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	<title>baconfrito &#187; Bogart é TANGA!</title>
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		<title>Era Uma Vez no Oeste (C&#8217;era una volta il West)</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[C'era una volta il West]]></category>
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		<category><![CDATA[Claudia Cardinale]]></category>
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		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Leone]]></category>
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		<description><![CDATA[Obra prima pra encerrar a bagaça.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Podem dizer o que quiserem, <strong>Sam Peckinpah</strong>, <strong>John Ford</strong>, mas o diretor definitivo de westerns é o <strong>Sergio Leone</strong>. Com isso esclarecido, é inegável que o western definitivo esteja dentro da filmografia do cara. E por mais espetacular que a <strong><a href="http://www.baconfrito.com/top-10-trilogias.html">Trilogia dos Dólares</a></strong> seja, o <strong>Era Uma Vez no Oeste</strong> é algo que não tem explicação.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/11/once-upon-a-time-poster.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-51404"></span></p>
<p>O ano era 1967. Depois de reerguer praticamente sozinho aquele gênero de filmes ambientados no oeste americano entre a metade do século XIX e o início do século XX, o Sergio Leone achava que já tinha esgotado as possibilidades das histórias de cowboys. Tudo o que ele queria era ir pra os Estados Unidos filmar seu novo projeto, o <strong>Era Uma Vez na América</strong>. Mas pra dar financiamento pro diretor, os americanos safados insistiram que ele fizesse um último western. E então surgiu a ideia de uma nova trilogia, expondo três momentos distintos da história da América. Iniciada pelo Era Uma Vez no Oeste, claro.</p>
<p>E pra vocês que pensam que os ditos filmes de bang bang são só uma desculpa pra tiros, duelos e afins (O que já é legal bagarai), o roteiro do Era Uma Vez no Oeste é resultado da colaboração entre ninguém menos que Sergio Leone, <strong>Dario Argento</strong> e <strong>Bernardo Bertolucci</strong>. E a história surpreendentemente complexa é contada de uma forma tão peculiar que se o espectador se distrair por alguns minutos, pode acabar não entendendo porra nenhuma. Mas vamos tentar falar do filme em si, pra variar.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/11/once-upon-a-time-in-the-west-02.png" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Tudo começa quando <strong>Jill</strong> (<strong>Claudia Cardinale</strong>) sai de New Orleans pra ir viver na fazenda do seu novo marido. Só que chegando lá, ela acaba encontrando ele e toda sua família brutalmente assassinados. O principal suspeito da matança é <strong>Cheyenne</strong> (<strong>Jason Robards</strong>), líder da gangue local. Só que (Dessa vez) ele é inocente, e parte em busca do verdadeiro culpado, <strong>Frank</strong> (<strong>Henry Fonda</strong>), um assassino contratado pela companhia ferroviária. No meio de tudo isso, surge um homem sem nome (Não, não é o <strong>Clint Eastwood</strong>) batizado apenas como <strong>Harmonica</strong> (<strong>Charles Bronson</strong>), que aparentemente tem assuntos inacabados com Frank. </p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/11/once-upon-a-time-in-the-west-01.jpg" class="centro" alt=" " />q</div>
<p>Ok, sinopse terrível. Mas foda-se, esse filme é tão espetacular que eu nem mesmo sei por onde começar. Pelo começo, então. Saquem só esses créditos iniciais:</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/yUmJkRn_Qxw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Porra, que coisa mais sensacional. Em mais de dez minutos, quase sem diálogos, dissecando o tédio de três homens <s>em conflito</s> esperando um trem, Leone consegue manter o clima de tensão que culmina com a chegada do Harmonica. Numa narrativa totalmente contemplativa, que se mantem por todo o resto do filme E não deixa o troço chato. Muito pelo contrário. A história vai sendo revelada para os espectadores ao mesmo tempo que para os personagens, que também têm suas motivações descobertas aos poucos.</p>
<p>Aliás, esse é um bom momento pra falar da complexidade de todos, TODOS os protagonistas. Jill, Frank, Harmonica, todos tem um passado rico que lhes garante muito mais profundidade. Até o Cheyenne, que normalmente não passaria de um bandido de segunda classe, é tão interessante que rouba a cena em diversos momentos. E <strong>Morton</strong> então, o dono da ferrovia deveria ser o vilão máximo da parada, mas o filme consegue fazer com que quase simpatizemos com seus objetivos. E essa ambiguidade não se limita aos personagens. Ela pode ser percebida até no contraste entre os closes no rosto dos atores e os planos grandiosos das montanhas do meio oeste americano de Leone. O filme todo é uma demonstração de toda a admiração do diretor à cultura dos westerns clássicos, ao mesmo tempo em que critica a política expansionista norte-americana.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/11/once-upon-a-time-in-the-west-04.png" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Mas nada disso seria possível sem <strong><a href="http://www.baconfrito.com/top-10-enio-morricone-o-maior-compositor-da-historia-do-cinema.html">Ennio Morricone</a></strong>. Sério, a combinação da trilha sonora com as cenas, o enredo, a ambientação, é uma coisa inacreditável. Cada protagonista tem sua própria música, que varia conforme o seu momento no filme ou sua interação com outro personagem. PQP, só de lembrar eu já tou com vontade de parar de escrever isso daqui e ir assistir de novo. </p>
<p>Provavelmente, esse foi o último grande western porque todo mundo percebeu que não havia mais nada pra acrescentar depois dele. Vingança, ganância, amor, liberdade, todas as motivações do gênero estão ali. Bem como uma conclusão apropriada pra todos os seus mitos. A despedida de Cheyenne, a chegada da ferrovia&#8230; Enfim, o fim do velho oeste em si. É tudo perfeitamente orquestrado. Até a face sem expressão do Charles Bronson adquiriu todo um novo significado sob as lentes do Leone. Se em algum momento a humanidade chegou perto da perfeição, isso ocorreu com o <s>Batman na Feira da Fruta</s> Era Uma Vez no Oeste.</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>Era Uma Vez no Oeste</h3>
