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	<title>baconfrito &#187; Games</title>
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		<title>Abobo&#8217;s Big Adventure &#8211; Plataforma</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 10:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogaí]]></category>
		<category><![CDATA[Abobo's Big Adventure]]></category>
		<category><![CDATA[NES]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma]]></category>

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		<description><![CDATA[Nostalgiando nas internets.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Esse jogo já saiu faz umas semanas, mas é algo tão espetacular que precisava passar por aqui. Eu poderia tentar convencê-los disso por horas, mas a descrição do site oficial já faz esse trabalho com apenas uma frase. A grande aventura de <strong>Abobo</strong> é simplesmente o tributo definitivo ao <strong>NES</strong>.<span id="more-53436"></span></p>
<p><a target='blank' href="http://abobosbigadventure.com/fullgame.php"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/abobo.jpg" class="centro" alt=" " /></a></p>
<p>Pro bando de aluno criado a leite com pêra que não sabe, o NES, popularmente conhecido como <strong>Nintendo Entertainment System</strong> (Ou o contrário) e mais popularmente conhecido ainda como <strong>Nintedinho</strong>, foi um console da <strong>Nintendo</strong> [<em>Nota do editor: No shit, Sherlock</em>] que chegou aqui no início dos anos 90 e imortalizou as franquias mais clássicas popularizadas pela empresa <s>mesmo que eu sempre tenha preferido a <strong>SEGA</strong></s>.</p>
<p>E o <strong>Abobo&#8217;s Big Adventure</strong> faz justamente isso, cada um dos 8 níveis emula um sucesso do NES, começando pelo <strong>Double Dragon</strong>, passando pelo <strong>Zelda</strong> e indo até o <strong>Super Mario</strong>. Mas o legal mesmo é que o game permanece fiel a jogabilidade da época (Com controles mais responsivos, checkpoints, e tudo mais, claro). Tipo, lá ia eu jogar o nível do <strong>Contra</strong> como num jogo em flash comum, avançando de boa, quando levo um tiro e *PÁ*, morri. Porra, é muito foda lembrar de como a dificuldade dos games era superior naquela época. E no nível do <strong>Mega Man</strong> então, nem se fala&#8230; Mas é só se reacostumar que fica tudo bem de novo. E de quebra a história toda é engraçada bagarai, cheia de referências a todo o universo gamístico.</p>
<p>Os controles consistem nas setas e nas letras A e S, que além de controlar o personagem, tem o efeito colateral de te teletransportar pra 15 anos no passado.</p>
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		<title>Entrevista com Guilherme Moraes da RetroPunk Games</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias - Games]]></category>
		<category><![CDATA[RetroPunk]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Watch and learn.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Tempos atrás o <strong>Pizurk</strong> fez uma entrevista com o <strong>Guilherme Moraes</strong>, dono, fundador e <s>pimp</s> chefe da <a href="http://portal.retropunk.net/"><strong>RetroPunk Game Design</strong></a>, uma editora de <strong>RPG</strong> indie brasileira. Sim, eu sei que falar &#8220;indie&#8221; e &#8220;brasileira&#8221; numa mesma frase deixa a galera com o pé atrás (Como se &#8220;RPG&#8221; já nas bastasse pra isso), mas vamos por partes.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/orpgemsaladeaula.png" class="centro" alt=" " />Que absurdo!!! Como cês podem pensar uma coisa dessas?!</div>
<p><span id="more-50056"></span></p>
<p></br></p>
<h3>Olá, Guilherme. Gostaria que você fizesse uma apresentação básica, pros leitores terem uma ideia de com quem eu estou falando.</h3>
<blockquote><p>Não há muito o que falar sobre mim. Sou apenas mais um filósofo entre tantos jogadores de RPG (Há quase 20 anos) e que sempre teve interesse em trabalhar com o RPG. Felizmente, as estrelas se alinharam e em 2009 começamos nossas atividades para, em 2010, fundarmos de vez a RetroPunk publicações.</p>
<p>Nosso objetivo é simples: Oferecer material bacana que poucos conhecem e que fogem do padrão das grandes editoras nacionais.</p></blockquote>
<h3>E você toca a RetroPunk sozinho ou tem mais gente trabalhando contigo ae?</h3>
<blockquote><p>A RetroPunk nasceu comigo e levei meu irmão comigo. Enquanto eu sou fundador/dono da editora, ele é responsável pela linha <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/204"><strong>Rastro de Cthulhu</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Então, Rastro de Chtulhu é jogo que usa o sistema <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/203"><strong>GUMSHOE</strong></a>, que é bem simples até. É voltado pro suspense, terror e exploração, bem na linha do <strong>Lovecraft</strong> mesmo. A RP já publicou outras aventuras pra Rastros de Chtulhu, como <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/437">essa</a> e <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/303">essa</a>.</p>
<h3>E vocês são mais focados em traduzir sistemas de língua estrangeira ou preferem fomentar a criação nacional?</h3>
<blockquote><p>Então, nosso plano era trabalhar com o sistema <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/207"><strong>Savage Worlds</strong></a>. Tudo começou com ele. Devido a algumas imposições da editora estadosunidense, começamos a procurar outras licenças para criar portfólio. Conseguimos a linha GUMSHOE (Rastro de Cthulhu) e depois alguns livros da <a href="http://www.evilhat.com/home/"><strong>Evil Hat</strong></a> (Como <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/355"><strong>Diáspora</strong></a>) e hoje já contamos com mais de 10 licenças.</p>
