</p>
<p>A arte, em preto e branco, é feita por <strong>Edgar Vasques</strong>, agradavelmente detalhada (Especialmente para os fins cômicos) e sem muitas frescuras. O Analista de Bagé, apesar de curto, é para mim uma obra de grande valor; primeiro, por ser nacional; segundo, por ser autoria de dois grandes exponentes culturais (Veríssimo e Vasques); terceiro, por ter a coragem de mexer com humor estereotípico sem medo de críticas (Se bem que é um gaúcho falando de gaúchos, então&#8230;). Te levanta do pelego e vai atrás dessa obra, tchê!</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>O Analista de Bagé</h3>
<p><img src=http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/07/a_bagé.jpg class="centro" alt=" " /><br />
<strong>O Analista de Bagé</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 1983<br />
<strong>Arte:</strong> Edgar Vasques<br />
<strong>Roteiro:</strong> Luís Fernando Veríssimo<br />
<strong>Editora:</strong>L&#038;PM</div>
</div>
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		<title>A Liga Extraordinária, Volume II (America&#8217;s Best Comics)</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 18:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guten</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[A Liga Extraordinária]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Cyberpunk]]></category>
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		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin O'Neill]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Traição]]></category>
		<category><![CDATA[Wildstorm]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que algum dia vão adaptar ALE pro cinema? Afinal de contas, é uma obra excelente E NUNCA FOI ADAPTADA ANTES, TRALALALA NÃO ESTOU OUVINDO VOCÊ!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Há muito, muito tempo atrás, na aurora do tempo, havia um colunista do AOE, conhecido pela alcunha de <strong><a href="http://sakecomsal.com.br/">Black</a></strong>. Induzido por overdoses de benflogin e salame de chow-chow, ele resenhou <a href=http://baconfrito.com/overdose-adaptacoes-a-liga-extraordinaria-vertigo.html>o primeiro volume d&#8217;<strong>A Liga Extraordinária</strong></a>. Depois de tantos anos, no entanto, ninguém cumpriu seu legado de resenhar o resto da obra, o que o levou ao suicídio. Hoje, seu fantasma assombra a OLOLCO Corp., <a href=http://www.sakecomsal.com.br>arrastando tentáculos e gemendo &#8220;Dattebayo&#8221;</a> pelos corredores. Para nos livrar desse incômodo fantasma, cumprirei seu legado e resenharei o segundo volume d&#8217;A Liga Extraordinária.<span id="more-31337"></span></p>
<p>Como vocês devem saber, a Liga é composta por personagens ficcionais da literatura: <strong>Allan Quatermain</strong> (<strong>As Minas do Rei Salomão</strong>, de <strong>Henry Rider Haggard</strong>), <strong>Dr. Jekyll</strong>/<strong>Mr. Hyde</strong> (<strong>O Médico e o Monstro</strong>, de <strong>Robert Louis Stevenson</strong>), <strong>Capitão Nemo</strong> (<strong>20.000 Léguas Submarinas</strong>, do mestre <strong>Júlio Verne</strong>), <strong>Mina Harker</strong> (<strong>Drácula</strong>, de <strong>Bram Stoker</strong>) e <s><strong>Stewie</strong></s> <strong>Hawley Griffin</strong> (<strong>O Homem Invisível</strong>, de <strong>H. G. Wells</strong>). E, como no volume anterior, o roteiro baseia-se numa obra de H. G. Wells. Se o <strong>Volume I</strong> usava <strong>O Primeiro Homem na Lua</strong> como base de roteiro, aqui, esse papel vai para <strong>Guerra dos Mundos</strong> &#8211; e, por favor, esqueçam aquele filminho com <strong>Tom Cruise</strong>.</p>
<p>Nesse segundo volume, as coisas esquentam MUITO. Se, durante o primeiro volume, a ação era focada na resolução de um roubo/furto e numa guerra civil no centro de Londres, aqui a coisa desgringola de vez: A Terra está sendo invadida por uma raça alienígena desconhecida, fugida de Marte (Apesar de não ser nativa de lá). Ao analisar os invasores, descobre-se que, devido à gravidade terrestre, estes não podem se mover, o que os torna inofensivos sacos de gosma inerte, certo? Claro que não! Mesmo nesse estado enfraquecido, eles ainda possuem seus raios térmicos, e carbonizarão qualquer um que ouse se aproximar. Com a área ao redor evacuada, os aliens constroem, em uma noite, os famosos tripóides, que começam a espalhar o caos pela boa e velha Inglaterra.</p>
<p>Enquanto os tripóides são construídos, Hawley Griffin trai a Liga, se aliando aos ETs. Allan e Mina viajam sozinhos, buscando um cientista/cirurgião que possui a solução para os problemas do mundo. Griffin ajuda a sabotar o Náutilus, e Londres inteira vira um campo de guerra. Qualquer coisa a partir daqui é spoiler, mas teremos ainda a morte de dois personagens principais.</p>