<p><strong>C&#8217;era una volta il West</strong> (175 minutos &#8211; Western)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> Itália, 1968<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Sergio Leone<br />
<strong>Roteiro:</strong> Sergio Leone, Sergio Donati, Dario Argento, Bernardo Bertolucci<br />
<strong>Elenco:</strong> Henry Fonda, Claudia Cardinale, Jason Robards, Charles Bronson, Gabriele Ferzetti</div>
</div>
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		<item>
		<title>Menino Maluquinho &#8211; O Filme</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 18:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlio Kirk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Menino Maluquinho]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Ziraldo]]></category>

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		<description><![CDATA["Vida de menino é maluquinha..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Outro dia eu estava vagando pela internet, quando achei um tutorial de como limpar fitas VHS. Segui o que dizia lá e notei que&#8230; Funcionava. Corri, desci as escadas para o cômodo abaixo e desenterrei uma caixa de papelão; abri, e lá estavam elas: As fitas. Alguns dos filmes que eu recuperei são bem conhecidos, foram relançados em DVD e eu já os revi. Mas um filme na caixa não era assim; sei que ele deve ter sido lançado em DVD também e estar por aí, mas o fato é que eu nunca mais o tinha visto: <strong>Menino Maluquinho</strong>.<span id="more-49490"></span></p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/meninomaluquinho.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>O personagem, Menino Maluquinho, é uma criação do cartunista <strong>Ziraldo</strong>. Ao invés de ter mensagens políticas e filosóficas ou coisa assim, o Maluquinho é só uma criança, e suas tiras tratam de criancices: Das aventuras do menino que gosta de brincar e sua turma. Mas enfim, isso eu suponho que vocês que viveram em algum ponto das últimas três décadas saibam.</p>
<p>O filme baseado no quadrinho do Ziraldo foi lançado em 1994. A verdade é que não é nenhuma super produção, nem de brilhantes atuações ou de efeitos especiais. É um filme simples, calmo, do tipo que passaria na Sessão da Tarde (E provavelmente já passou muito) e que com certeza não desperta a simpatia de muitos críticos. Preciso dizer que, para mim, o filme tem mais de memórias, de quando eu mesmo era um garoto nos anos 90, do que de análise cinematográfica.</p>
<p>A história se passa em algum ponto do final dos anos 60. Durante algum tempo se mostra a vida do Maluquinho: Um garoto popular com seus amigos, peralta, esperto, que gosta de ler, brincar, etc. O ator que interpreta o garoto, <strong>Samuel Costa</strong>, se vira bem no papel e foi uma boa escolha por lembrar bastante o menino desenhado pelo Ziraldo. O primeiro e leve tom dramático da estória é a separação dos pais do menino; alguns veriam aí uma oportunidade de explorar as implicações disso numa criança e etc, mas não é o que acontece. Nem mais pra frente, quando outros acontecimentos vêm, o filme ainda evita entrar em algum momento realmente triste demais ou mais profundo. Escrevendo neste momento, fiquei um tanto confuso sobre como explicar qual o ponto central do filme, qual seu objetivo; mas me vem na cabeça que é algo bem simples mesmo: A infância. </p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/ziraldopb.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Ora, muito se fala no &#8220;ser criança&#8221;, &#8220;a inocência das crianças&#8221; e essa patacoada toda. Certo, corro o risco de entrar nesse clichê, mas preciso dizer que a criança mostrada e personificada no Maluquinho e seus amigos, essa criança não representa mais a realidade. E aí está o que talvez seja a intenção do Ziraldo quando desenhou as tiras ou de quando se fez o roteiro do filme (E mesmo que não tenha sido, acaba soando deste jeito): Mostrar uma imagem de infância que era muito mais saudável e que está sumindo. O cartun é dos anos 80, o filme de 94, mas agora em 2011 a sensação de que o que eles mostram não é mais real é muito maior.</p>
<p>Por se passar nos anos 60, não existe ainda nada eletrônico. O Maluquinho e sua turma brincam na rua (Uma rua pacata de um grande centro urbano), não têm problemas psicológicos, nada assim; havia distintamente o papel dos meninos e das meninas, respeitava-se os mais velhos, essas coisas todas, que distingüem a infância de antes e a moderna. Não quero soar como nenhum puritano ou saudosista, não é isso. Mas já tive momentos de passar na rua e ver crianças de sete anos falando palavrões que eu mesmo (E nem sou tão velho assim) só fui conhecer bem depois; ou então essas mesmas crianças ouvindo <strong>Mr. Catra</strong>. Podem me chamar de quadrado, mas nunca vou achar essas coisas normais. Enfim.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/10/menino-maluquinho01.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Vou cortar o papo chato e dizer que <strong>Menino Maluquinho &#8211; O Filme</strong> vale à pena ser assistido. Não vai te fazer refletir sobre acontecimentos sociais (O que é surpreendente, já que o fim dos anos 60 é um poço de inspiração para a &#8220;intelligentsia&#8221; brasileira, mas neste filme não vão ver nem uma gota de política); não vai te dar grandes efeitos especiais, grandes atores, grande direção, não. Vai dar simplicidade. E talvez seja o que muita gente precisa. Até eu.</p>
<div class="nota-7">
<div class="critica">
<h3>Menino Maluquinho &#8211; O Filme</h3>
<p>(83 minutos &#8211; Aventura)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 1994<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Helvécio Ratton<br />
<strong>Roteiro:</strong> Ziraldo, Maria Gessy, Helvécio Ratton, Alcione Araújo<br />
<strong>Elenco:</strong> Patrícia Pillar, Roberto Bomtempo, Samuel Costa, Othon Bastos e Luiz Carlos Arutin</div>
</div>
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		<title>Sabrina</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/sabrina.html</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 12:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[Audrey Hepburn]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia Romântica]]></category>