<p>Nosso intuito é publicar material nacional também, desde que se enquadre em nossa política, como é o caso de <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/454"><strong>Terra Devastada</strong></a> e <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/309"><strong>Reino de Bundhamidão</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Porra, vamos por partes. Savage Worlds é um sistema de jogo que pode ser adaptado para praticamente qualquer tipo de aventura, seja a clássica, com magos, bárbaros e bardos (Que o Pizurk curte), seja para aventuras espaciais. A RP chegou a ter um cenário pra SW (Não sei se o projeto continua ou acabou), chamado <a href="http://www.retropunk.net/downloads/BS_Alpha_Preview.pdf"><strong>Bravos Soldados</strong></a> (Link do PDF), cuja história passava com &#8220;mutantes&#8221; na 2ª Guerra Mundial.</p>
<p>Diáspora é um RPG colaborativo (Ou seja, que não há um mestre&#8230; Mestrando), que se passa no espaço, na linha do &#8220;o ser humano fez merda com outros lugares&#8221;. Na real, não curto, já que as leis da física se aplicam aqui: Nada de explosões e batalhas no espaço&#8230; <em>Porram</em>, o legal do RPG é tocar o foda-se pra realidade.</p>
<p>Terra Devastada é um RPG de zumbis, com tudo que sabemos sobre zumbis: Headshots, mordidas e todo o resto. O Reino de Bundhamidão por outro lado é completamente novo. É o clássico RPG pra quando se está bêbado, já que a própria história é uma zona (Sim, NAQUELE sentido), com personagens completamente diferentes do que já se viu, enfim, RPG de humor&#8230; E <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/508"><em>digrátis</em></a>.</p>
<h3>Quais imposições foram feitas pro Savage Worlds? Questões comerciais ou algo que afete a jogabilidade?</h3>
<blockquote><p>Questões comerciais. Não tínhamos um portfólio, e a <a href="http://www.peginc.com/"><strong>Pinnacle</strong></a> requisitou que primeiro nos estabelecêssemos como editora, publicando um ou dois livros, à partir daí procuramos outras alternativas.</p></blockquote>
<h3>Putz, foda isso. Mas se voltando agora pra um lado mais pessoal: Você, óbviamente, joga RPG. Qual foi o primeiro sistema com o qual você teve contato?</h3>
<blockquote><p>Na verdade não. Como empresa, eles agiram certo em pensar para quem eles estariam entregando seu produto&#8230; Mas eu comecei a jogar com <strong>GURPS</strong>.</p></blockquote>
<h3>E ainda joga?</h3>
<blockquote><p>Jogo sim, apesar que faz alguns messes que não me sento a uma mesa, é faz alguns anos que não jogo GURPS.</p></blockquote>
<p>Nota óbvia: Joga porra nenhuma.</p>
<h3>GURPS é seu sistema favorito, então. Já chegou a jogar algum outro sistema?</h3>
<blockquote><p>
Não, não, GURPS não é meu sistema favorito. Se devo escolher um, com certeza é Savage Worlds.</p>
<p>Joguei vários, desde <strong>AD&#038;D</strong> à Call of Cthulhu, passando por <strong>Pathfinder</strong>, <strong><a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/345">3:16</a></strong> (Também publicado nacionalmente pela RetroPunk), GUMSHOE entre tantos outros. Hoje estou numa fase de experimentar sistemas e temáticas diversas.</p></blockquote>
<p><strong>3:16 Carnificina Entre as Estrelas</strong>, como eu disse alí em cima, também é publicado pela RP. A história é o seguinte: A Terra está de boa, aproveitando uma utopia, mas o resto do Universo tá se matando e é SEU dever ir se foder contra os aliens&#8230; MUITO mais legal que Diáspora.</p>
<h3>Ah, minha pergunta foi mal compreendida. Quando perguntei se ainda jogava, era RPG em geral, ai você falou de GURPS, achei que era o preferido. Erro meu.</p>
<p>E já que Savage Worlds é o preferido, me fale razão.</h3>
<blockquote><p>Entendi que era com qual rpg comecei a jogar. :S</p>
<p>Não sei ao certo porque gosto tanto de Savage Worlds. Talvez por que as regras não são tão pesadas para entender&#8230; Além disso ele tem uma pegada bem cinematográfica puxando para o estilo pulp. Com certeza o pulp é uma das temáticas que mais gosto (Se for considerar pulp como temática já que pode ser aplicado a quaisquer gêneros).</p></blockquote>
<p>Outra nota óbvia: BURRO PARA CARALEO.</p>
<h3>E quando você decidiu que ia passar de mero jogador à fornecedor de material?</h3>
<blockquote><p>Sempre quis montar uma editora, desde 98 se não me engano, mas naquela época a burocracia era maior e eu era um &#8220;pé rapado&#8221;. Em 2004 voltei a ruminar o assunto, mas dessa vez para escrever um cenário original&#8230; E, finalmente, em 2009 tive a oportunidade e a motivação para começar a editora.</p></blockquote>
<h3>E esse cenário original saiu ou ainda está em processo de criação?</h3>
<blockquote><p>Ahh, ainda está na fase de projeto. :) Requer muita pesquisa e empenho, entre outras coisas, e sou um cara preguiçoso hahahaha</p></blockquote>
<h3>Quando precisar de um grupo pra teste, me avise.</p>
<p>E a RetroPunk publica material que não seja referente à RPG, como romances?</h3>
<blockquote><p>Sim, espero publicar romances no futuro, mas como eu sempre digo, um passo de cada vez.</p></blockquote>
<h3>Por fim, o que voce tem a dizer pra quem não conhece RPG?</h3>
<blockquote><p>RPG é um universo criado de forma colaborativa e inédito a todo o momento. Ele se renova a cada novo instante enquanto os laços de amizade são apertados cada vez mais (jogo com as mesmas pessoas há mais de 10 anos)&#8230; Enfim, vale a pena. Em todos os sentidos. :)</p></blockquote>
<p>Pois então, esta entrevista, serei sincero, tem quase 4 meses, e neste meio tempo algumas coisas mudaram: A RP publicou seu &#8220;novo&#8221; projeto, <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/518"><strong>Este Corpo Mortal</strong></a>, que está em pré-venda, e me parece foda&#8230; Pelo menos a ilustração de capa é.</p>
