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	<title>baconfrito &#187; Filmes bons que passam batidos</title>
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		<title>O Mendigo Com uma Espingarda (Hobo with a Shotgun)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pizurk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Hobo with a Shotgun]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
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		<description><![CDATA[Canequinha pra por moeda é o caralho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/12/hobo-with-a-shotgun.jpg" class="direita" alt=" " /><em>Um homem sem passado escolhe viver em uma grande cidade, em meio ao caos urbano onde quem dita às regras é o crime organizado. Vendo essa paisagem caótica repletas de ladrões, policias corruptos, prostitutas e até um Papai Noel pedófilo, Hobo (Rutger Hauer) decide fazer justiça com suas próprias mãos com ajuda de apenas um amigo: Sua espingarda calibre 20.</em></p>
<p>Antes de mais nada, se faz necessário lembrar que esse filme não saiu nos cinemas do Brasil [E nunca sairá, já que foi lançado direto em DVD]; o que é uma pena, porque é um excelente filme trash, bem no espírito splatter de ser. É aquela violência tão exagerada que cê vê de longe que é falso. O que não impede aquela contração involuntária de &#8220;ai meu pinto&#8221;.</p>
<p>E uma reclamação totalmente esdrúxula aqui pela forma como o título foi traduzido: Esse &#8220;o&#8221; foi totalmente desnecessário e soou estranho pra caralho. Se não tem &#8220;the&#8221; no começo, não enfiem &#8220;o&#8221; no meio, tradutores. Já que vai lançar direto em DVD, faz o negócio ficar mais atrativo. Se bem que eu preferia ir ver no cinema.<span id="more-52541"></span></p>
<p>Mas isso não é relevante para quem quer apreciar um bom filme <s>já que cês são uns pobres que vão piratear a parada</s>, o que importa é que o filme não chega a ser tão sem sentido quanto possa parecer. Claro, um mendigo pegar uma porra de uma arma e sair matando a galera pode parecer só revolta ou um indigente mental [Sacaram o trocadilho?], mas não é o caso. Há todo um propósito, e um plano de fundo para a história se desenvolver.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/hobo-with-a-shotgun-01.jpg" class="centro" alt=" " />Porque mendigo de primeiro mundo é outra coisa.</div>
<p>Tudo começa em Hope, uma cidade que, apesar do nome, tá mais caótica [Não que isso seja ruim], degenerada e corrupta que uma mistura do Rio de Janeiro com Gothan. Um mendigo sem nome está só tentando viver a vida dele de boa, catando lixo e tomando umas biritas. Tudo que ele quer é juntar uns trocados, comprar um cortador de grama e ganhar a vida honestamente. O problema é que Hope tem pouca grama e muito lixo.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/hobo-with-a-shotgun-02.jpg" class="centro" alt=" " />O lixo brota do chão.</div>
<p>Eis que, devido à um acaso do destino, ele tá lá, com os cinquenta mangos que arrumou [De uma forma não muito agradável, mas fazer o que], pronto pra pegar o cortador de grama, criar uma empresa de jardinagem e ficar multimilionário, mas três assaltantes irrompem na lojinha. Ele, apesar de ser um mendigo, tem um senso de justiça muito forte [Vish, falei bonito agora], e resolve meter a mão na massa: Pega a espingarda e senta chumbo nos vagabundos. E como a espingarda tem o mesmo preço do cortador, ele resolve mudar de ramo.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/hobo-with-a-shotgun-03.jpg" class="centro" alt=" " />Castração dá uma grana que vocês não imaginam.</div>
<p>O problema é que, conforme ele vai limpando a cidade, <strong>Drake</strong>, o dono da bagunça todo, vai perdendo poder. E ninguém gosta de perder poder. O que ele faz? Oferece uma recompensa pelo mendigo certo. O que abre a temporada de caça aos mendigos. O que ninguém esperava é que <strong>Abby</strong>, uma das moças salvas pelo mendigo, fosse ajudá-lo. E eu vou parar de contar a história aqui, que senão tira toda a graça da coisa.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/01/hobo-with-a-shotgun-04.jpg" class="centro" alt=" " />Afinal, como vou explicar um cavaleiro medieval em uma moto sem ficar por horas aqui?</div>
<p>O que não quer dizer que o filme seja só história. Porra, as cenas de <em>gore</em> são lindas em sua simplicidade tosca. É pé explodindo com martelada, tripa, o diabo a quatro, no melhor estilo <strong>Planeta Terror</strong>. O que faz total sentido, já que <strong>O Mendigo Com uma Espingarda</strong> é uma cria de <strong>Grindhouse</strong>, assim como <strong>Machete</strong>. Eu diria até que tem um quê de <strong>Um Drinque no Inferno</strong>. Sem os vampiros. Ou seja, assista essa birosca se você não liga pra efeitos toscos propositalmente, mas gosta de uma boa história.</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>O Mendigo Com uma Espingarda</h3>
<p><strong>Hobo with a Shotgun</strong> (86 minutos &#8211; Ação)<br />
<strong>Lançamento:</strong> Canadá, 2011<br />
<strong>Direção:</strong> Jason Eisener<br />
<strong>Roteiro:</strong> John Davies, Jason Eisener, Rob Cotterill e John Davies<br />
<strong>Elenco:</strong> Rutger Hauer, Molly Dunsworth, Brian Downey, Gregory Smith, Nick Bateman</div>
</div>
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		<title>Heavy Metal: O Universo em Fantasia (Heavy Metal)</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 17:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bigode</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Mamilos Polêmicos desde 1981.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Resumir <strong>Heavy Metal</strong> é simples: Sabe a capa do <strong>Golden Axe</strong> pro <strong>Mega Drive</strong>? Saca aqueles desenhos dos livros de <strong>Dungeons &#038; Dragons</strong>? Heavy Metal é tipo isso ai e muito mais num pacote de bolacha Maria.</p>
<p><iframe width="650" height="471" src="http://www.youtube.com/embed/LGwn_0k_TQo?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><span id="more-50522"></span></p>
<p>O filme é, basicamente baseado em histórias da revista mensal de quadrinhos alternativos que surgiu em 1977 com temas&#8230; Adultos,<br />
e bem sensuais, mulherr. Sensualidade não falta no filme e tampouco polêmicas. A trama envolve o <strong>Loc-Nar</strong>, uma espécie de meteorito verde do mal, que conta suas jornadas através do espaço no estilo de <strong>Sin City</strong>, com seis histórias dentro do filme. O que chama a atenção mesmo é a qualidade da animação, coisa que voce não vê em nenhum <strong>Walt Disney</strong> da época, e muito menos hoje em dia, com desenhos baseados em traços japoneses dominando. O filme foi feito com tal cuidado que demorou 3 anos pra ser finalizado, e o resultado é um orgasmo para os olhos. Tudo que um menino de 14 anos quer:<br />
Peitcholas, sanguinolença e rock ´n´ roll em uma hora e meia de quadrinhos em movimento!</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/brutal-death-450x253.jpg" class="centro" alt=" " />Calma, ele vai sobreviver &#8211; disse o médico.</div>