		<category><![CDATA[Humphrey Bogart]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Sabrina]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa comédia, bom romance.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/600full-sabrina-poster.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Sabrina</strong> é o típico conto de fadas adaptado para as telas, mas com um detalhe que faz toda a diferença: Direção impecável num roteiro inteligente. Nem adianta revirar os olhos e falar <em>“Porra, Jade&#8230; Romance, DE NOVO?!!11” </em>, o negócio aqui é uma comédia romântica das boas, com direito à uma deslumbrante (E quando ela não é?) <strong>Audrey Hepburn</strong> e um <strong>Bogart</strong> não tão carrancudo quanto de costume. O longa empolga até os marmanjos <s>coçadores de saco</s> mais insensíveis e vale muito à pena.<span id="more-47919"></span></p>
<p>O filme começa mostrando a pequena e frágil <strong>Sabrina Fairchild</strong> (Audrey Hepburn), filha do motorista da família <strong>Larrabee</strong>. Na mansão onde vivem, estão dando um dos costumeiros bailes. Do alto de uma árvore, Sabrina observa entre suspiros o filho mais novo dos Larrabee, <strong>David</strong> (William Holden), por quem nutre uma paixão não correspondida. Ao final da noite, desolada com a indiferença do <em>playboy</em>, Sabrina resolve suicidar-se, mas seu plano é impedido pelo irmão mais velho de David, <strong>Linus</strong> (<strong>Humphrey Bogart</strong>).</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/sabrina-1954-06-g.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Logo após, o pai de Sabrina resolve enviá-la para Paris, onde a jovem está matriculada num renomado curso de Gastronomia. A idéia é que ela esqueça David de uma vez por todas e possa recomeçar sua vida com mais chances de ser feliz. Em Paris, no entanto, as coisas vão de mal à pior. Sabrina não consegue se concentrar nas aulas e mantém o pensamento em sua fixação por David. É quando ela conhece o <strong>Barão St. Fontanel</strong>, um milionário francês que resolve ajudá-la a se tornar uma mulher elegante e sedutora, deixando pra trás toda a amargura dos tempos de menina.</p>
<p>Com o fim do curso, então, ela retorna à América. Mas dessa vez não é mais a mesma garotinha boba de antes, Sabrina carrega consigo um brilho que jamais alguém da mansão Larrabee havia visto. O diamante bruto se tornara um belo brilhante. Não demora nada para que David caia aos seus pés, mas há ainda um inconveniente: David está noivo. E noivo de uma rica herdeira do ramo da cana de açúcar, o que casará também com os interesses de expansão na indústria do plástico da família Larabee. É quando Linus resolve agir em prol dos negócios e arquiteta planos, obstinado a tirar Sabrina de cena. Mas como tudo na vida, a teoria é bem fácil do que a prática, Linus também acaba não resistindo aos encantos da moça.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/1.jpg" class="centro" alt=" " />Poxa, que coxa, hein Audrey?!</div>
<p>Os acertos do longa são muitos e a direção é impecável. <strong>Billy Wilder</strong> consegue extrair o tom exato de um roteiro como poucos. As cenas de comédia são abundantes e realmente divertidas. Embora tenha boa parte de um dramalhão, Sabrina mantém um clima leve o tempo todo, o que não o torna difícil de assistir, nem filme <em>“para poucos”</em>. A fotografia em preto e branco é um charme a mais, quase uma luz perolada para as cenas românticas. O filme também ganhou o <strong>Oscar de Melhor Figurino</strong>, com mérito (A grife <strong>Givenchy</strong> assinou os vestidos incríveis usados por Audrey). É preciso destacar também as canções, deixando a trilha sonora perfeitamente em sintonia com o longa.</p>
<p>Sabrina é um filme família, gostoso mesmo de assistir. Esqueça as decepcionantes comédias românticas de hoje em dia, com mulheres fúteis e homens <s>putões</s> festeiros. Especialmente aqui, a alma feminina e elegante de Audrey resgata o romance na sua forma mais pura e bacana, de mãos dadas com um humor afinado e nada grosseiro. Um filme pra se divertir, pra sonhar e torcer num triângulo amoroso como poucos. Se até o Bogart relaxou a carranca, pega a pipoca e dá o play no DVD.</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>Sabrina</h3>
<p><strong>Sabrina</strong> (113 minutos &#8211; Comédia Romântica)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> EUA, 1954<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Billy Wilder<br />
<strong>Roteiro:</strong> Samuel A. Taylor, Billy Wilder e Ernest Leman<br />
<strong>Elenco:</strong> Audrey Hepburn, Humphrey Bogart e William Holden</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>O Tesouro de Sierra Madre (The Treasure of the Sierra Madre)</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/o-tesouro-de-sierra-madre-the-treasure-of-the-sierra-madre.html</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 18:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Humphrey Bogart]]></category>
		<category><![CDATA[John Huston]]></category>
		<category><![CDATA[O Tesouro de Sierra Madre]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Humphrey Bogart atuando, de verdade? É isso mesmo, produção?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Eis que venho aqui, me apropriar temporariamente desta coluna, pra falar do que talvez seja o melhor filme de um dos maiores diretores de todos os tempos. E que muitos de vocês não devem nem ter ouvido falar, né. Essa juventude de hoje está muito mudada, como diria certa vez o sábio <strong>Bruce Wayne</strong>.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/sierra-madre-poster.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-47752"></span></p>
<p><strong>O Tesouro de Sierra Madre</strong> conta a história de três homens que partem em busca, bem, de um tesouro em Sierra Madre. Esse argumento dá até a impressão de que temos pela frente um simples filme de aventura, <strong>Sessão da Tarde</strong> <em>feelings</em>. Mas não nas mãos do diretor <strong>John Huston</strong>. Essa aparente simplicidade se torna a base pra um retrato perfeito da natureza humana. Na verdade, o filme atinge a perfeição em quase todos os aspectos, mas vamos por partes.</p>