<p>Caso cês tenham curiosidade e resolvam conhecer a <a href="http://portal.retropunk.net/">RetroPunk</a>, cês vão ver que a grande maioria dos RPGs publicados por eles são colaborativos, em que não há um mestre, caso de <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/492"><strong>Fiasco</strong></a>. <a href="http://rpgradio.wordpress.com/">Aqui</a> (E em vários outros lugares na verdade) tem gameplays de Fiasco, para vocês saberem como funciona mais ou menos a coisa.</p>
<p>No <a href="http://www.youtube.com/user/RetroPunkGD/videos">perfil da RP no VocêTubo</a> vocês encontrarão algumas prévias dos produtos dos caras, mostrando como são os livros e tals. Procurando no <strong>YouTube</strong>, também é fácil encontrar coisa sobre Fiasco, 3:16 e Rastro de Cthulhu, muitas delas em português.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/este-corpo-mortal.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>A RP ainda tem uma &#8220;revista&#8221;, a <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/272"><strong>RolePunkers</strong></a>, na qual falam mais sobre os jogos, dão novas aventuras para algum cenário, tem matérias e entrevistas com os caras que jogam/criaram RPGs brasileiros (Caso de Terra Devastada). Enfim, tem bastante coisa lá para quem for realmente jogar algo deles.</p>
<p>Pois depois de ler isto tudo você, nerd sem vida social, resolve experimentar uma coisa nova para alegrar seus sábados à noite, <a href="http://loja.retropunk.net/">esta é a loja on-line</a> dos caras. Mas, como nada é perfeito, sempre tem um nerd fresco, que prefere ir na loja comprar a coisa, então <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/213">aqui</a> tem as lojas físicas que vendem os produtos da RP. E você, nerd ainda mais chato que está reclamando dos preços, no site da RetroPunk cê pode baixar mapas, planinhas, aventuras, fichas prontas e demais coisas do tipo NA FAIXA, basta procurar (O que vai ser meio chato, graças ao menu&#8230;).</p>
<p>Por fim, agradecemos ao Guilherme, por ter topado fazer a entrevista e pedimos desculpas por conta da demora da mesma ser publicada. No <a href="https://twitter.com/#!/RetroPunkGD"><strong>Twitter</strong> da RP</a> cês acompanham lançamentos, resenhas, promoções, próximos lançamentos e todas aquelas coisas que todo fã gosta de ver e que fazer o parágrafo ficar clichê&#8230; E olha só, <a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/507"><strong>Capitão Sky</strong></a>!</p>
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		<title>Rocket Santa &#8211; Foguete</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 10:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogaí]]></category>
		<category><![CDATA[Foguete]]></category>
		<category><![CDATA[Rocket Santa]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao infinito... E além!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Como o próprio nome já diz, <strong>Papai Noel</strong> conseguiu um foguete, pra poder ir até a Lua dar presentes para ETs em guerra&#8230; É, novos tempos, nova geração&#8230; Enfim,<strong> Armor Games</strong> e <strong>Berzerk Studio</strong> numa coisa só: JOGUE AGORA.<span id="more-53399"></span></p>
<p><a target='blank' href="http://www.armorgames.com/play/12712/rocket-santa"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/rocketsanta.jpg" class="centro" alt=" " /></a></p>
<p><em>Mouse </em>faz tudo no jogo, desde mexer nos menus até controlar o foguete (<em>Botão esquerdo</em> aciona os propulsores secundários). O jogo é bem simples e não oferece nenhum desafio, mas como praticamente tudo que a Armor e a Berzerk fazem, o jogo é foda, simples assim.</p>
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		<title>Arcuz – RPG</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/arcuz-rpg.html</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 10:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arcuz]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Zelda]]></category>

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		<description><![CDATA[RPG de Flash... Loucura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Arcuz – Behind the Dark</strong> é um RPG muito parecido com <strong>Zelda – A Link to the Past</strong>. Nesse jogo você interpreta <strong>Aaron</strong> (Ou qualquer nome que você escolher), um jovem guerreiro que luta contra gosmas, lobos, esqueletos, pássaros e uma caralhada de monstros. O gráfico parece uma mistura de <strong>Game Boy Advance</strong>, <strong>Super Nintendo</strong> e <strong>Nintendo DS</strong>.<span id="more-52967"></span></p>
<p><a target='blank' href="http://armorgames.com/play/5003/arcuz">
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-13-às-11.21.39.png" class="centro" alt=" " /><em>Clicaí pra jogar!</em></div>
<p></a></p>
<p>O jogo é bem aberto, você pode usar 3 armas diferentes e possui skills variadas para cada arma. Cada arma pode ser combinada com algumas pedras mágicas que dão atributos variados para o personagem. O jogo possui 25 missões, 21 skills e mais de 100 armas. <em>WASD </em>movem, <em>J</em> ataca/fala/aceita, <em>K</em> pula/cancela. Enjoy!</p>
<p>PS: Confesso que fui noob o suficiente pra não conseguir terminar o jogo, as vezes aparece uns mini-chefões fodidos.</p>
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		<title>Zelda – A Link to the Past</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/zelda-a-link-to-the-past.html</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 11:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[Matérias - Games]]></category>