<p>Nesse volume, boa parte dos personagens evolui de modo espantoso. Quatermain e Mina finalmente deixam de briguinhas e começam a se pegar; Mr. Hyde, aos poucos, vai se tornando menos bruto e selvagem, e tem grande exposição na história (Ao contrário de Jekyll, que só aparece uns poucos instantes). Griffin continua a mesma coisa de sempre: Mesquinho, furtivo e covarde, e, agora, um traidor (O que eu considero um retrocesso, uma vez que ele foi o salvador da pátria no primeiro volume); e Nemo&#8230; bom, quando você chega ao topo, não tem mais para onde ir, e é isso que acontece com Nemo, que continua tão soberbo, altivo e enojado da humanidade quanto antes.</p>
<p>A arte, como vocês já devem saber, é colorida, bem detalhada e, de modo geral, inspirada num tema meio cyberpunk, quando possível. Uma vez que o roteiro é do Alan Moore, vocês podem ter a certeza de uma boa história. Ao final da história principal, ainda há material adicional sobre a Liga e o mundo da mesma, em formato de almanaque. Esqueçam o filme, comprem a HQ e divirtam-se!</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>A Liga Extraordinária, Volume II</h3>
<p><img src=http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/06/League_of_Extraordinary_Gentleman_volume_2_cover.jpg class="centro" alt=" " /><br />
<strong>The League of Extraordinary Gentlemen, Volume II</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 2002<br />
<strong>Arte:</strong> Kevin O&#8217;Neill<br />
<strong>Roteiro:</strong> Alan Moore<br />
<strong>N&uacute;mero de P&aacute;ginas:</strong> 233<br />
<strong>Editora:</strong> DC Comics (Selo Wildstorm)</div>
</div>
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		<title>The Exterminators (Vertigo)</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 18:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guten</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Barata]]></category>
		<category><![CDATA[Dedetizador]]></category>
		<category><![CDATA[Inseticida]]></category>
		<category><![CDATA[Simon Oliver]]></category>
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		<category><![CDATA[Tony Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Vertigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Who ya gonna call?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Você aí, leitor solteiro, que mora sozinho, me responda uma coisa sinceramente: Em que estado de limpeza está sua casa/apartamento/quitinete? Provavelmente, o chão está juncado de embalagens de barras de cereal, batatas fritas industrializadas, pacotes de biscoito e caixas de CD. Em cima da mesa, uma profusão de latas e garrafas de todo tipo de bebida. Na cozinha, pilhas e mais pilhas de caixas de pizza, <em>hot pockets</em> (Como você consegue comer isso?), cascas de ovos e, claro, as onipresentes e indefectíveis embalagens de miojo. Sim, eu sei que você é um relaxado. Mas, sabe quem adora essa sua falta de organização e limpeza? Não, não sou eu. São artrópodes, da classe dos insetos, geralmente pequenos, marrons e com uma predileção por locais quentes e úmidos: As baratas.<span id="more-29779"></span></p>
<p>Você, em algum momento da sua vida, já lidou com elas. Em casos mais extremos, foi necessária a interferência de um dedetizador para evitar que você se tornasse um <a href="http://www.imdb.pt/title/tt0116707/">Joe</a>. E <strong>The Exterminators</strong> é justamente uma HQ sobre&#8230; dedetizadores.</p>
<p><img src=http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/04/179265-wutlolski_large.jpg class="centro" alt=" " /></p>
<p>Bom, obviamente não o tipo de dedetizador que vemos normalmente por aí, que simplesmente entopem sua casa de inseticidas potencialmente cancerígenos por uma semana e cobram os olhos da cara por isso. Em The Exterminators, o buraco é mais embaixo.</p>
<p>Tudo começa quando uma empresa, a <strong>Indústrias Ocran</strong>, desenvolve um novo inseticida, chamado <strong>Draxx</strong>. Até aí, nada de incomum. O problema começa quando <strong>AJ</strong>, um funcionário da empresa de dedetização <strong>Bug-Be-Gone</strong>, morre por&#8230; overdose de Draxx. É isso aí, o inseticida também servia como dorga. Então, numa dessas investigações paralelas que protagonistas adoram fazer para irritar a polícia, os colegas do &#8220;defunto&#8221; descobrem que, além de matar insetos e servir como entorpecente, o maldito inseticida ainda é um poderoso agente de mutação genética, fazendo com que as baratas pulem vários estágios evolutivos.</p>
<p>Lembra do AJ, o cara que morreu de overdose no parágrafo acima? Bom, ele não está REALMENTE morto em termos puramente fisiológicos. Ele agora se chama CJ e é, na verdade, um faraó reencarnado adorador de insetos. CJ, então, mata um dos empregados da Bug-Be-Gone para provar seu poder e ser aceito pelas baratas, agora inteligentes e violentas.</p>
<p>Sim, o parágrafo acima não faz o menor sentido, e olha que isso é só o começo da história. Ainda temos frutas de Madagascar como um meio de destruição do mundo e explicações malucas para o fim da civilização Maia, não achem que o faraó entomófilo é o pior que tem na história. Ainda vai haver uma guerra secreta, nos esgotos, entre as <s>Tartarugas Ninja</s> baratas mutantes e a Bug-Be-Gone. E, como isso é a base do argumento, qualquer coisa que eu disser a partir daqui é spoiler, vamos mudar de assunto.</p>