<p>O filme começa com <strong>Fred C. Dobbs</strong> (<strong>Humphrey Bogart</strong>), desempregado, pedindo esmolas em alguma cidade do México. Logo ele encontra <strong>Bob Curtin</strong> (<strong>Tim Holt</strong>), que se encontra na mesma situação, e os dois se juntam, já que a união faz a força. Ou não, já que quando ambos encontram trabalho, o empregador foge sem pagar ninguém. Mas depois eles tiram o dinheiro do cara na porrada, então faz a força sim. Enfim, no meio desse processo eles acabam encontrando <strong>Howard</strong> (<strong>Walter Huston</strong>), um velho garimpeiro que procura parceiros pra iniciar uma nova expedição em busca de ouro. Como não tá fácil pra ninguém, eles logo abraçam a ideia e partem pras montanhas de Sierra Madre.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/sierra-madre-2.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Já nas montanhas, os protagonistas enfrentam bandidos mexicanos, índios, autoridades e a própria natureza, mas por trás de tudo isso a história vai se desenvolvendo através da revelação da verdadeira personalidade de Dobbs, Curtin e Howard e a deterioração na relação entre eles. E é aí que aparecem as atuações GENIAIS de todo o elenco. Do <strong>Bogart</strong>, <s>que é tanga</s> saindo muito bem do seu papel padrão, até o líder dos bandidos mexicanos, interpretado pelo ator mexicano <strong>Alfonso Bedoya</strong>, desconhecido até então. Mas quem rouba mesmo a cena é <strong>Walter Huston</strong>, que convence perfeitamente em todos os momentos do filme, seja procurando ouro, seja servindo de curandeiro pra uma tribo indígena. Porra, dá até pra pensar que na verdade ele era um garimpeiro de verdade e ator nas horas vagas. Tanto que os produtores chegaram a pedir pra que ele baixasse o nível da atuação, com medo de que Bogart fosse ofuscado.</p>
<p>Mas se os atores são um espetáculo a parte, nada disso seria possível sem a direção do John Huston. O filme prende do inicio ao fim, com Curtin e o experiente Howard assistindo passivamente o ouro lentamente transformar Dobbs em uma sombra de sua ganância, até o inevitável conflito entre eles, numa abordagem bem interessante daquela antiga máxima de somos nossos piores inimigos.</p>
<p>Gradativamente, somos transportados para a mesma montanha da história, onde a maior preocupação de cada um é ser assassinado pelo outro durante a noite. E isso ocorre em boa parte por outro acerto do diretor, que bateu o pé pra que as filmagens ocorressem realmente no México, e não em <strong>Hollywood</strong>, como os estúdios queriam (E era comum até então). Assim, a gente quase consegue sentir a aridez do deserto e o isolamento em que os protagonistas se encontram, de um jeito que eu só tinha visto nos filmes do <strong>Sergio Leone</strong>. Tá, isso fez com que as filmagens atrasassem e o orçamento estourasse, mas também deixou a coisa toda com a cara do John Huston, grandioso, ousado, e genial.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/sierra-madre.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Como se não fosse o suficiente, o filme ainda tem um final sensacional que consegue fechar a trajetória de todos os personagens da forma mais apropriada possível. E sim, a palavra perfeição e suas variações foram usadas por vezes demais nesse texto, eu sei. Mas era inevitável, o filme é excelente em todos os sentidos. Sem ser pretensioso, é divertido, marcante, tecnicamente perfeito (Olha aí de novo), quase uma definição de clássico. Tanto que foi o responsável pela primeira premiação de pai e filho no <strong>Oscar</strong>, com os prêmios de Melhor Diretor e Roteiro pro John Huston e Melhor Ator Coadjuvante para seu pai, Walter Huston. <em>Mas como isso foi possível?</em>, pergunta uma voz fina vinda do desconhecido. Ora caro leitor, simplesmente porque eles venderam suas almas para&#8230; O Tesouro de Sierra Madre.</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>O Tesouro de Sierra Madre</h3>
<p><strong>The Treasure of the Sierra Madre</strong> (126 minutos &#8211; Aventura)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> EUA, 1948<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> John Huston<br />
<strong>Roteiro:</strong> John Huston, baseado no livro de B. Traven<br />
<strong>Elenco:</strong> Humphrey Bogart, Walter Huston, Tim Holt, Bruce Bennett</div>
</div>
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		<title>Stallone: Cobra (Cobra)</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 18:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlio Kirk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[Badass]]></category>
		<category><![CDATA[Cobra]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Sylvester Stallone]]></category>

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		<description><![CDATA[Stallone é Cobra e Kirk é tanga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Pô, tem gente que fala mal do <strong>Stallone</strong>. E tem muita gente que fala mal desse filme aqui. <a href="http://www.rottentomatoes.com/m/1004407-cobra/">Mesmo</a>. Mas que se dane, eu não estou aqui pra dizer o que dizem os entendidos (?) lá no <strong>Rotten Tomatoes</strong> &#8211; a não ser que eu concordasse com eles, o que não é o caso. </p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/cobra-movie-poster-1986-1020192834.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-46749"></span></p>
<p>Ali no linque se vê que os críticos provavelmente acharam que <strong>Cobra</strong> era algum filme perdido de <strong>Francis Ford Coppola</strong>, só pode ser. Pra vocês entenderem, coisas assim estão lá:</p>
<blockquote><p>Cada aspecto do filme é repreensível.</p></blockquote>
<p>E um almofadinha do <strong>Chicago Reader</strong>:</p>
<blockquote><p>Rápido e cheio de ação, mas ainda é insatisfatório do começo ao fim (&#8230;)</p></blockquote>
<p>Cacete, isso é um filme policial dos anos 80, com direito a frases de efeito, atuações calhordas, carros em perseguições (E alguns eventualmente explodindo), além de uma mocinha em perigo. E no meio disso tudo, <strong>Sylvester Stallone</strong> com sua boca torta, óculos <strong>Ray Ban</strong> e cara de&#8230; Cara de Stallone. Ele não é muito bom com expressões mesmo. Aí vem um sujeito metido a cinéfilo pra &#8220;analisar os personagens&#8221; e diz que o Cobra &#8220;não tem profundidade&#8221;. Ah, vá. Quer profundidade, cava um poço, diabo.</p>