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		<category><![CDATA[Zelda]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome do cara é Link... LINK!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><em>Taaaan Tantantantan tantan, Tantantantan tantan, Tantantantan tarãtarã, Taaaanta tarãdarãdarãããã, tantandãriiin tandarãntantantarããã</em>&#8230; Se você reconheceu essa música, por favor, seja meu amigo. Se não, tudo bem, não vou culpar você, mas sim a minha incapacidade de escrever a música (Acredite, foi difícil pra caramba fazer isso). De qualquer forma, vistam suas armaduras, bravos guerreiros do reino de <strong>Hyrule</strong>, hoje iremos falar de <strong>Zelda – A Link to the Past</strong>, o jogo mais bacaninha do mundo. E para entrar no clima do jogo, dê play nesse vídeo e vá escutando a trilha sonora (Mas só a trilha, o vídeo é ruim)</p>
<p><iframe width="650" height="471" src="http://www.youtube.com/embed/F2KYrEI5JZY?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><span id="more-53089"></span></p>
<h3>O Chamado à Aventura</h3>
<p>Chove no reino de <strong>Hyrule</strong>. Você está deitado em sua confortável cama, quando de repente uma voz o chama: <em>“Help me&#8230; Please help me&#8230; I am a prisioner in the dungeon of the castle. My name is Zelda”</em>. Você acorda assustado. Seu tio, um bravo guerreiro, informa que irá sair e manda você não sair de casa. Mas você desperta, percorre a casa, acha uma velha lanterna e sai em busca de uma aventura. O mundo está caindo lá fora, a chuva forte molha você, que sai perdido em busca de uma resposta. A voz volta a falar com você, ela conta sobre uma passagem secreta e você, em poucos segundos, cai dentro do castelo. Poucos passos após a sua queda você encontra seu tio caído. Ele explica que não queria envolver você nisso, mas lhe da sua espada e ensina um golpe secreto. Nosso herói levanta a espada, um som no estilo <em>“tã dã dã rã”</em> toca, e inicia-se assim a melhor aventura de todos os tempos.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/espada.png" class="centro" alt=" " />TÃ DÃ DÃ RÃ</div>
<h3>A primeira vez</h3>
<p>Eu não lembro ao certo quantos anos eu tinha na primeira vez que joguei <strong>Zelda</strong>. Devia ser 8, mas pode ser 9 ou 10 também. O falecido <strong>Super Nintendo</strong> lá de casa só possuía o grande clássico <strong>Super Mario World</strong>, logo, era comum alugar fitas nos finais de semana. Em um desses finais de semana, meu irmão apareceu com Zelda, e eu, na inocência, achei que Zelda era o <strong>Link</strong>, e pelas ilustrações que a revista/detonado tinha, achava que o jogo era de luta de espadas. Erros a parte, começamos o jogo, tudo muito lindo, tudo muito maravilhoso. Pra quem era acostumado a jogar Mario, o jogo foi uma puta novidade com a sua tela vista de cima. Pela primeira vez eu não precisava ficar “preso” entre direita e esquerda, eu era livre para explorar um gigantesco mapa. Mas antes de poder explorar, temos que sair de casa, cair no calabouço, pegar a espada e resgatar a princesa. Nada muito difícil, na realidade, era muito divertido, mas surgiu o primeiro desafio no jogo. <em>“Há um túnel secreto atrás do trono, empurre ele”</em> a adorável Zelda dizia (Ou algo do gênero), e ficamos umas 2 horas tentando achar e empurrar a entrada secreta. Ok, isso não era difícil, foi burrice nossa. Talvez tenhamos confundindo <em>left</em> e <em>right</em>, e o <em>push</em>, quando não se sabe falar inglês, parece muito com um <em>“puxe”</em>. Só sei que na sorte, conseguimos empurrar o maldito trono, e após alguns passos no escuro, paramos em um igreja e depois ficamos livres parar correr por toda Hyrule.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/passagem.png" class="centro" alt=" " />O maior obstáculo do jogo!</div>
<h3>Salvando Hyrule</h3>
<p>Corações escondidos, redemoinhos teletransportantes, fadas em cavernas escondidas, mendigos embaixo de pontes, quebrar potes e cortar grama atrás de <strong>rupees</strong>, brigar com galinhas&#8230; Era tanta coisa divertida nesse jogo que as vezes era fácil esquecer a aventura principal. Ainda mais depois que você vai para o <strong>Dark World</strong> e fica viajando entre um mundo e outro, catando itens secretos ou apenas observando a diferença entre os dois mundos. Mas não podemos esquecer de salvar o dia, por isso entre uma galinha e outra lutamos por pingentes, cristais, novas espadas, itens e armaduras, para assim podermos derrotar o terrível <strong>Ganon</strong> e salvar o mundo. Porém, salvar o mundo não é lá uma tarefa tão fácil. Ao todo temos que pegar 3 pingentes e catar a <strong>Master Sword</strong>, ai podemos enfrentar <strong>Agahnim</strong>, que ao ser derrotado transforma o Light World em Dark World. Nesse novo mundo, sua missão é salvar as 7 damas que estão presas em calabouços. Lá vamos nós para mais sete castelos, sete vilões e sete itens novos. Após isso você pode enfrentar Agahnim e Ganon e curtir o final do jogo, que é bem legal, pois mostra vários personagens que aparecem durante o jornada.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/mapa.jpg" class="centro" alt=" " />Ok, não era gigante, mas era grande.</div>
<h3>Em busca de Rupees e Corações</h3>
<p>Quebrar vaso, cortar grama, quebrar vaso, cortar grama, quebrar vaso, cortar grama&#8230; Quem jogou Zelda sabe o resultado dessas ações: <em>Rupees</em> e corações, por isso era comum agir como um vândalo quebrando tudo ao seu redor. Claro que em outros momentos fazíamos a boa ação de cortar a grama do vizinho, ou desmatar, como vocês preferirem.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/cortador.jpg" class="centro" alt=" " />Ok, eu só escrevi essa coluna para mostrar essa tirinha que fiz.</div>
<h3>Link x Galinhas</h3>
<p>Não da pra falar de A Link to the Past sem lembrar das galinhas que ficavam circulando pela cidade. Acho que todo mundo travava uma guerra contra as pobres coitadas, seja espadadas, bombas e flechadas ou até mesmo agarrando elas e as jogando para longe. Era triste que elas não morriam, não importava a quantidade de porrada que levassem (E cê ainda vem falar que o <strong>Nokia 3310</strong> que é resistente), logo, a diversão era encurralar uma galinha e atacar ela muitas vezes, ai um exercíto de galinhas vingativas aparecia para matar você.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/linkchickens.jpg" class="centro" alt=" " />True story!</div>