<p>Pode ser também um filme pra se ver bebaço com os amigos, viajar na batata e chover no pote de azeitona. Tem de tudo. TUDO! Porradaria em bar, viagens espaciais, zumbis na segunda guerra mundial, taxistas do futuro, romance-mulher-e-robô, alienígenas usando <em>dorgas</em> interestelares e por aí vai. Os personagens são bem carismáticos e correspondem muito bem com o roteiro. A primeira história se passa em uma Nova York futurista e decadente, típico da perspectiva dos filmes oitentistas. Um taxista que leva a vida &#8216;normalmente&#8217; dá de cara com uma passageira fugitiva que possui o Loc-Nar. A segunda história é um clássico dos quadrinhos: Menino nerdoso encontra o Loc-Nar e é transportado através do universo para um mundo onde ele tem um corpão e passa a vara em geral. O filme perde um pouco do ritmo depois com algumas histórias genéricas, aliens sequestrando funcionárias públicas, zumbis num bombardeiro da segunda guerra mundial e o julgamento de uma espécie de Super-Homem corrupto, salafrário, criminoso e cara de pastel que suborna um capanga pra livrar a sua cara em fronte ao juri. A ultima história conta o destino do Loc-Nar, onde <strong>Taarna</strong>, a guerreira <em>chumbestivel</em>, guardiã do ovo cor-de-rosa mutante, passa por mil perrengues junto com seu Pokemon alado que vive esgoelando, como de praxe.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/TAARNA-CEL-450x363.jpg" class="centro" />Bota uma blusa menina! Vai pegar <em>friage</em>!</div>
<p>Às vezes, a gente sente falta de inovações na industria <em>cinematografística</em> e Heavy Metal é um filme que invoca esse sentimento, principalmente hoje, onde todas as grandes animações de longa-metragem são praticamente exercícios e exemplos de técnicas de computação gráfica. O filme é violento pra caramba, até pros anos 80, onde <strong>Robocop</strong> passava o carro na vizinha e <strong>Schwarzenegger</strong> passava chumbo quente em freiras de topless. Saudosismos à parte, Heavy Metal dá muitas idéias aos novos animadores e é fiel ao quadrinho alternativo, fugindo um pouco da guerrinha <strong>Marvel</strong> e <strong>DC Comics</strong>, onde os personagens principais são homens e tem aquele lugar na sua prateleira com certeza, e ainda aborda sutilmente alguns temas pesados, como a cena de um alienígena ilegal em Nova York, e a dupla de caminhoneiros hippies estelares cheirando substancias cósmicas.</p>
<p>Mas tem Heavy Metal no filme, <strong>Lombardi</strong>?</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/capaalbumheavymetalfilme-450x405.png" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Blue Öyster Cult</strong>, <strong>Black Sabbath</strong>, <strong>Sammy Haggar</strong> (Vocalista do <strong>Van Halen</strong>), <strong>Journey</strong> (Mas sem viadagem de <strong>Glee</strong>), pra dizer algumas faixas, garantem a trilha sonora, que peço pra você, internauta e internauto, ouvir porque é de ótima qualidade. <em>Excrusive</em> <strong>Ratinho</strong>, a trilha sonora resultou em alguns problemas autorais, deixando o lançamento em video oficialmente pra 1996. Heavy Metal pode estar ali na pequena película que reveste e delimita um blockbuster de um filme cult, e continua um filme <strong>Sessão da Tarde</strong> muito jóia. Rendeu até um episódio de <strong>South Park</strong>, onde o <a href="http://www.southparkstudios.com/full-episodes/s12e03-major-boobage"><strong>Kenny</strong> fica <em>locão</em> cheirando xixi de gato</a>. Coisas normais do dia-a-dia.</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>Heavy Metal: O Universo em Fantasia</h3>
<p><strong>Heavy Metal</strong> (90 Minutos &#8211; Animação)<br />
<strong>Lançamento:</strong> EUA, 1981<br />
<strong>Direção:</strong> Gerald Potterton<br />
<strong>Roteiro:</strong> Dan Goldberg e Len Blum<br />
<strong>Elenco:</strong> Rodger Bumpass, John Candy, Jackie Burroughs, Joe Flaherty, Don Francks, Martin Lavut, Marilyn Lightstone, Eugene Levy, Alice Playten, Harold Ramis, Susan Roman, August Schellenberg, Richard Romanus, John Vernon, Zal Yanovsky</div>
</div>
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		<title>O Homem que Não Estava Lá (The Man Who Wasn&#8217;t There)</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 17:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Coen]]></category>
		<category><![CDATA[Noir]]></category>
		<category><![CDATA[O Homem que Não Estava Lá]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[The Man Who Wasn't There]]></category>

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		<description><![CDATA[Cedo ou tarde, todos precisam de um corte de cabelo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Hoje em dia os <strong>irmãos Coen</strong> são quase unanimidade como dois dos melhores cineastas dessa geração, com todo mundo pagando pau pro <strong><a href="http://www.baconfrito.com/bravura-indomita-true-grit.html">Bravura Indômita</a></strong> e tal. Mas não foi sempre assim não, galera. Na verdade, eles só se tornaram realmente conhecidos pelo público em geral lá em 2007, depois do sucesso do <strong><a href="http://www.baconfrito.com/onde-os-fracos-nao-tem-vez.html">Onde os Fracos Não Têm Vez</a></strong>. Pelo menos segundo os fragmentos de memória que eu tenho de 4 anos atrás. Enfim, o que importa é bem antes disso, a carreira deles já contava com inúmeros filmes sensacionais. Sendo que um dos melhores sempre acaba ficando meio esquecido.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/man_who_wasnt_there.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-50304"></span></p>
<p><strong>O Homem que Não Estava Lá</strong> acompanha a vida do barbeiro <strong>Ed Crane</strong> (<strong>Billy Bob Thornton</strong>), no final dos anos 40. Além de um emprego estável, ele tem uma casa, um carro e é casado com <strong>Doris</strong> (<strong>Frances McDormand</strong>). Praticamente a personificação do sonho americano. O único problema é que ele não gosta do emprego, é traído pela mulher e sua vida não tem significado algum. Mas tudo isso pode mudar quando ele corta o cabelo de um certo empresario afeminado que precisa de 10 mil dólares pra começar um negócio de lavagem a seco. Pra conseguir o dinheiro e entrar na parada, Ed resolve chantagear o amante (E chefe) da esposa, <strong>Big Dave</strong> (<strong>James Gandolfini</strong>).</p>
<p>Só que como já dá pra imaginar, nada acontece como esperado. E não apenas por se tratar um filme dos Coen, mas por ser uma grande homenagem ao cinema <strong>noir</strong>. Aliás, esse é o grande mérito da coisa: Mesmo desconstruindo o gênero, a obra consegue ser um tributo perfeito aos filmes policiais do final da década de 40. Ed Crane é o anti-herói noir ideal. É calado, frio, durão e fuma um cigarro atrás do outro. Mas trabalha numa barbearia e serve de capacho pra mulher.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/man_who_wasnt_there-1.jpg" class="centro" alt=" " />&#8220;Querido, venha depilar minhas pernas.&#8221;</div>