<p>Tá, desculpem, muito enfático. Mas esse é um daqueles filmes bons pra ver cenas de ação e frases de efeito, como eu disse. Há muitos filmes assim e que são bons. São de uma categoria diferente de um <strong>2001</strong>, de <strong>O Poderoso Chefão</strong> ou de, sei lá, <strong>A Lista de Schindler</strong>. Assim como os supracitados são filmes que cumprem seus respectivos papéis muito bem, o <em>Cobra</em> também cumpre. De um prisma intelectual, o filme do Stallone é uma criança chorona, certo. Mas é burrice ver esse filme desse tal prisma. Perceberam a ironia?</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/Cobra-Sylvester-Stallone-Brigitte-Nielsen-10.jpg" class="centro" alt=" " />Badass Stallone is badass</div>
<p><strong>Marion Cobretti</strong> (Conhecido apenas por Cobra, pois seu primeiro nome é ridiculamente afeminado pra um policial metido a fodão e o segundo denuncia sua origem não-americana), é oficial do departamento de polícia de Los Angeles e membro do que chamam de &#8220;Esquadrão Zumbi&#8221;, uma divisão especial que cuida de crimes realmente complicados que exigem uma quantidade obscena de violência e frases de efeito que policiais normais não suportariam.</p>
<p>O grande problema de Cobra é uma organização criminosa que prega uma &#8220;nova ordem&#8221;, ou seja: Matar os fracos para que vivam os fortes. O que é bem idiota, já que os fortes são fortes e não se deixariam ser mortos mesmo. Mas enfim. Na realidade, o assassino e seus asseclas (São nove letras &#8220;s&#8221; nas últimas quatro palavras, aliás) só matam mulheres indefesas e são uns covardes com vozes estranhamente grossas.</p>
<p>O Cobra fica puto com isso, já que ele é um cara muito bom, apesar da aparência. E essa virtude toda cresce ainda mais quando uma linda mulher testemunha sem querer uma cena pós-crime, em um dos assassinatos e acaba perseguida pelo tal matador. Daí pra frente o Cobra fica responsável diretamente por protegê-la (Com duplos sentidos incluídos).</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/Stallone-Cobra.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Stallone e seu parceiro, o policial <strong>Gonzales</strong> (Também do E.Z.), fazem de tudo pra proteger a donzela enquanto tentam achar quem está cometendo os crimes. As dificuldades: A única coisa que eles têm é um retrato falado do matador e pistas que ele deixa quando tentar matar a moça; os superiores geralmente discordam dos instintos de Cobra e passam metade do raio do filme pra deixar ele cuidar totalmente do negócio sem ficarem enchendo o saco.</p>
<p>Enfim. Com perseguições de carro, tiros, momentos de pura agressividade e músicas dos anos 80, você vê o filme todo e percebe que foi realmente uma boa distração e divertido. É simples assim.</p>
<p>Ah, e apesar de um fracasso pros entendidos, <em>Cobra</em> rendeu 188 milhões de dólares nas bilheterias pelo mundo todo. E custou 25 milhões. Heh.</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>Stallone: Cobra</h3>
<p><strong>Cobra</strong> (87 minutos &#8211; Ação)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> 1986<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> George Pan Cosmatos<br />
<strong>Roteiro:</strong> Sylvester Stallone (Baseado no livro &#8220;Fair Game&#8221;, de Paula Gosling)<br />
<strong>Elenco:</strong> Sylvester Stallone, Brigitte Nielsen, Reni Santoni, Andrew Robinson, Brian Thompson, Art LaFleur, Lee Garlington</div>
</div>
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		<title>Rocky, um Lutador (Rocky)</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 12:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Rocky]]></category>
		<category><![CDATA[Silvester Stallone]]></category>

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		<description><![CDATA[ADRIAAANN!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/rocky1-1.jpg" class="direita" alt=" " />Eu não fui da geração <strong>Rocky</strong>. Primeiro porque esse primeiro filme foi lançado em 1976, mas especialmente porque eu <s>era menina</s> não curtia essa pegada mais macho de ser. Quando criança, assisti na TV algum dos seis filmes da franquia e me dei por satisfeita. Eu conhecia, via a cena mais famosa nas reportagens que tinham alguma conexão com o tema e pronto (Até <strong>O Professor Aloprado</strong> fazia questão de me lembrar a clássica cena). O tempo passou, eu fui virando cada mais cinéfila e em algum momento não deu pra evitar: Eu tinha que assistir <strong>Rocky: Um Lutador</strong>. E que surpresa, hein minha gente? Finalmente fui entender porque esse filme altamente premiado faz parte da história do cinema e melhor ainda, porque as pessoas sentem tanta identificação com a história de um Zé-ninguém que enfrentou o campeão mundial de peso-pesado.<span id="more-46680"></span></p>
<p>Rocky: Um Lutador conta a história de <strong>Rocky Balboa</strong> (Silvester Stallone), boxeador da Filadélfia que por falta de disciplina, amarga uma vida fracassada, fazendo bicos de cobrança para um agiota da praça. Seu único amigo é <strong>Paulie</strong>, que trabalha numa distribuidora de carnes e sempre insiste para que Rocky descole um emprego para ele com o agiota. Rocky, por sua vez, vai tentando de todas as formas convencer a tímida <strong>Adrian</strong> (Thalia Shire, a Connie Corleone de <strong>O Poderoso Chefão</strong>), irmã de Paulie, a sair com ele. No meio dessa rotina fraca, o campeão mundial de peso-pesado <strong>Apollo Creed</strong>, descobre que seu adversário para a luta pelo título não poderá mais lutar e resolve colocar um lutador local para duelar com ele. O escolhido é Rocky, o <strong>Garanhão Italiano</strong> (Puta apelido broxante, vâmo combiná!), que aceita o desafio e dá início a um rigoroso treinamento para conseguir ficar ao menos <s>vivo</s> em pé durante os 15 <em>rounds</em> da luta.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/rockyhdriprippeduploade.jpg" class="centro" alt=" " />&#8220;Hmm, eu quero o Garanhão Italiano!&#8221;</div>