<h3>A trilha sonora</h3>
<p>A trilha sonora do jogo é sensacional (Aliás, todos os Zeldas possuem uma trilha boa). A música te acompanha conforme o ambiente, ela fica misteriosa nos calabouços, calma em algumas florestas, tensa nos chefões, relaxante na vila, empolgante em alguns locais do reino e por ai vai. Há várias versões dessas músicas no Youtube, sendo algumas orquestradas. É o tipo de jogo que você joga com o som ligado, e não com o <strong>Winamp</strong> aberto. O jogo também possui vários sons marcantes, como o som ao achar uma nova entrada ou o barulho ao ganhar um novo item (Que eu uso quando recebo uma sms nova).</p>
<p><iframe width="650" height="471" src="http://www.youtube.com/embed/qeemulhp4hM?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Foco na missão</h3>
<p>Não dá pra dizer que A Link to the Past é um jogo muito aberto, mas mesmo assim dá pra se divertir. Como já falei acima, com algumas poucas besteiras você acaba esquecendo da missão do jogo e fica circulando o reino em busca de rupees, corações, jogos e etc. Por sorte, era possível ficar viajando pelo mundo sem se preocupar com nada, não havia tempo ou consequencias por causa disso. Eu costumava ficar viajando todo o reino, pois achava legal conversar com NPCs (mesmo não entendendo nada de ingles na época), matar soldados e procurar lugares secretos. Algo meio parecido com isso:</p>
<p><a target='blank' href="http://www.youtube.com/watch?v=bbUqEPUZ-ds">Tem que clicar porque os donos do vídeo não querem que ninguém veja ele fora do Youtube. Hmmm, boiolas.</a></p>
<p><strong>Zelda ALTTP</strong> é isso, um jogo simples, com ótima história, desafios, personagens, jogabilidade e experiências, cada jogador guarda uma memória e uma história diferente desse game. Também é bom lembrar da importância desse título, já que ele definiu toda a fórmula 2D dos jogos Zelda e também dos 3D, como por exemplo o uso de outros tempos/mundos em <strong>Ocarina of Time</strong> e <strong>Twilight Princess</strong>, referencia/inspiração no Dark World/Light World. Há boatos que esse jogo, que marcou a infância de muitos, ganharia um remake 3D, mas isso não importa tanto. A Link to the Past não é um jogo que precisa de remake, ele já é bom por si só, com os seus 16-bits muito bem trabalhados. Claro que se houver um remake em 3D é possível que ele ganhe o título de &#8220;melhor Zelda&#8221;, desbancando o Ocarina of Time, o game preferido da turminha, mas não vale a pena teorizar sobre isso e nem abrir uma discussão sobre. O que importa é que esse jogo é um dos melhores da era Super Nintendo.</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>Zelda &#8211; A Link to the Past</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/capa-zelda1.jpg" class="centro" alt=" " /><br />
<strong>Plataformas:</strong> Super Nintendo, Game Boy Advance, Wii (Virtual Console)<br />
<strong>Plataforma Avaliada:</strong> Super Nintendo<br />
<strong>Lançamento:</strong> 1991<br />
<strong>Distribuído por:</strong> Nintendo<br />
<strong>Desenvolvido por:</strong> Nintendo EAD<br />
<strong>Gênero:</strong> RPG</div>
</div>
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		<title>Mass Mayhem 4 &#8211; Destruição</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 10:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogaí]]></category>
		<category><![CDATA[Destruição]]></category>
		<category><![CDATA[Mass Mayhem 4]]></category>

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		<description><![CDATA[DIE MODERPHOCÃR]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Conheci esse jogo por acaso, e é um dos mais divertidos que já joguei na internerds, seja porque tem violência gratuita, sangue espirrando e coisas explodindo seja pelos &#8220;golpes&#8221; extras. Porra, cê pode explodir uma USINA NUCLEAR véi.<span id="more-52959"></span></p>
<p><a target='blank' href="http://www.gamesfree.ca/1-6774-Mass_Mayhem_4.html"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/massmayhen.jpg" class="centro" alt=" " /></a></p>
<p><em>Setas</em> controlam o personagem e algumas das armas (O controle dos mísseis e a mira antes de atirar, por exemplo), <em>espaço</em> atira (E usa todas as outras armas, bem como faz os mísseis explodirem sem precisar encostar em algo), <em>E</em> troca de armas durante, <em>R</em> usa o jetpack (Quando comprado) e o <em>mouse</em> mexe nos menus.</p>
<p>Há uma enorme quantidade de coisas que você pode fazer no jogo, mas ainda sim ele é meio curto, seria legal se a fase (Só tem um mapa) fosse maior. Mesmo assim o jogo é incrível, e mesmo com os bugs (Você pode entrar na terra em alguns pontos do mapa, às vezes os comandos travam, etc.) o jogo vale à pena. Não joguei os outros da série, e a ordem natural é das coisas irem melhorando, mas se os outros forem tão bons quanto esse, jogue todos.</p>
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		<title>Fliperamas</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando 50 centavos era o preço da felicidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Recentemente o <strong>Google Chrome</strong> lançou no <strong>Chrome Web Store</strong> um emulador de <strong>MAME</strong> (Arcade), e agora você pode rodar jogos do fliperama diretamente do seu browser. Claro que eu me empolguei com a ideia, afinal, sempre fui um grande fã desses jogos. Instalei o tal aplicativo na maior felicidade, mas o puto não funcionou. Como eu já tava na empolgação pra dar um hadouken na cara da <strong>Chun-li</strong>, acabei baixando emuladores e roms para me divertir, e agora tenho um compromisso sério com o <strong>Ken</strong> e o <strong>Akuma</strong> todos os dias.<span id="more-52938"></span></p>