<p>O filme todo apresenta essa dualidade interessantíssima. Se na tela o Billy Bob Thornton se limita a fumar e respirar (E ainda nós dá uma interpretação genial), na sombria narração em off ele expõe toda a história em meio a divagações características dos melhores detetives particulares atormentados por problemas existenciais. A coisa toda soa como uma trama noir num universo paralelo, de um jeito único que só poderia funcionar sob a supervisão de <strong>Joel</strong> e <strong>Ethan Coen</strong>. E tudo só melhora ainda mais com a chegada dos outros personagens. Se a dinâmica inicial do filme se baseia nas consequências dos atos de Ed, Doris e Big Dave (O <strong>Tony Soprano</strong>, véi!), a chegada do advogado <strong>Freddy Riedenschneider</strong> (<strong>Tony Shalhoub</strong>, aquele lá do <strong>Monk</strong>) e da garota <strong>Birdy</strong> (<strong>Scarlett Johansson</strong>) consegue adicionar mais ramificações ao enredo, levando a história pra um caminho mais inesperado ainda.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/man_who_wasnt_there-2.jpg" class="centro" alt=" " />ALIENS WTF</div>
<p>Mesmo com um roteiro cheio de reviravoltas, ainda sobra tempo pra uma boa dose de humor negro. Inclusive com uma bela citação à fixação com alienígenas presente em toda a década de 50. Tipo o que o <strong>Spielberg</strong> tentou fazer na desgraça do <strong>Indiana Jones 4</strong>, mas de um jeito muito mais inteligente e apropriado. Outro destaque é a fotografia ESPETACULAR, com o melhor jogo de luz e sombra que eu vi desde <strong><a href="http://www.baconfrito.com/o-mensageiro-do-diabo-the-night-of-the-hunter.html">O Mensageiro do Diabo</a></strong>, lá de 1955. Porra, o troço tem mais tonalidades de cinza do que cores que eu sei o nome. Provavelmente porque foi filmado em cores e depois descolorido. É tudo tão bem caracterizado que poderia até ser considerado um neo-noir. Mas o filme vai além desses rótulos.</p>
<p>Ed talvez se sentisse em casa procurando o <strong><a href="http://www.baconfrito.com/reliquia-macabra-the-maltese-falcon.html">Falcão Maltês</a></strong>, resolvendo conspirações que envolvem fraude de seguros ou tentando desvendar a misteriosa morte de um amigo em Viena. Mas não, ele não estava lá. Mais fascinante que isso é observar um protagonista que poderia ter saído das páginas de uma revista pulp lutando pra sair das (Ou entrar nas) sombras da sua própria existência vazia, através de algo tão insólito quanto uma oportunidade num esquema de lavagem a seco. Todos os elementos clássicos de um filme noir se fazem presentes, só que em lugares totalmente inesperados. E mesmo assim tudo funciona perfeitamente. Um feito e tanto. É um filme com a marca característica dos Coen, descompromissado, absurdo e cheio de personagens peculiares. Que ao mesmo tempo, consegue ser ser reflexivo, obscuro, e de quebra manter intacta a clássica jornada do herói. Mesmo que o herói em questão seja um barbeiro. Que alcança uma redenção final um tanto quanto&#8230; Inconvencional.</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>O Homem que Não Estava Lá</h3>
<p><strong>The Man Who Wasn&#8217;t There</strong> (116 minutos &#8211; Drama)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> Estados Unidos, 2001<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Joel Coen, Ethan Coen<br />
<strong>Roteiro:</strong> Joel Coen, Ethan Coen<br />
<strong>Elenco:</strong> Billy Bob Thornton, Frances McDormand, Michael Badalucco, James Gandolfini, Scarlett Johansson</div>
</div>
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		<item>
		<title>Dead Snow (Død Snø)</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/dead-snow-dod-sno.html</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 12:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feijoada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Dead Snow]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbis]]></category>

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		<description><![CDATA[Zumbis nazistas comedores de criancinhas. Não, pera, quem come criancinhas são os comunistas... Ah, foda-se.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><em>Um grupo de amigos decide passar as férias de Páscoa em um chalé localizado nas montanhas geladas de Øksfjord, Noruega. Mais tarde, eles são surpreendidos por algo terrível: Nazistas Zumbis.</em></p>
<p>Sim, você leu certo. NAZISTAS ZUMBIS, PORRA! Ou melhor, NAZISTAS ZUMBIS NA NEVE, PORRA!</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/09/dead-snow-01.jpg" class="centro" alt=" " /> <span id="more-48983"></span></p>
<p>Logo nos primeiros minutos do filme, temos um diálogo (Um dos melhores, pois a maioria deles é fraco ou forçado) bacana. Na estrada, em direção ao tal chalé, os homens conversam sobre como uma cuspidela pode salvar a sua vida caso você seja pego por uma avalanche.</p>
<p>De tão desinteressantes, nem vou falar muito dos personagens humanos. Só é bom saber que eles são estudantes de medicina e, curiosamente, um deles é hematofóbico. Ah, também tem o gordinho fã de filmes de terror (O filme homenageia e referencia filmes como <strong>Sexta-Feira 13</strong>, <strong>Evil Dead</strong>, <strong>Dead Alive</strong> e até mesmo <strong>Shaun of the Dead</strong>).</p>
<p>Com exceção do diálogo mencionado acima, a primeira metade do filme é um saco. Acredito que foi por conta disso que muita gente desistiu de assistir <strong>Dead Snow</strong> até o fim. E se você ainda não assistiu, provavelmente terá vontade de fazer o mesmo. Mas não faça! Depois que os zumbis atacarem o chalé (Ou cabana, foda-se), só vai ter cena maneira.</p>
<p>Durante a parte &#8220;saco&#8221; do filme, a galera tá lá aproveitando a vida e festejando, até que um velho misterioso aparece DO NADA e começa a contar pros outros personagens uma história de terror misturada com fatos históricos. Aí ficamos sabendo que o norte da Noruega sofreu muito com a ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Os alemães invadiam as casas da região, coletavam todas as riquezas que viam (E olha que, só na base da pilhagem e do latrocínio, conseguiram juntar bastante coisa) e matavam impiedosamente aqueles que tentassem impedi-los. E segundo o velhote, os moradores enfurecidos se rebelaram, emboscaram e mataram alguns nazis, resultando na fuga dos que sobreviveram para essas montanhas. Não se sabe exatamente como os soldados alemães se transformaram em zumbis, mas tudo indica que foi algum tipo de força demoníaca ou maldição (Nope, nada de Vírus dessa vez). É claro que ninguém dá importância pra o que o velho diz e ele acaba se mandando dali.. Mas hein? O cara sabe tudo sobre dos zumbis, mas mesmo assim vive em uma barraca no meio da montanha? É, e aposto que o <strong>Tommy Wirkola</strong> escreveu essa parte do roteiro enquanto cagava em um banheiro público.</p>
<p>Um tempo depois, o gordinho vai pegar uma cerveja e encontra uma caixinha cheia de tesouro. Nem preciso dizer que isso tem muito a ver com a história de terror do velho, né?</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/09/dead-snow-02.jpg" class="centro" alt=" " />O legal é que o gordinho morre usando uma camiseta do <strong>Braindead</strong> <s>haha</s>.</div>