<p>Não dá pra mentir, o longa começa lento e difícil de digerir, no entanto, essa apresentação da vida sofrível de Rocky acaba se tornando imprescindível para a construção do clímax. O que dá uma certa vergonha alheia é o sotaque e a falta de jeito do protagonista com as mulheres (Pô Yuri, <a href="http://www.baconfrito.com/13-personagens-em-que-todo-macho-deveria-se-espelhar.html">exemplo de macho</a> só se for dentro do ringue mesmo!). O cara é meio tosco, meio ogro e meio atleta. Aos poucos vamos identificando os problemas, e o personagem que também faz essa análise e fala tudo na lata, é o dono da academia onde Rocky treina, o ex-lutador <strong>Mickey Goldmill</strong>. As cenas entre os dois rendem ótimas falas e interpretações, explorando super bem a tensão psicológica que Rocky vive. O romance com Adrian também é bacana, beirando a inocência, mas é um romance honesto e fator fundamental para que o protagonista atinja seu objetivo.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/aph_3.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Mas Rocky – Um Lutador, além de ter um roteiro bem escrito pelo próprio Silvester Stallone (Que fez questão de interpretar o protagonista) e dar destaque para a honra e o mérito, é também um filme bem feito na parte técnica. O orçamento foi bem enxuto (Apenas um pouco mais de um milhão de dólares) e isso explica a enorme quantidade de tomadas externas (Economia de cenários). No entanto, a cena mais famosa onde Rocky corre e sobe as escadas do Museu de Artes da Filadélfia é ao ar livre, mostrando todo o potencial do filme mesmo com custos reduzidos. Isso sem falar das lutas em si. Sim, meus caros, eu prestei atenção nas lutas. E elas me surpreenderam positivamente! Rola uma adrenalina indescritível enquanto acompanhamos os socos, as quedas, as câmeras lentas enquanto os rostos deformam. Mais: Você se pega <em>torcendo</em> por Rocky Balboa!</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/é.png" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Além de ser um ótimo filme, Rocky virou um marco do cinema americano. A estátua do lutador exibida em <strong>Rocky III</strong>, realmente existe e é só um dos exemplos. Rocky ainda faturou diversos prêmios, incluindo <strong>Oscar</strong> em categorias importantes como melhor filme, direção e edição. Infelizmente durante as continuações, Rocky perde um pouco de sua essência e a emoção de assistir vai definhando. Mas, <strong>Rocky I</strong> e <strong>II</strong> são obrigação de todo cinéfilo (E não cinéfilo) assistir. Mesmo depois de tantos anos, assistir Rocky ainda é emocionante; a abertura clássica, a boca torta do Stallone, <em>“Gonna Fly Now”</em>, tá tudo lá! E continua funcionando como sempre. Um blockbuster com fundo moral afinado, protagonista de uma das melhores partes da história do cinema. Para rever, AGORA!</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>Rocky: Um Lutador</h3>
<p><strong>Rocky</strong> (120 minutos &#8211; Drama)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> EUA, 1976<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> John G. Avildsen<br />
<strong>Roteiro:</strong> Silvester Stallone<br />
<strong>Elenco:</strong> Silvester Stallone, Thalia Shire, Burguess Meredith, Burt Young, Carl Weathers</div>
</div>
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		<item>
		<title>Trainspotting &#8211; Sem Limites (Trainspotting)</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/trainspotting-sem-limites-trainspotting.html</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 18:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Boyle]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Ewan McGregor]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Trainspotting]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um filme mindfucka!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Após o drama todo da semana passada, causado pelo <a href="http://www.baconfrito.com/eu-nao-deveria-ter-assistido-o-clube-da-luta.html"><strong>Clube da Luta</strong></a>, resolvi escrever sobre um outro filme <em>mindfucka</em> do caralho, que também é sujo, pesado e violento (Para os <em>miólos</em>), mas que incrivelmente me passa uma mensagem otimista, diferentemente do filme de <strong>David Fincher</strong>.<span id="more-45868"></span></p>
<p>Assim como Fincher, <strong>Danny Boyle</strong> surgia como expoente no mundo cinematográfico dos anos 90 após ter relativo sucesso em Cova Rasa (<a href="http://www.baconfrito.com/cova-rasa-shallow-grave.html">Shallow Grave</a>, que o fdp do <strong>Minduim</strong> fez o &#8220;favor&#8221; de resenhar antes de mim), e isso lhe deu créditos para realizar o que é considerada sua obra-prima. Mas <a href="http://www.baconfrito.com/a-trilogia-das-drogas-dos-anos-90.html"><strong>Trainspotting</strong></a> é tão controverso quanto o próprio diretor, ou você acha que grande parte dos espectadores se sentem confortáveis vendo um jovem rebelde se entupindo de heroína ao longo de uma hora e meia?</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/06/T1.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Mark Renton </strong>(<s><strong>Obi Wan Kenobi</strong></s> <strong>Ewan McGregor</strong>) é um jovem oriundo de uma fámilia operária da Escócia, completamente rebelde com a sociedade consumista e o padrão de vida das pessoas normais. Após uma das <a href="http://www.baconfrito.com/top-30-citacoes-classicas.html">citações mais famosas e aclamadas da história do cinema</a>, ele nos conta que ele poderia ter escolhido essa vida, mas pra quê isso se ele já tem a heroína? Pelas palavras do próprio protagonista, o melhor orgasmo que você já teve (Claro que vocês não sabem o que isso, já que são virgens) multiplicado por mil não chegaria nem aos pés da sensação causada pela droga.</p>
<p>Certo dia, Renton decide parar com a droga, e levar uma vida normal financiada pelos programas sociais do governo. Em uma balada, para tentar aliviar um pouco a tensão da abstinência de heroína, ele sai com os amigos e conhece <strong>Diana</strong>, uma jovem de 14 que é tão louca quanto o rapaz. Como Mark mesmo diz, agora ele tem algo novo em sua vida, o amor.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/06/T2.jpg" class="centro" alt=" " />&#8220;Pô, agora que tô com a garotinha, tá de boa. O que? 14 anos? WTF?&#8221;</div>