<p>Ok, não vamos iludir ninguém. Eu não sou um cara velho, tenho meus 21 anos de babaquices e não peguei tão bem a era do fliperama, só uma parte dela. Quando eu tinha uns 7 ou 8 anos, tinha um fliperama muito bom perto da casa da praia do meu tio, e aquilo era muito mais divertido que a praia. Era comum ficar viajando lá dentro, mesmo sem um centavo no bolso. Só de ver pessoas jogando era uma diversão, e eu sempre tinha a esperança de alguma máquina tinha algum crédito sobrando. Foi nesse ambiente onde aprendi a dirigir, brigar e atirar (As coisas necessárias que todo homem deveria saber). </p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/fliper1.jpeg" class="centro" alt=" " />A verdadeira escola da vida.</div>
<p>Frequentei esse <em>flipper</em> <s>que gay</s> até uns 17 anos, e entre os milhares de jogos presentes, sempre tive dois em especial: Os de corrida e <strong>X-men vs Street Fighter</strong>. Os simuladores de corridas eram ótimos só pelo fato de você usar um volante e pedais. Mesmo atropelando cangurus e dirigindo feito uma mulher, aquilo era a coisa mais divertida do mundo, por 2 minutos eu era um motorista feliz e violento. A única coisa ruim desse jogo é que ele era difícil, então eu não tinha um bom custo-benefício nele.</p>
<p>Partindo para as lutas, tínhamos o adorável X-men vs Street Fighter, o melhor jogo de luta dos fliperamas. Veja bem, <strong>Mortal Kombat</strong> eu conseguia jogar no meu <strong>Mega Drive</strong>, então no fliperama ele não empolgava tanto. O mesmo vale para <strong>Street Fighter</strong>. <strong>The King of Fighters</strong>, apesar de gostar muito do 97, só empolgava pelo pensamento infantil de “<em>você escolhe 3 personagens, logo, podemos dividir essa fichinha em 3 e jogar juntos</em>” (50 centavos era MUITO pra nós). Já X-men vs Street Fighter&#8230; Cara, esse jogo juntava duas coisas muito fodas. Tirando os ótimos personagens que o jogo tinha, ele possuía uma jogabilidade muito boa, finais interessantes e era em português. Mesmo quando eu não tava jogando eu costumava ficar no lado da máquina vendo pessoas lutarem, só para ler os diálogos do jogo. Uma das coisas mais emocionantes da vida era dar um especial duplo, que nem era difícil, mas pouca gente conhecia. E a tela branca do Akuma? Cara&#8230; Você conseguia comer todas as garotas do fliperama com aquilo <s>como se houvessem garotas lá</s>.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/xmsftitle.jpg" class="centro" alt=" " />Sempre que eu aperto a mão de alguém eu imagino essa cena.</div>
<p>Mas o tempo passa, amigos. Mais vídeo-games surgem e se popularizam. Os gráficos começam a falar mais alto e houve uma época em que fliperama significa um casa onde um cara cobra R$5,00 por 1 hora de <strong>Playstation 2</strong> (A sensação do momento). Aquela emoção de dirigir um carro, segurar uma pistola e lutar em uma tela gigante foi trocada por um joystick preto e uma TV de 14 polegadas, onde <strong>Winning Eleven</strong> é um jogo mais bacana do mundo, seguido por <strong>Tony Hawk</strong> e qualquer um de corrida. Nada contra essas casas, até já freqüentei algumas, mas chamar isso de fliperama chega a ser uma ofensa.</p>
<p>Hoje os fliperamas tão um saco. Esses dias precisei “<em>fazer um tempo</em>” no shopping, e decidi jogar enquanto isso. Não tinha uma máquina decente. Só jogos de dança, alguma coisa esquisita de luta, um simulador de corrida sujo e Guitar Hero. Não havia nenhum clássico, nenhum <strong>Ryu</strong>, nenhum <strong>Liu Kang</strong>, nenhum <strong>Kio</strong>. Nenhum <em>pinball</em>. Em alguns shoppings alguns espertinhos colocavam uns <strong>Xbox</strong> disfarçados de arcade e cobravam uns 10 dinheiros por 1 vida no Street Fighter. Procurei aquelas máquinas de fichinha, onde você colocava uma ficha e poderia ganhar várias. Procurei jogos de tiro onde sempre apareciam inocentes no meio do tiroteio e você os matava friamente. Procurei os clássicos de luta e os de corrida. Não achei nada disso. Só achei um lugar voltado para crianças, com playgrounds e tickets para se trocar por brinquedinhos.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/fichas.jpg" class="centro" alt=" " />A alegria na palma da mão.</div>
<p>Em um triste momento, fiquei lembrando várias situações que já passei nos <em>flippers</em>. Discussões sobre Ryu x Ken (O Ken era melhor); a alegria de conseguir derrotar aquele chefão apelão; a torcida que fazíamos quando algum estranho estava jogando; as tentativas que conseguir uma ficha de graça; os nomes que escrevíamos nos rankings dos jogos&#8230; Tristemente percebi que a qualidade caiu e o preço subiu. Apesar de não ser a mesma coisa, felizmente temos emuladores e roms disponíveis. No momento em que escrevo isso estou baixando <strong>Metal Slug</strong> e procurando meios de emular esses jogos no meu Wii. Acho esse jogos muito bons, não sei dizer ao certo se gosto deles ou da nostalgia, mas eu trocaria fácil qualquer <strong>Play 3</strong> com <strong>Batman</strong> por uma fichinha.</p>
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		<title>Battlefield Vietnam (PC)</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlio Kirk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Battlefield]]></category>
		<category><![CDATA[Battlefield Vietnam]]></category>
		<category><![CDATA[Digital Illusions]]></category>
		<category><![CDATA[EA Games]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Games]]></category>