<p>E como todo ser humano é desprezivelmente ambicioso, eles nem pensaram duas vezes antes de socar uma quantia daquilo em seus bolsos. Pronto, merda feita. Agora os soldados mortos-vivos irão buscar o que lhes pertence.</p>
<p>Finalmente chegamos na segunda metade do filme! Daqui pra frente, não vou me aprofundar no enredo porque é justamente nessa parte que o filme começa a valer a pena.</p>
<p>Mini-spoiler: MUITO sangue e MUITA neve!</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/09/dead-snow-03.jpg" class="centro" alt=" " />Isso que eu chamo de &#8220;ataque soviético&#8221; (Me perdoem, eu tive que fazer essa piada)!</div>
<p>Antes de terminar essa resenha, vamos falar um pouco sobre o coisa mais legal do filme todo: Os próprios nazi zombies, é claro! Wirkola disse em uma entrevista que acrescentar elementos nazistas aos zumbis era a melhor maneira de torná-los ainda mais repugnantes e malvados. E não é só pelo fato de serem ex-seguidores de <strong>Hitler</strong> que os zumbis de Dead Snow se diferenciam dos padrões atuais de mortos-vivos. Eles não são muito chegados em comer gente (Sério, apesar de brutalmente mortos, ninguém é devorado no filme). O problema é que eles são muito materialistas (Acho que não é a palavra certa, mas você entendeu) e isso quer dizer que você será caçado até a morte se estiver levando consigo uma parte de suas riquezas.</p>
<p>O ambiente e o cenário do filme também são outros pontos positivos. Sem contar que estes são, provavelmente, os zumbis mais bem vestidos da história do cinema (E o uniforme do chefão lá? Foda demais).</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/09/dead-snow-04.jpg" class="centro" alt=" " />Zumbis em uniformes de guerra correndo com o pé afundando na neve = coisa mais engraçado do mundo.</div>
<p>Dead Snow tinha tudo pra ser genial, entretanto, o máximo que Wirkola nos oferece é uma mistura heterogênea de terror ruim com diversão. E pra quem ainda não assistiu, três coisas eu garanto: Você vai rir, você vai se divertir e você vai gostar do final.</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>Dead Snow</h3>
<p><strong>Død Snø</strong> (90 minutos &#8211; Comédia)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> Noruega, 2009<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Tommy Wirkola<br />
<strong>Roteiro:</strong> Tommy Wirkola &#038; Stig Frode Henriksen<br />
<strong>Elenco:</strong> Charlotte Frogner, Stig Frode Henriksen, Bjørn Sundquist, Ane Dahl Torp, Jenny Skavlan</div>
</div>
<p><em><strong>Gustavo Kondo</strong> gosta de cavucar a internet em busca de filmes de zumbis nazistas noruegueses mas tem nojinho de sangue. Quer ter seu texto publicado aqui também? <a href="http://www.baconfrito.com/baconvidados-feijoada-bacon-girl-e-outros-assuntos-irrelevantes.html"><strong>Siga esses passos simples!</strong></a></em></p>
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		<title>Segurando as Pontas (Pineapple Express)</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 12:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[James Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Judd Apatow]]></category>
		<category><![CDATA[Pineapple Express]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurando as Pontas]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Rogen]]></category>

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		<description><![CDATA[Best Fuckin' Friends Forever, man!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Cá estava eu, pronto pra começar uma resenha do clássico <strong>Easy Rider</strong>, quando descobri que praticamente tudo o que eu ia escrever já estava devidamente documentado <a href="http://www.baconfrito.com/homenagem-dennis-hopper-easy-rider-e-a-independencia-do-cinema.html">aqui</a>. Ok, informação inútil do dia. Só que então eu precisava de outra coisa pra ocupar esse espaço. E de repente, meu senso de justiça falou mais alto e eu decidi aproveitar a oportunidade de finalmente dar algum destaque a um dos filmes mais engraçados dos últimos anos (Não que isso seja muito difícil, também): O <strong>Pineapple Express</strong>. Ou, numa tradução brasileira surpreendentemente perspicaz, <strong>Segurando as Pontas</strong>.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/pineapple_express__movie_poster.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-47364"></span></p>
<p>Pra mim, uma comédia tem que ser avaliada pelo simples fato de ser engraçada ou não. E o Segurando as Pontas consegue ir ainda além: Ser engraçado com o <strong>Seth Rogen</strong>. Tudo bem vai, ele até que tava bacana no <strong>Superbad</strong> e n&#8217;<strong>O Virgem de Quarenta Anos</strong>, mas como protagonista ele simplesmente não funciona. E pra vocês verem a qualidade do troço, o filme é foda mesmo com o cara no papel principal. Mas vamos a história.</p>
<p><strong>Dale</strong> (Seth Rogen), é um cara que trabalha <s>fodendo com a vida dos outros</s> entregando intimações judiciais, namora uma estudante do ensino médio e passa o tempo livre fumando maconha. O sonho americano em pessoa, até que no meio de uma entrega ele acaba presenciando um assassinato. Que envolve ninguém menos do que um chefão do tráfico de drogas e uma policial corrupta. Nervoso, ele derruba seu baseado no local e resolve que a coisa mais sensata a fazer é correr pra casa de seu próprio traficante, <strong>Saul</strong> (<strong>James Franco</strong>). Só que o criminoso-mor acha o baseado e logo detecta que se trata da tal <em>Pineapple Express</em>, que só é vendida na cidade pelo próprio Saul.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/Pineapple.Express1.jpg" class="centro" alt=" " />Resultado da melhor briga da história do cinema, certeza.</div>
<p>Até aí, é o roteiro padrão de pessoas comuns que acabam no meio de uma situação muito maior e agora precisam sair vivos da parada. E isso já valeria a pena, graças aos diálogos nonsense entre Dale, Saul, e mais adiante <strong>Red</strong> (<strong>Danny Mcbride</strong>). Principalmente pela atuação do James Franco. Porra, o cara nasceu pro papel de&#8230; Bem, alguém sob o efeito de substâncias ilícitas. É só lembrar da apresentação dele no <strong>Oscar</strong>. Enfim, ele podia carregar o filme nas costas, se precisasse.</p>
<p>Conforme a trama segue, Dale e Saul percebem que não estão <s>apenas</s> paranóicos, mas alguém realmente está atrás deles. Acabam confrontando a polícia, organizações criminosas e descobrindo uma conspiração. E é aí que o filme revela suas maiores qualidades. Em meio a tiroteios, perseguições em alta velocidade, lutas, explosões e frases de efeito, o filme desconstrói todos, TODOS os clichês sagrados dos filmes de ação. E passa de uma comediazinha padrão pra uma paródia sensacional dos blockbusters hollywoodianos.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/Pineapple.Express2.jpg" class="centro" alt=" " />Quebrar o para-brisa com o pé não é uma ideia tão boa quanto parece.</div>