<p>Nesse texto específico, eu não pretendo ficar me prendendo aos detalhes do roteiro. Acho mais interessante abrir o debate sobre as questões polêmicas que o filme levanta. Como em o Clube da Luta, tudo dito por mim não passa da minha concepção da obra.</p>
<p>Muita gente gosta de polemizar sobre Trainspotting dizendo que faz apologia às drogas e blá, blá, blá. Ao meu ver, Danny Boyle apenas às usa como forma de desenvolver a parte psicológica da trama. Tipo, em nenhum momento o filme incentiva o uso de drogas. Muito pelo contrário, até. A &#8220;onda&#8221; que é mostrada é amedrontante, jogando na cara do personagem todos os medos e receios dele. Mas também não é um filme contra às drogas. Como eu já disse, o diretor apenas mostra de forma fria e suja o cotidiano de um grupo de viciados. Agora, é claro que existem muitas cenas pesadas, como a da merda no café da manhã, o mergulho na privada e nudez explicita.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/06/T3.jpg" class="centro" alt=" " />Isso que eu chamo de enfiar a cara na bosta</div>
<p>Além do disso, é massa demais o jeito como o Renton xinga o próprio país, é legal demais o sotaque inglês carregado, a trilha sonora regada a <strong>Iggy Pop</strong>, as várias referências aos <strong>Beatles</strong> e ao <strong>James Bond</strong>. É divertido, as piadas de humor negro. Mas ao mesmo tempo, é chocante ver o cara jogado ao chão sob o efeito da heroína, a morte do bebê, a raiva e intimidação do <strong>Begbie</strong> (<strong>Robert Carlyle</strong>) e que nem sempre seus amigos são seus amigos. O filme te mostra que tudo tem dois lados.</p>
<p>Apesar de todas as burrices e recaídas, ainda temos uma certa empatia por Renton, porque ele não passa de um rapaz normal com a cabeça um pouco fora da &#8220;realidade&#8221;. Poderia ser qualquer um de nós.  A gente vê o tempo todo que o cara realmente quer sair daquela vida. E é daí que vem o otimismo que eu disse no primeiro parágrafo. Independente da situação, você tem escolha.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/06/T4.jpg" class="centro" alt=" " />A escolha vai ser sempre sua.</div>
<blockquote><p>“Escolha viver. Escolha um emprego. Escolha uma carreira. Escolha uma família. Escolha uma televisão enorme. Escolha lavadoras de roupa, carros, CD players e abridores de latas elétricos. Escolha boa saúde, colesterol baixo e plano dentário. Escolha uma hipoteca a juros fixos. Escolha sua primeira casa. Escolha seus amigos. Escolha roupas esporte e malas combinando. Escolha um terno numa variedade de tecidos. Escolha fazer consertos em casa e pensar na vida domingo de manhã. Escolha sentar-se no sofá e ficar vendo game shows chatos na TV enfiando porcaria na sua boca. Escolha apodrecer no final, beber num lar que envergonha os filhos egoístas que pôs no mundo para substituí-lo. Escolha o seu futuro. Escolha viver.“</p></blockquote>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>Trainspotting &#8211; Sem Limites</h3>
<p><strong>Trainspotting</strong> (94 minutos &#8211; Drama)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> Reino Unido, 1996<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Danny Boyle<br />
<strong>Roteiro:</strong> Irvine Welsh (romance), John Hodge (roteiro)<br />
<strong>Elenco:</strong> Ewan McGregor, Robert Carlyle, Jonny Lee Miller, Ewen Bremner, Kelly Macdonald,</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>O Mensageiro do Diabo (The Night of The Hunter)</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/o-mensageiro-do-diabo-the-night-of-the-hunter.html</link>
		<comments>http://www.baconfrito.com/o-mensageiro-do-diabo-the-night-of-the-hunter.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 May 2011 18:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Laughton]]></category>
		<category><![CDATA[Maniqueísmo]]></category>
		<category><![CDATA[O Mensageiro do Diabo]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Mitchum]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[Maniqueísmo construído de forma magistral]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Lembro que quando lia a revista <strong>Bravo! 100 Filmes Essênciais da História do Cinema</strong>, um dos filmes que eu ainda não havia visto que mais me chamaram a atenção foi um tal de <strong>O Mensageiro do Diabo</strong> (Qualquer coisa que tenha o nome do belzebú se torna mais intrigante, rs). Pela pequena sinopse, o filme parecia ser algo grandioso, com um dos maiores vilões da história do cinema. Logo, eu pensei que seria um daqueles caras que saiam matando pessoas por aí, apenas por crueldade. Mas o vilão se mostraria muito maior que tudo isso.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/TNH1.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-44552"></span></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> <em>O reverendo <strong>Harry Powell</strong> (Robert Mitchum) não é bem o que aparenta ser: Utilizando-se de palavras da Bíblia e belas canções religiosas, e com a ajuda de seu carisma que consegue conquistar rapidamente as pessoas, ele é na verdade um golpista que se aproveita da situação de recém-viúvas para tirar dinheiro delas. Sua nova vítima é <strong>Willa Harper</strong> (Shelley Winters), que perdeu seu marido, enforcado por assassinato.</em></p>
<p>Pastor na cadeia não pode de nenhuma forma ser alguma coisa boa. E é desse jeito que o diretor <strong>Charles Laughton</strong> introduz o protagonista dessa trama. Ainda na cadeia, Harry escuta seu companheiro de cela, <strong>Ben Harper</strong> <s>cantando</s> (É, o cantor barbudo já tava vivo naquela época) dizendo que o motivo de sua prisão era um roubo de uma quantia de 10 mil dólares (Em 1955 era dinheiro pracaráleo) que estava escondida em sua casa.</p>
<p>Após a execução de Ben, o pastor parte para a casa do falecido, e conta a lorota para a esposa do cara, que eles eram amigos, e que Ben pediu que ele tomasse conta de sua família. Assim, Harry era um cara bonitão, que tinha um carisma incrível, e logo conquistou todos na cidade, inclusive a viúva de Ben. Aliás, QUASE todos, porque desde o princípio, o filho de Willa e Ben, <strong>John</strong>, não vai com a cara do pastor.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/TNH2.jpg" class="centro" alt=" " />Duvido que quando vc era moleque sabia pilotar um barco.</div>