<p>The Exterminators é uma ótima HQ. A história é original (Apesar de lembrar um pouco a de Matrix), se desenvolve de modo incrivelmente <em>nonsense</em>, apesar de ainda fazer sentido, e é extremamente divertida. A arte, colorida, é limpa e agradável. Essa é uma HQ de respeito, e se você deixar de lê-la (Ou fizer isso enquanto as baratas do seu quarto estiverem olhando), garanto que essa vai ser uma coisa para se arrepender.</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>The Exterminators</h3>
<p><img src=http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/04/250px-The_Exterminators_1.jpg class="centro" alt=" " /><br />
<strong>The Exterminators</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 2006<br />
<strong>Arte:</strong> Tony Moore<br />
<strong>Roteiro:</strong> Simon Oliver<br />
<strong>Editora:</strong> Vertigo</div>
</div>
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		<title>Delírios Cotidianos (L&amp;PM Editores)</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/delirios-cotidianos-lpm-editores.html</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 15:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guten</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Bêbado]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Bukowski]]></category>
		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[Loser]]></category>
		<category><![CDATA[Matthias Schultheiss]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Não, não vou falar das bibliotecárias ruivas que habitam meus sonhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Charles Bukowski</strong>, apesar de não ser muito famoso, tem lá seu considerável quinhão de admiradores devido ao seu estilo narrativo, que denominarei realismo realisticamente escroto. Vocês, adoradores de Hollywood (Ou Bollywood, sei lá) e conhecedores de cultura estadunidense em geral, devem conhecer o termo <em>loser</em>, que, basicamente, serve para designar aquelas pessoas cuja maior realização na vida é comprovar a existência da atração gravitacional e da impenetrabilidade dos corpos, entre outros princípios da física que você não se lembra por estar conversando com o colega na carteira ao lado. Ou seja, um zé ninguém.<span id="more-27973"></span></p>
<p>Bukowski, na maior parte de sua vida, foi um <em>loser</em> sem par. Alcoólatra, brigão, sem emprego ou objetivo e vagabundo, resolveu escrever por odiar trabalhos braçais. Todas as suas obras (Romances, contos, poesia) são praticamente autobiográficas, retratando vários aspectos das vidas dos <em>losers</em> estadunidenses das gerações de 1950 a 1970. Como nos US of A, e no mundo em geral, os jovens estavam apáticos e adotando um estilo de vida como o de Bukowski, regado a quantidades cavalares de álcool, prostituição, vagabundagem e inconsequência, as obras do mestre foram se tornando famosas. Como a juventude conseguia se identificar nos contos, Bukowski foi ganhando status na comunidade literária, se tornando um autor <em>cult</em>.</p>
<p>Em <strong>Delírios Cotidianos</strong>, são mostradas as versões quadrinizadas de oito contos de Bukowski, <strong>Dois bêbados</strong>, <strong>Kid Foguete no matadouro</strong>, <strong>Os assassinos</strong>, <strong>A puta de 135 quilos</strong>, <strong>Mamãe bunduda</strong>, <strong>Henry Beckett</strong>, <strong>N. York, 95 cents ao dia</strong> e <strong>Um trabalho em New Orleans</strong>. Todos eles textos sem frescura, que mostram, sem pudores, palavrões, sexo, consumo de drogas lícitas e ilícitas, desemprego e bebedeiras. Se Bukowski já não tinha problemas em escrever, sem frescuras, sobre todas as mazelas do mundo (E isso na década de 50), Matthias Schultheiss, o ilustrador da bagaça, teve menos problemas ainda com a adaptação do texto para a parte gráfica.</p>
<p>A arte, toda em preto e branco, é incrivelmente detalhada, mas pode ficar um tanto confusa em cenas com muita gente ou em ambientes urbanos, mas, fora isso, é uma obra excelente. Apesar de roteirizada e ilustrada por estrangeiros (Alemães, para ser mais exato), a obra é de idealização nacional, tendo surgido na década de 80, enquanto Bukowski (Ô nomezinho chato de se escrever) ainda estava vivo. Recomendo a leitura.</p>
<p>E, para que os politicamente corretos não venham me encher o saco: Não recomendável para menores de 18 anos, blá blá blá whiskas sachet&#8230;</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>Delírios Cotidianos</h3>
<p><img src=http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/03/bukowski-del-cotid.jpg class="centro" alt=" " /><br />
<strong>Delírios Cotidianos</strong><br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 2008<br />
<strong>Arte:</strong> Matthias Schultheiss<br />
<strong>Roteiro:</strong> Charles Bukowski<br />
<strong>N&uacute;mero de P&aacute;ginas:</strong> 150<br />
<strong>Editora:</strong> L&#038;PM Editores</div>
</div>
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