<p>Por incrível que pareça, as cenas de ação são simplesmente geniais&#8230; Mesmo. E é por isso, por uma história bacana, mais a presença de uma caralhada de coadjuvantes legais, que o Segurando as Pontas acaba sendo a melhor empreitada da <strong>Apatow Productions</strong> (Depois d&#8217;<strong>O Âncora</strong>, claro). E de quebra consegue ser melhor sucedido que <strong>Os Mercenários</strong> como homenagem aos gloriosos filmes de ação dos anos 80. Porra, <strong>Stallone</strong>!</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>Segurando as Pontas</h3>
<p><strong>Pineapple Express</strong> (111 minutos &#8211; Comédia, Ação)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> EUA, 2008<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> David Gordon Green<br />
<strong>Roteiro:</strong> Seth Rogen, Evan Goldberg, Judd Apatow<br />
<strong>Elenco:</strong> Seth Rogen, James Franco, Gary Cole, Rosie Perez, Danny Mcbride</div>
</div>
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		<title>Highlander &#8211; O Guerreiro Imortal (Highlander)</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 15:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[Chistopher Lambert]]></category>
		<category><![CDATA[Cult]]></category>
		<category><![CDATA[Highlander]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Sean Connery]]></category>

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		<description><![CDATA[It's kind of magic!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/Highlander-O-Guerreiro-Imortal2.jpg" class="direita" alt=" " /><br />
<em>Connor MacLeod (Christopher Lambert), um imortal guerreiro escocês do século XVI é doutrinado pelo também imortal Juan Sanchez Villa-Lobos Ramirez (Sean Connery) em como combater (e se defender de) outros imortais, para não perder, literalmente, a sua cabeça, pois ao último imortal um prêmio estaria reservado. Após quatro séculos e meio, em meados dos anos 80, Connor reencontra Victor Krueger (Clancy Brown) em Nova York com quem irá duelar a vaga de único imortal da face da Terra.</em></p>
<p>Se hoje eu sou cinéfila do jeito que sou, devo muito disso à minha mãe. No fim dos anos 80 ela chegou a ter uma vídeo locadora (A única) na pequena cidadezinha onde nós morávamos. Como ela não vivia disso, a locadora logo fechou as portas e um pequeno acervo de fitas ficou guardado esperando que alguém (Eu!) as descobrisse. A coleção contava com obras primas como <strong>O Exterminador do Futuro II – O Julgamento Final</strong>, <strong>Massacre no Bairro Japonês</strong>, <strong>As Tartarugas Ninjas</strong>, <strong>Três Solteirões e Uma Pequena Dama</strong>, <strong>O Aprendiz de Feiticeiro</strong> e claro, <strong>Highlander – O Guerreiro Imortal</strong>. Acontece que mesmo assistindo todos eles repetidas vezes, eu não me lembrava com clareza de Highlander. Resolvi então, assistir mais uma vez e ver qual que era. Fiquei embasbacada com o que assisti e o que chamou minha atenção logo nos primeiros minutos foi o <strong>Queen</strong> arrasando muito com <strong>Princess of The Universe</strong>, feita especialmente para o filme. Clica aí e confere:<span id="more-47015"></span></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VEJ8lpCQbyw?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VEJ8lpCQbyw?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pois bem, Highlander já tinha ganhado minha admiração pela abertura foda. Só que não parou por aí, o negócio foi ficando cada vez melhor. No longa, <strong>Connor MacLeod</strong> tem sua vida contada do presente para o passado, no começo com muito mistério, mas depois de forma bem didática. Importante decisão, já que o Highlander transpassa mais de 4 séculos e tem uma longa jornada. A história é fantasiosa, mas o duelo entre os imortais fica muito interessante quando se acrescenta espadas, raios e cabeças rolando. E bons atores. <strong>Sean Connery</strong> dispensa apresentações e mesmo tendo uma passagem relativamente rápida no longa, não decepciona. <strong>Clancy Brown</strong> que interpreta o insano <strong>Victor Krueger/Kurgan</strong>, é dono de uma voz poderosa (Não à toa o cara é dublador até hoje) e convence muito como vilão. Já <strong>Christopher Lambert</strong> se sai um bom Highlander e ouso dizer que este foi o melhor papel de sua carreira (Você pode não lembrar, mas eu não esqueci o fiasco do Raiden em <strong>Mortal Kombat</strong>). Por fim a simpática <strong>Roxanne Hart</strong> como a detetive <strong>Brenda</strong> também se sai bem, uma espécie de mocinha inteligente, sem contar que a <em>hot scene</em> entre ela e MacLeod é uma das mais convincentes (E explícitas) que já vi no cinema.</p>
<p>Porém, o filme perde muuitos pontos quando vamos para a parte técnica. São incontáveis os defeitos, de cabos que esqueceram de apagar no computador à falta de homogeneidade (Cenas muitos lentas em conflitos ágeis). É fácil encontrar os defeitos na edição, ainda mais se você for um pouco mais exigente. Eu me incomodei várias vezes, e até com a <s>vesguisse</s> voz fina do Christopher Lambert em alguns momentos que ele deveria urrar como macho. No entanto, Highlander se compensa com cenas ótimas. Por exemplo, o fim do aprendizado de Connor com Ramirez, a corrida na praia, a sequência em cima das pedras. Kurgan andando por Nova York ao som de Queen (Que aliás, assina boa parte da trilha sonora e ajuda muito no resultado final, né? <em>WHO WAAANTS TO LIIIVE FOREEVER?</em>). A sequência da igreja ou então, o final com a explosão dos vidros e os raios. Tá difícil entender? Pois bem, Highlander é assim, uma montanha russa eletrizante de cenas boas e ruins.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/h.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Apesar de todos os pesares, é um filme que vale a pena. Consegue, sem dúvidas, atingir o objetivo final que é o entretenimento. <strong>Highlander &#8211; O Guerreiro Imortal</strong> prende o espectador, conta sua história com dignidade e tem um vilão tão bom quanto qualquer clássico de ação. Aliás, tão sucesso foi que este filme marcou o início de uma franquia que durou até os anos 2000 (E nem adianta me perguntar, não vi nenhum além deste). Reza a lenda que as continuações não são tão boas, mas eu gosto de assistir o primeiro, nem que seja pra falar mal. De qualquer forma, pode <s>baixar</s> alugar tranquilo, quase duas horas de diversão garantida. Anos 80 na sua versão mais pura e mais legal: Inteligente, divertido e despreocupado. </p>
<div class="nota-7">
<div class="critica">
<h3>Highlander &#8211; O Guerreiro Imortal</h3>
<p><strong>Highlander</strong> (116 minutos &#8211; Ação/Fantasia)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> EUA/Reino Unido, 1986<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Russel Mucahy<br />
<strong>Roteiro:</strong> Gregory Widen<br />
<strong>Elenco:</strong> Christopher Lambert, Sean Connery, Clancy Brown e Roxanne Hart.</div>
</div>
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		<title>Rubber</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