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		<description><![CDATA["How are you, G.I. Joe?"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>É, é um jogo de 2004. E já vou avisando que não sou nenhum crítico profissional, então falarei do básico. Eu sei, por exemplo, que a Inteligência Artificial desse jogo sofreu críticas por ela não ser exatamente inteligente algumas vezes, no modo <em>singleplayer</em>. Também posso dizer que os gráficos dele são até bons, tendo em conta o ano de seu lançamento. Mas enfim. Não sou muito de escrever nessa área, então só faço quando são jogos que gosto. E, depois de já ter visto <strong>Battlefield Vietnam</strong> muitas vezes por aí e de ter ele no meu computador, só recentemente é que fui prestar atenção e jogá-lo direito. E descobri um jogo bem interessante. </p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/Bruce_Crandalls_UH-1D.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-51961"></span></p>
<p>Primeiro, a <strong>Guerra do Vietnã</strong> foi um conflito ocorrido no meio da Guerra Fria. Durou 19 anos e 180 dias, precisamente de primeiro de novembro de 1955 até a queda de Saigon, em trinta de abril de 1975. Em termos leigos, foi uma guerra entre os países apoiados pela URSS &#8211; o bloco socialista &#8211; e os aliados dos Estados Unidos &#8211; o lado capitalista. Em termos de cultura, essa guerra de quase duas décadas influenciou muito a cultura dos Estados Unidos, e por conseguinte, você aí que está intimamente ligado com o que se passou ou se passa naquele país. Mesmo sem querer, você teve contato com tudo isso se já ouviu bandas como <strong>Jefferson Airplane</strong> ou <strong>The Doors</strong>, se já viu filmes de guerra, estudou um pouco que seja de História, etc. Para os fins do nosso texto, vocês precisam saber basicamente disso. Vamos então para o jogo em si.</p>
<p><strong>Battlefield Vietnam</strong> foi desenvolvido pela companhia sueca <strong>Digital Illusions CE</strong> e lançado pela <strong>Electronic Arts</strong> em quinze de março de 2004 na América do Norte e mais tarde em outras partes do mundo. É o segundo da franquia Battlefield, tendo sido precedido por <strong>Battlefield 1942</strong>. Óbvio, mas eu preciso dizer que é um FPS, jogo de tiro-em-primeira-pessoa. Preciso também dizer que respeito bastante o início da série Battlefield, principalmente por seu cuidado histórico. Mas&#8230; Vamos por partes.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/U.S.-Bell-Army-AH-1G-HueyCobra..jpg" class="centro" alt=" " />Cobra, um dos helicópteros mais importantes do conflito e do jogo.</div>
<p>Primeiro, os mapas reproduzem acontecimentos reais, como a Trilha de Ho Chi Minh, a Batalha de Hue, de Khe Sanh, Operação Dardo em Chamas ou a Queda de Saigon. Procurando por esses nomes pode-se conhecer a história do que você está jogando. Além disso, os desenvolvedores deram atenção para as armas. Podem ser encontrados os rifles <strong>AK-47</strong>, de fornecimento soviético para o Vietnã do Norte, ou a famosa <strong>Browning .50</strong>, a &#8220;rambo&#8221;, de origem americana.</p>
<p>Muita gente tinha preguiça de aprender a pilotar, mas eu fico especialmente animado com os aviões e helicópteros. Estes últimos tiveram um grande papel no Vietnã, sendo usados pela primeira vez em uma guerra de maneira efetiva. Os <strong>F-4 Phanton II</strong> dos Estados Unidos, por exemplo, tinham mísseis teleguiados e são visivelmente mais interessantes do que os <strong>MiG-17</strong> e 21 soviéticos, quando se joga com eles. Isso sem falar no rápido helicóptero <strong>Cobra</strong> e o gigante <strong>Boeing Chinook</strong>, que ainda é fabricado, de tão bom que era. Enfim, eu me empolgo mesmo.</p>
<p>Falemos da maneira de jogar. Batllefield Vietnam repete basicamente o <em>modus operandi</em> do 1942: Ocupar e conquistar os pontos de controle inimigos, além de defender seus próprios. Mas, além disso, para tentar chegar mais perto da realidade do Vietnã, existe uma assimetria entre os times, por assim dizer. Enquanto os times do lado americano têm uma grande variedade de armas, artilharia pesada e veículos, os vietnamitas precisam confiar mais em armas anti-tanque e anti-aéreas, além de suas táticas de guerra na selva. Inclusive, quem joga pelo lado comunista tem a oportunidade de testar os &#8220;Sipi Holes&#8221;, que se tratam de pontos de início móveis, simulando os buracos na selva que permitiam que os vietnamitas aparecessem do nada na frente dos inimigos, saídos literalmente do chão &#8211; uma tática de guerra que deu muito trabalho para os americanos.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/ScreenShot21.bmp" class="centro" alt=" " />MiG-17 soviético roubado de um pátio vietnamita por este que vos escreve e pousado na base americana com segurança, heh.</div>
<p>Um ponto alto: A trilha sonora. De fato, é possível ouvir <strong>The Kinks</strong>, Jefferson Airplane, <strong>Creedence</strong> ou <strong>Deep Purple</strong> tocando nos menus e telas de espera, além de sintonizar a rádio dentro do jogo, quando estiver em um veículo, apertando a tecla 0 (zero) e escolhendo uma música. Vale à pena ouvir.</p>
<p>Ademais, o jogo foi relançado em 2005, teve alguns patches que adicionaram novos veículos, mapas e até um mod produzido pela própria EA Games, baseado no jogo predecessor. Enfim, apesar de ter apenas sete anos de idade, arrisco chamar Battlefield Vietnam de um clássico. Também, apesar das já mencionadas queixas de alguns jogadores da inteligência artificial do modo singleplayer ser meio lerda (E é mesmo, mas nada muito grave), não consigo pensar em outro problema dele. Foi bem feito, produzido com esmero e até fiel historicamente, na medida que é possivel a um jogo de computador.</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>Battlefield Vietnam</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/300px-BFVN.jpg" class="centro" alt=" " /><br />
<strong>Plataforma Avaliada:</strong> PC (Microsoft Windows)<br />
