Tarde da noite num dormitório da faculdade, quatro geeks socialmente fracassados imergem em um mundo de fantasia criado por eles mesmos. Seus personagens viajam através de reinos perdidos, ruínas antigas e na natureza esquecida, para resolver um misterioso quebra-cabeça que pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Quem é A Sombra? Onde a Princesa está escondida? Algum deles irá conseguir um encontro? E quanto tempo eles tem até os vizinhos chamarem a polícia?
Filme sobre RPG… Nem sei se o Pizurk assistiu, mas ele alega ser genial: É o que descobriremos se vocês me seguirem nessa fantástica aventura nesse post. continue lendo »
O mundo cinematográfico de hoje está bastante evoluído. Temos efeitos especiais aos montes, roteiros impressionantes, atuações memoráveis e etc. Claro que tudo isso é resultado da incorporação de técnicas, estudo apurado e recriações e adaptações de obras-primas da sétima arte. Por exemplo, Viagem à Lua (Voyage dans la Lune) de 1902, de Geòrge Meliés, foi um marco por ser a primeira adaptação de um livro para a telona. Cidadão Kane revolucionou os métodos usados para se criar uma história, criou complexidade entre os personagens e técnicas de direção usados até hoje. Todos esses são filmes famosos, mas há um bastante desconhecido que é de vital importância para o cinema de hoje. Esse filme foi o responsável por “pré-lançar” a contra-cultura e o cinema independente (Anteriormente a Sem Destino), inserir o feminismo no cinema, e dar às mulheres um papel protagonista que vem sendo usado aos montes nos dias de hoje. O nome desse filme é Faster, Pussycat! Kill! Kill!
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Olha, eu gosto bastante de filmes épicos, mesmo que Hollywood insista em tentar me fazer mudar de ideia. Quase que eu desisto do gênero de vez depois de ir ao cinema pra ver pérolas como Tróia, Alexandre e mais recentemente, Fúria de Titãs.
Porém, sobrevivendo a esse último trauma, voltei pra ver o Robin Hood do Ridley Scott, que deu uma certa sobrevida na minha esperança. E eis que então me deparo por acaso com um filme que me fez acreditar que tudo ainda tem salvação. Mas olha só que surpresa, passou pelo Brasil quase despercebido, no final do ano passado.
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Então, eu não faço ideia de porque eu acabei me lembrando desse filme esses dias. Mas como eu preciso de alguma coisa pra escrever, bora falar sobre um filme legal por aqui, pra variar.
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Fala galera, é final de semestre e eu tô sem tempo pra escrever. Pois é, umas semanas no bacon e eu já desperdicei essa desculpa… Mas o show tem que continuar, então aí está um dos textos que me botou pra dentro disso aqui, pra vocês verem como é fácil. Com algumas pequenas alterações, obviamente.
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Existem filmes cuja sinopse te dá muitas esperanças de que seja O FILME e no final acabam por te decepcionar, sendo mais um filminho. Porém, existem aqueles pelo qual não se dá nada, mas no decorrer de minutos de tela colorida, boas atuações e uma história, você se depara com uma pergunta: Porque eu não assisti a este filme antes? Foi essa pergunta que me surgiu após apreciar A Dança das Paixões.
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Achei esse filme na locadora e resolvi assistir. Na verdade, já tinha visto uma parte dele uma vez na Globo, acho, e simpatizei no mesmo instante. Deve ser a ambientação, a época em que se passa, sei lá. Gosto de filmes que mostrem coisas antigas. Enfim.
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Parece que hoje em dia todo mundo gosta mais de vilões do que de mocinhos. E realmente, muitos diriam até que a grande maioria dos melhores personagens da história do cinema são mesmo vilões. Bom, eu tava precisando de algum motivo para escolher algum filme para escrever e o texto, e a coluna da semana retrasada do Vassourada ajudou bastante. Outro motivo para ter escolhido Assassinos por Natureza para escrever é que na locadora tinha o filme disponível em Blu-ray. Então aluguei para ver se realmente o combo Blu-ray + LED é mesmo tudo que andam falando.
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Como foi dito na coluna do Vassourada, essa semana foi de uma imensa perda para o mundo do cinema, e como o FBQPB anda meio parado, resolvi postar aqui a minha homenagem (Que foi o texto enviado para o baconfrito antes de eu ser escritor dessa joça) a um dos difuntos responsáveis por essa grande perda, o ótimo ator Tony Curtis. E ta aí um filme que se enquadra muito bem no propósito do quadro, porque esse ninguém viu mesmo.
Quando eu falo NINGUÉM, pode ser que um ou outro aventureiro sem nada pra fazer, com insônia e assistindo Telecine Cult que não é o caso de vocês adolescentes noobs leitores do Bacon tenham visto, mas a grande maioria eu duvido. Até mesmo os outros dois colunistas dessa bagaça aqui não viram ou ouviram falar. Mas porque que diabos alguém vai escrever sobre um filme desses? Primeiramente, EU devo ter visto alguma coisa de interessante nele, e vocês poderão se surpreender ou não com a qualidade ou com alguma outra coisa desses filmes.
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John Wayne é conhecido até hoje pelas suas atuações como cowboy marrento nos filmes de velho-oeste, mas em 1949 ele se distanciou completamente desse estereótipo que criou pra si e interpretou o Sargento “Marine” John Stryker. Certo? Não exatamente. Wayne podia não estar de cowboy, mas a marra estava lá, sempre. É importante esclarecer esse ponto, pra quem nunca assistiu o filme, é só imaginar John Wayne com a mesma fala arrastada e pose de eu-sou-o-cara-durão. Enfim.
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