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		<description><![CDATA[Pneu assassino + crítica a Hollywood = ERROR]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/rubber_movie_poster.jpg" class="direita" alt=" " /><em>Em pleno deserto californiano, um pneu com poderes telepáticos acorda subitamente e começa a assassinar todos os seres vivos que encontra pela frente. Enquanto os habitantes locais assistem incrédulos os crimes cometidos pelo emborrachado serial killer das rodovias, policiais dão início a uma caçada ao criminoso, que passa a nutrir misteriosa paixão por uma jovem.</em> É ou não é a melhor sinopse de todos os tempos?</p>
<p>Então, um <strong>pneu</strong>. Assassino. Eu poderia parar por aqui, mas o Pizurk provavelmente não gostaria nada disso. E vocês devem estar esperando apenas um filme de terror padrão regado a sangue, tripas e um peitinho aqui ou acolá, certo? É, eu também pensava assim. Mas é claro que um filme onde o protagonista é um pneu não poderia parar por aí. Infelizmente.<span id="more-44817"></span></p>
<p>Então olha só, a cena de introdução é a seguinte: Um carro vai se aproximando em ziguezague e derrubando todas as cadeiras espalhadas em uma estrada (?). O carro para e um policial sai do porta-malas segurando um copo d’água. Ele se aproxima da câmera e começa o discurso mais imbecil da história do cinema. Que basicamente fala sobre como tudo acontece sem razão alguma nos filmes de <strong>Hollywood</strong>, na vida em geral, e que o filme será uma homenagem a essa tal de falta de razão das coisas. O policial então calmamente vira o copo d’água, volta ao carro e vai embora. É tão idiota que é engraçado. </p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/rubber1.jpg" class="centro" alt=" " />MAS KD PNEU</div>
<p>Aí a câmera se afasta e percebemos que o tal policial não se dirigia (Apenas) a nós, mas a uma galera em pé na beira da estrada. Que imediatamente se vira para o horizonte e começa a observar o deserto com seus binóculos. Passamos a ver o que eles enxergam, e o filme dentro do filme começa.</p>
<p>Filme este que agora sim, consiste na odisseia do pneu (Que nos créditos descobrimos se chamar <strong>Robert</strong>), e começa a ficar interessante. Vemos o pneu enterrado na areia no meio do deserto, quando de repente, ele se move. A partir daí, acompanhamos seu desenvolvimento. Ele aprende a <em>andar</em>, descobre o prazer de esmagar coisas, a frustração de não conseguir esmagar algumas coisas, seus poderes telepáticos, e o prazer de explodir coisas. E sério, essas cenas ficaram muito legais. Tão legais que conseguem até humanizar um pneu, quem diria.</p>
<p>E tudo isso é intercalado pelos comentários dos espectadores, aqueles lá do começo. Mas felizmente, não por muito tempo.  Finalmente, o pneu chega a civilização, se apaixona por uma garota e passa a assassinar todos que se metem no seu caminho. O que chama a atenção da polícia, que começa a investigar a situação. Liderada por <strong>Chad</strong>, aquele policial lá do começo. Então Chad manda seu contador (Não pergunte) matar o pessoal que tá assistindo tudo lá de longe, pra que o filme acabe e ele possa ir pra casa. Só que o plano não dá certo e ele precisa continuar a caçada ao nosso herói.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/rubber2.jpg" class="centro" alt=" " /><em>Mãos ao alto!</em></div>
<p>O <strong>Rubber</strong> é a típica ideia que funciona muito bem na teoria, mas na prática é um desastre. A inserção do público dentro do filme, a quebra da quarta parede, e todas essas paradas que devem ter parecido geniais na cabeça do diretor só atrapalham um filme que deveria ser absurdamente divertido. Imagina um <strong>Piranha 3D</strong> cheio de questões filosóficas furadas por trás, seria a mesma coisa. </p>
<p>Mas conseguindo ignorar tudo isso, ainda vale a pena. Quer dizer, valer a pena não, mas cês entenderam. Apesar de pretensioso pra caralho, as partes que mostram a evolução e as motivações do pneu são sensacionais. E o pneu se mostrou um ator melhor que o <strong>Keanu Reeves</strong>.</p>
<div class="nota-7">
<div class="critica">
<h3>Rubber</h3>
<p><strong>Rubber</strong> (82 minutos &#8211; Comédia, terror)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> França, 2010<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Quentin Dupieux<br />
<strong>Roteiro:</strong> Quentin Dupieux<br />
<strong>Elenco:</strong> Stephen Spinella, Roxane Mesquida, Jack Plotnick, Wings Hauser.</div>
</div>
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		<title>Nove Rainhas (Nueve Reinas)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 12:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[Fabián Bielinsky]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Darín]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem só de futebol e empanadas vivem os argentinos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/Nine_Queens_2000.jpg" class="direita" alt=" " />Quando pensamos nos hermanos argentinos, a primeira coisa que surge é futebol (Na rivalidade com o Brasil quando é dia jogo. E quando não é também). No entanto, a indústria cinematográfica argentina – que passa batida quase sempre – é tão competente quanto o Messi. Um exemplo de reconhecimento da qualidade foi <strong>O Segredo de Seus Olhos</strong>, que levou pra casa o <strong>Oscar</strong> de melhor filme estrangeiro em 2010. Depois disso, os cinéfilos passaram a voltar mais seus olhos abelhudos para a vizinhança e foi numa dessas garimpadas que acabei achando um longa que há tempos já haviam me indicado. <strong>Nove Rainhas</strong>, lançado em 2000, me surpreendeu e se mostrou um filme muito inteligente com um diferencial: Nada de <em>vibe</em> cult, alternativa ou artística. O filme joga limpo com o expectador e presenteia com entretenimento de alta qualidade (Uma espécie de <strong>Onze Homens e Um Segredo</strong> <em>muito</em> melhorado). Nove Rainhas segue a velha equação que todo mundo conhece, mas os cineastas esquecem: Roteiro forte + elenco preparado + edição sem firulas = sucesso.<span id="more-44703"></span></p>
<p>A história começa numa loja de conveniência de Buenos Aires, onde <strong>Juan</strong> (Gastón Pauls) dá um golpe na moça do caixa. Ao voltar ao mesmo local e tentar aplicar o mesmo golpe numa outra caixa, Juan é pego em flagrante e levado de lá por um policial. Alguns metros longe da loja, o “policial” se revela na verdade um golpista como Juan (Mas muito mais <em>profissa</em>). <strong>Marcos</strong> (Ricardo Darín) faz então uma proposta para o garoto e sugere que os dois trabalhem juntos por um dia. Precisando de dinheiro e sem nada a perder, Juan topa colaborar com o estranho e descolar alguns pesos durante aquele dia. O que eles não esperavam era que surgiria um negócio de ocasião, deixando todos os pequenos golpes que conheciam na chinela. <strong>Vidal Gandolfo</strong>, dono de uma holding e milionário colecionador de selos, está para ser deportado na manhã seguinte. Inesperadamente chega às mãos da dupla uma réplica perfeita de raríssimos selos, as <strong>Nove Rainhas</strong>. Determinados à vender a falsificação ao engravatado, Juan e Marcos entram numa negociação de 500 mil pesos e irão enfrentar qualquer coisa para que a entrega da grana seja perfeita. Mas nessas quase 24 horas que passam juntos, os dois tem muitas surpresas e precisam dar seus pulos para que tudo saia como planejado.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/nueve-reinas-original.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>O roteiro cheio de reviravoltas corre durante todo o filme de forma perfeita. Os altos e baixos de Juan e Marcos prendem a atenção do expectador e fazem uma parceria incrível com as atuações magistrais de Ricardo Darín e Gastón Pauls, que dão características marcantes e personalidades bem distintas aos seus papéis, sem canastrismo. Os atores conseguem agir tão naturalmente que nos fazem acreditar na personagem. Vale destacar o vocabulário simples e frases sensacionais, como a verdade nua e crua dita por Marcos:</p>