<strong>Lançamento:</strong> 2004<br />
<strong>Distribuído por:</strong> Electronic Arts<br />
<strong>Desenvolvido por:</strong> Digital Illusions<br />
<strong>Gênero:</strong> FPS (First Person Shooter)</div>
</div>
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		<title>Odeio futebol mas jogo PES</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 11:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias - Games]]></category>
		<category><![CDATA[PES]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo-Game]]></category>

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		<description><![CDATA[Brazukas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Para início de conversa, <strong>PES</strong> (Ou <strong>Winning Eleven</strong> pros chegados) é infinitamente melhor que <strong>FIFA</strong>. Simples assim. A questão aqui é outra: Há pessoas que sequer gostam de um esporte, seja futebol, basquete, futebol americano ou qualquer outro, mas que gostam do jogo, conhecem as regras, odeiam o juiz (Eu sei que é &#8220;árbitro&#8221;) e todo o resto, mas porra, qual a diferença?</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/Winning-Eleven-2012-PS3.jpg" class="centro" alt=" " />Sim, no Japão ainda chama Winning Eleven.</div>
<p><span id="more-52737"></span></p>
<p>Tem também pessoas que realmente não ligam para esportes, mas fazem a mesma coisa com jogos de corrida ou de guerra, caso da <strong>F1</strong> (Que, sejamos sinceros, não é um esporte) e de <strong>Modern Warfare</strong>. Sim, eu sei que no video-game não tem gente morrendo, você não precisa lidar com torcedores fanáticos e muito menos suar, mas de um jeito ou de outro, é a mesma coisa, com as mesmas táticas, os times, armas, carros e todo o resto&#8230; É como não gostar de rosa e usar SALMÃO.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/burlacristianoviado.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Mas qual a grande diferença? Porque você não se incomoda em passar horas jogando PES, ganhar os campeonatos, fazer a <strong>Master Liga</strong>, modificar jogadores, mas não consegue assistir à uma partida real de futebol? Você faz a mesma coisa: fica sentado no sofá olhando, xingando o juiz e reclamando do outro time.</p>
<blockquote><p>Ahh, mas no video game eu tenho <s>a força</s> o controle!</p></blockquote>
<p>Aí é que está, você pode pegar chuteiras e ir jogar futebol, pode se alistar pra ir para a guerra e pode roubar carros e atropelar pessoas, e isso, obviamente, é muito mais &#8220;controle&#8221; do que você sequer pode conseguir em um video game. Eu sei que você é um total e completo incompetente quando se trata de coordenação motora, mas se é realidade que você quer, um video game não é o jeito certo de buscá-la.</p>
<p>E por quê estou fazendo esse questionamento? Porque não gosto de futebol e tenho anos de Master Liga, porque não tenho saco de ver uma corrida de F1 mas queria um volante com pedais, e porque <strong>Battlefield</strong> é muito mais legal que Modern Warfare. Sim, eu sei que é estupidez, sei que eu não caberia num carro de F1 e sei que jatos vão mais rápidos que jipes, mas ainda sim jogo essas porcarias ao invés de ter a decência de assistir às corridas, conhecer a escalação dos times e me alistar pro exército.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/itsmemario.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>A questão aqui talvez não seja a realidade, os gráficos ou a simulação que tantos dizem, e nem a coisa de ter uma vida de merda e a coordenação de uma barata, mas a simples preguiça. Eu, pessoalmente, acho um saco ver carros praticamente iguais, andando do mesmo jeito na pista, por 70 voltas iguais, não tenho paciência para aturar essas novelinhas estúpidas ao estilo que o <strong>Neymar</strong> está fazendo e definitivamente não vou pro &#8220;Oriente Médio ensinar pra esses judeus de quem é o petróleo&#8221;. Porra, o petróleo vai acabar, pra quê a galera ainda vai tentar roubar essa merda? Roubem plutônio e coloquem um reator no lugar da bomba de combustível.</p>
<p>Quero só ver a hora que a realidade virtual chegar, e vai ter peça de carro voando na sua direção, bolada no saco e sangue espirrando qual vai ser a desculpa que as pessoas darão&#8230; Acho que estarei mais interessado em jogos em <strong>iMax</strong> do que controle por movimentos, principalmente se o console for da <strong>Nintendo</strong>.</p>
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		<title>Volcania &#8211; Plataforma</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 10:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogaí]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[Volcania]]></category>

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		<description><![CDATA[Uia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Volcania</strong> é um jogo legal. Não pelos gráficos, história ou qualquer coisa do tipo, mas pela jogabilidade, que é incrível. A <strong>Not Doppler</strong> costuma acertar quando faz um jogo, e como essa ainda é primeira parte da coisa, tem jeito de ser uma boa série.<span id="more-52664"></span></p>
<p><a target='blank' href="http://www.notdoppler.com/volcania.php"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/volcania.jpg" class="centro" alt=" " /></a></p>
<p><em>WASD</em> movem, <em>mouse</em> e <em>teclado</em> dão comandos. Vou admitir que recorri ao <em>walkthrough</em> para terminar o jogo, e devo dizer que poquíssimos conseguirão terminá-lo sem fazer o mesmo: São coisas óbvias de se fazer, mas que só ficam claras depois de ver que &#8220;dá certo&#8221;. Não é o melhor jogo da Not Doppler e para uma &#8220;parte 2&#8243; várias coisas podem melhorar, mas é um bom começo.</p>
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