<blockquote><p>Não existem santos, o que existem são preços diferentes.</p></blockquote>
<p>Tecnicamente, a produção também agrada. Como já citada, a edição é simples e funcional. Nada de novidades artísticas nas filmagens ou frescuras nas sequências. É tudo muito limpo e claro. Das locações, pode-se dizer que as ruas de Buenos Aires são as que roubam a cena, aqui usadas para mostrar o lado mais desonesto da cidade. Outra surpresa boa é a inserção da música <strong>Il Ballo del Mattone</strong> de <strong>Rita Pavone</strong>, quase coadjuvante nesse caso. Por tratar-se de uma história rápida (Ao todo não passam muito mais que 24 horas no filme) não há mudança de figurino. Foram gastos 1,3 milhões de pesos para a produção total do filme e foram arrecadados mais de 5 milhões. Nove Rainhas foi indicado à 23 prêmios, levando 21 deles. O diretor <strong>Fabián Bielinsky</strong> acredita que o sucesso do filme se deve ao bom roteiro (Finalizado por ele em apenas 8 semanas!) e aos atores muitíssimo bem ensaiados (O que resultou numa economia de tempo e dinheiro, já que as cenas não precisavam ser rodadas muitas vezes).</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/15-nove-rainhas.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Nove Rainhas</strong> foi uma grata surpresa em todos os aspectos. Mantém o expectador ligado desde o princípio e não perde ritmo até o surpreendente final. O clima de desonestidade entre os protagonistas é tão bem colocado que prega algumas peças no decorrer do longa. Os coadjuvantes não estão ali à toa e tudo se encaixa de forma perfeita. Fabián Bielinsky fez a lição de casa e esfregou na cara de <strong>Hollywood</strong> que talento é pra quem tem e não pra quem paga mais. Enfim, se fosse possível descrever Nove Rainhas numa palavra só, essa palavra seria <strong>GENIAL</strong>.</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>Nove Rainhas</h3>
<p><strong>Nueve Reinas</strong> (115 minutos &#8211; Policial)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> Argentina, 2000.<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Fabián Bielinsky.<br />
<strong>Roteiro:</strong> Fabián Bielinsky.<br />
<strong>Elenco:</strong> Ricardo Darín, Gastón Pauls, Leticia Brédice, Tomás Fonzi.</div>
</div>
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		<title>À Prova de Morte (Death Proof)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[À Prova de Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Carros]]></category>
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		<category><![CDATA[Quentin Tarantino]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Road Movies]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembram do resenha do filme do Russ Meyer?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Putz, me dei conta que nunca escrevi nenhuma crítica específica a algum filme do diretor favorito da falecida <strong>Uiara</strong>: O <strong>Quentin Tarantino</strong>, é claro. Bom, como todos sabem, o Tarantino é um dos diretores expoentes da nova geração, muito graças à imensidão de referências que ele faz ao universo da cultura pop, e ao próprio cinema, em sua mais diversificada expressão (Seja a filmes clássicos, trash e etc.) e a um estilo que ele vem conseguindo fazer que seja próprio seu. Esse estilo é caracterizado por muito sangue, humor negro, diálogos inteligentes e às já citadas referências ao mundo pop. No texto de hoje, falarei sobre um filme de 2007, mas que só veio parar em terras tupiniquins a menos tempo, e que inclui bastante do modo como o diretor se propôs a fazer cinema.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/DP1.png" class="centro" alt=" " /><span id="more-44303"></span></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Ao cair da noite, <strong>Jungle Julia</strong> (Sydney Tamiia Poitier), a DJ mais sexy de Austin, pode enfim se divertir com as suas duas melhores amigas. As três garotas saem noite adentro, atraindo a atenção de todos os freqüentadores masculinos dos bares e boates do Texas. Mas nem toda a atenção é inocente. Cobrindo de perto seus movimentos, está <strong>Stuntman Mike</strong> (Kurt Russel), um rebelde inquieto e temperamental, que se esconde atrás do volante do seu carro indestrutível</em></p>
<p>É! Parece que estamos vendo um belo par de pés, e ao fundo a estrada correndo ante nossos olhos, ao som de uma trilha sonora incunfundível. Poderiamos dizer que estamos vendo um filme da década de 70, por conta daquelas sujeiras na fotografia que vemos nos filmes antigos. A introdução das belas personagens <strong>Arlene</strong> (Vanessa Ferlito) e, Júlia Jungle e <strong>Shanna</strong> (Jordan Ladd) se dá dentro de um carro antigo, no qual as garotas conversam entre si, sobre drogas, suas experiências sexuais e diversos assuntos de uma maneira tão natural que só Tarantino poderia nos mostrar.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/DP2.png" class="centro" alt=" " />Dizem que essa jukebox é do Tarantino. Alguém viu alguma jukebox aí?</div>
<p>Júlia, que é DJ da rádio mais famosa da roça que eles estão, conta para Arlene que fez uma brincadeirinha com ela. A brincadeira foi a seguinte, durante a noite em um dos points do lugar, o rapaz que reconhecesse Arlene, codinome <strong>Butterfly</strong>, apenas pela descrição de Jungle Júlia, e recitasse um poema para ela, ganharia da moça uma dança sensual. Mas Júlia faz uma restrição para Arlene, o cara teria que ser boa pinta, e que ela teria que ter vontade de transar com o cara a noite toda. Caso contrário, era só &#8220;Butterfly&#8221; falar que o cara chegou tarde demais e ela já teria feito a dança.</p>
<p>De vez enquando, Arlene tem a sensação de estar sendo seguida por um carro bastante peculiar (Acho que é um <strong>Maverick</strong>), com uma caveira em seu capô. Já na balada, as garotas enchem a cara com alguns rapazes e se divertem pra caramba. Por essas horas, entra no bar um cara bastante estranho, com uma cicatriz no olho e vestindo roupa de piloto de corrida (Depois ficamos sabendo que é roupa de dublê de filmes de ação). Ele pede uma bebida não alcoólica e começa a trocar ideia com uma loirinha até gatinha. A loirinha começa a dar ideia pro cara e ele acaba oferecendo uma carona pra ela, na hora que ele for embora.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/DP4.png" class="centro" alt=" " />Se prepara pra dar uma voltinha, loirinha.</div>
<p>Lá pelas tantas, o cara vai conversar com as garotas, e não é que ele recita o poema para a Butterfly? Mas a Júlia fala que ela já fez a dança, querendo que o cara caia fora. Mas depois de conversarem um pouco, Arlene topa fazer a dança pro cara. O que vem a seguir, meu amigo, é uma sequência que deixa qualquer marmanjo babando durante alguns minutos. Eu não me lembro de assistir muitas cenas de dança tão sensuais como essa. Bom, o que eu posso dizer a partir daqui até o final da primeira parte do filme é que rola uma perseguição e um desfecho que nunca teria imaginado. Ah, também ficamos sabendo que o carro do cara é à prova de morte.</p>
<p>As coisas ficam tão boas nessa parte do filme que vou ser bem breve na segunda parte. Novamente, pés, garotas e carros antigos entram em cena. E de novo rolam diálogos divertidos, sobre praticamente os mesmos assuntos. Só que a parte final do filme é completamente cheia de ação. Tudo que o homem gosta tá aí, carros, mulheres gostosas, perseguições. Se você ainda tiver lendo essa bagaça, e não ter corrido para ver o filme, já me impressionou. Não vou contar o resto e estragar a surpresa.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/DP3.png" class="centro" alt=" " />Líder de torcida + carros, combinação perfeita.</div>
<p>Então, vamos ao bônus. Bem, lembram da <a href="http://www.baconfrito.com/faster-pussycat-kill-kill.html">resenha do filme do <strong>Russ Meyer</strong></a>? Se tiverem visto o filme, vão entender direitinho tudo o que eu escrevi lá. A <strong>Varla</strong> até está na camisa da Shana Banana! Mais algumas, o toque do celular de uma das garotas da segunda parte do filme é a música que a enfermeira do <strong>Kill, Bill!</strong> assobia, ou seja, uma homenagem ao <strong>Bernard Herrmann</strong>, consequentemente ao <strong>Alfred Hithcock</strong>, e é claro, ao próprio Tarantino. Aliás, ele também se auto-homenageia colocando uma de suas personagens, a própria dublê da <strong>Uma Thurman</strong> como dublê da Uma Thurman. A podolatria do <a href="http://www.baconfrito.com/o-alucinado.html"><strong>Buñuel</strong></a> também está presente. Há também diversas citações de road movies que Tarantino provavelmente assistiu no seu tempo de atendente de locadora (E praticamente só ele assistiu). Enfim, é um filme que o Tarantino fez pra si mesmo. E é claro, deve ter dezenas de referências que eu próprio não percebi. Você sabe de alguma que passou batido?</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>À Prova de Morte</h3>
<p><strong>Death Proof</strong> (114 minutos minutos &#8211; Ação)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> Estados Unidos, 2007<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Quentin Tarantino<br />
<strong>Roteiro:</strong> Quentin Tarantino<br />
<strong>Elenco:</strong> Kurt Russell, Zoe Bell, Rosario Dawson, Vanessa Ferlito, Jordan Ladd, Rose McGowan, Sydney Tamiia Poitier, Marley Shelton, Tracie Thoms, Mary Elizabeth Winstead, Marcy Harriell, Eli Roth</div>
</div>
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		<title>The Gamers: Dorkness Rising (The Gamers: Dorkness Rising)</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 12:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes bons que passam batidos]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Dead Gentlemen]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[I’m not evil, I’m Chaotic-Neutral!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/04/gamers-2.jpg" class="direita" alt=" " /><em>Tudo que Lodge quer de seu grupo de jogo é terminar a aventura. Infelizmente, eles estão mais interessados em seduzir garçonetes, provocar inimigos e colocar fogo em vilas. Desesperado para colocar as coisas em ordem, Lodge coloca dois noobs no jogo: Um NPC controlado por ele, de quem os jogadores imediatamente desconfiam e o jogador mais raro de todos &#8211; uma garota. Poderá o grupo superar sua rivalidade para salvar o reino, ou triunfará o necromante Mort Kemnom sem oposição? Uma paródia de filmes de fantasia e da comunidade de jogos, <strong>The Gamers: Dorkness Rising</strong> é uma hilária brincadeira com o mundo de espadas e magia &#8211; nesse caso, um mundo de camponeses explodindo, gatos gigantes e de perus mortos-vivos. Bora Jogar!</em></p>
<p>Apesar de ter o mesmo nome, esse filme não é uma continuação de <strong><a href="http://www.baconfrito.com/the-gamers.html">The Gamers</a></strong> e tem lado bom e ruim nisso&#8230; Seja como for, a sinopse oficial é ainda pior que a do primeiro.<span id="more-44051"></span></p>
<p><strong>Lodge</strong> (<strong>Nathan Rice</strong>) é o mestre de jogo. Pois é, nem isso a sinopse explica. Enfim, ele é um merda que quer escrever uma aventura de <strong>RPG</strong>, mas tudo que fez até o momento é o título do mesmo e como seu grupo é formado por vagabundos, ele não passa da primeira palavra (Uma vez que o grupo está jogando a história que Lodge quer escrever). Querendo mudar isso, ele chama a ex-namorada de um dos jogadores, que (Obviamente) mal entende do jogo. </p>
<p>Esse filme também é uma montanha de clichês sobre RPGs, e as melhores partes do filme ficam por conta do clichê de personagem que sempre morre (<strong>Flynn</strong>, o bardo &#8211; <strong>Scott C. Brown</strong>). O filme ainda mantém a troca entre o RPG e a &#8220;vida real&#8221; como no primeiro filme, mas agora conta também com uma história de <em>background</em>: A de Lodge tentando escrever sua aventura, a relação de <strong>Joanna</strong> (<strong>Carol Roscoe</strong>) com <strong>Cass</strong> (<strong>Brian Lewis</strong>) e a amnésia sexual de <strong>Gary</strong> (<strong>Christian Doyle</strong> e <strong>Jen Page</strong>).</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/04/Gamers-2-Flynn-Death.png" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Tecnicamente falando, <strong>Dorkness Rising</strong> é muito melhor que o primeiro filme: A qualidade de imagem é infinitamente melhor, a maquiagem e os efeitos especiais são bem melhores e há um elenco de apoio com pelo menos o dobro do tamanho que no primeiro filme. Em suma: A <strong>Dead Gentlemen</strong> (Produtora do filme) tava com dinheiro em caixa.</p>
<p>O filme também tem um final muito melhor, mas pessoalmente gostei mais dos personagens do primeiro filme&#8230; Pura implicância mesmo. Enfim, é um bom filme também, com uma história melhor que a do primeiro. Feliz ou infelizmente, este filme não está liberado pela produtora, mas <a href="http://deadgentlemen.com/projects/the-gamers/the-gamers-dorkness-rising/">aqui</a> tem os sites para comprar o DVD.</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>The Gamers: Dorkness Rising</h3>
<p><strong>The Gamers: Dorkness Rising</strong> (105 minutos &#8211; Aventura e Comédia)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 2008<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Matt Vancil<br />
<strong>Roteiro:</strong> Matt Vancil<br />
<strong>Elenco:</strong> Nathan Rice, Carol Roscoe, Brian Lewis, Christian Doyle, Jennifer Page, Scott C. Brown, Emily Olson, Don Early, Geoff Gibbs, Ed Gibbs, Tallis Moore e Chris Duppenthaler</div>
</div>
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