<p>Acontece o casamento entre e o pastor e a viúva, com o conscentimento de toda a cidade. Ele então se muda para a casa dos Harper. Mas nada disso é o suficiente para John aprovar o novo padastro, e o pastor começa a se enfurecer com o moleque por conta disso. Rolam algumas tretas, e as crianças tem que fugir de casa. Nessa hora começa uma das melhores perseguições que eu já vi. </p>
<p>As crianças encontram abrigo e proteção com a voluntariosa <strong>Rachel Cooper</strong>, que já cuidava de algumas outras crianças. Mas Harry Powell continua implacável no encalço das crianças, pois ele sabe que só elas têm o segredo para a fortuna do falecido Ben Harper.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/TNH3.jpg" class="centro" alt=" " />Essa velhinha é radical.</div>
<p>Grande parte do sucesso que O Mensageiro do Diabo obteve através do tempo se deve muito a impressionante criação do personagem Harry Powell pelo diretor Charles Laughton (Que atuou em clássicos como <strong>Spartacus</strong>, do <strong>Stanley Kubrick</strong>, e <strong>O Corcunda de Notre Dame</strong>, de 1939). O personagem é uma personificação da antítese, um padre que exala medo e maldade, um lobo em pele de cordeiro. Ao mesmo tempo em que ele é carismático, ele tem um olhar terrível. Soma-se a isso, a tatuagem mais emblemática da cinematografia: <strong>Ódio</strong> e <strong>Amor</strong> (Hate e Love) tatuados nos dedos do pastor, que sempre os unia para contar uma parábola da bíblia.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/TNH4.jpg" class="centro" alt=" " />Queda de braço consigo mesmo</div>
<p>Por outro lado, como caracterização da inocência, estão as crianças Harper. É a imagem da infância, inocência e esperança, pois eles sempre sonham em voltar para casa. Rachel Cooper, interpretada pela ótima Lillian Gish, é a personificação da bondade e solidariedade. Aí podemos ver o maniqueísmo criado por Charles Laughton em seu único filme como diretor. Ou seja, uma obra clássica, predecessora dos filmes de terror psicológico de hoje em dia.</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>O Mensageiro do Diabo</h3>
<p><strong>The Night of The Hunter</strong> (93 minutos &#8211; Suspense)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> Estados Unidos, 1955<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Charles Laughton<br />
<strong>Roteiro:</strong> Davis Grubb, James Agee, Charles Laughton<br />
<strong>Elenco:</strong> Robert Mitchum, Billy Chapin, Sally Jane Bruce, Shelley Winters, Lillian Gish, James Gleason</div>
</div>
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		<title>O Profissional (Léon)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 18:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Oldman]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Reno]]></category>
		<category><![CDATA[Luc Besson]]></category>
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		<category><![CDATA[O Profissional]]></category>
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		<description><![CDATA[Onde tudo começou para Natalie Portman]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Com o ano começando de verdade (Depois do carnaval), estou de volta escrevendo por aqui, já que cinema tá perdendo cada dia mais gente no <strong>bacon</strong>. Por falar disso, tenho que dar tchau pra <strong>Uiara</strong>, que tanto me pelou o saco nesse site: <em>“Abrass, e té mais!”</em></p>
<p>Bom, mas vamos falar de filmes, e o de hoje é um dos únicos que prestam na filmografia do diretor francês <strong>Luc Besson</strong>.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/03/PROF1.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-42487"></span></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> <em>Um assassino profissional (<strong>Jean Reno</strong>) acaba tendo que cuidar de uma adolescente de 12 anos (<strong>Natalie Portman</strong>), cujos pais foram mortos. Relutante no começo, ele começa a ensiná-la seus métodos, criando uma conexão de pai e filha entre os dois.</em></p>
<p>Como dito em uma das cenas iniciais do filme, <strong>Leon</strong> é um cara da pesada. Ele faz “serviços ” pouco convencionais para <strong>Tony</strong>, o homem que o criou desde que o profissional em questão chegou ainda jovem da Itália. O trabalho de Leon vai desde cobrar dívidas, na base do medo e da força bruta; até assassinatos para seu chefe, e somados à sua personalidade fria e calculista e suas ótimas habilidades de luta e tiro, o tornam uma máquina de morte.</p>
<p>Apenas no servicinho inicial, o cara já abate um bocado de capangas de um importe mafioso, e faz com que sua vítima faça tudo o que ele quer. Mas se não fosse por essa profissão, o cara passaria completamente despercebido, sendo até confundido com um cara completamente normal (Tirando os <em>oclinhos</em> redondos, ao estilo de <strong>Mickey</strong>, de <a href="http://www.baconfrito.com/assassinos-por-natureza-natural-born-killers.html"><strong>Assassinos por Natureza</strong></a>). Leon mora em um apartamento comum, onde uma das suas únicas diversões é cuidar de uma planta.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/03/PROF2.jpg" class="centro" alt=" " />Quem diria que 17 anos depois ela ganharia o Oscar?</div>
<p>Certo dia, ao chegar ao hall de entrada do apartamento, ele encontra com <strong>Mathilda</strong>, a filha do meio de seu casal de vizinhos. Eles conversam um pouco, porque a garota estava com um baita olho roxo e ainda por cima, fumando. Acontece que, pouco tempo depois, uns caras aparecem cobrando do pai de Mathilda um suposto adulteramento de cocaína, já que era o pai dela que guardava a droga. Ele jura que não mexeu na droga, mas <strong>Stansfield</strong> (Gary Oldman), o chefe da quadrilha, um cara esquisito, que não gosta de ser incomodado enquanto escuta música e “sente” o cheiro da mentira, dá a ele 24 horas para encontrar e entregar o resto da droga.</p>
<p>O malandrão insiste dizendo que não mexeu na droga (Mas sabemos que ela estava escondida), e como consequência, a quadrilha chacina a família inteira. Menos Mathilda, que conseguiu fugir e se refugiar no apartamento de Leon. Ela já sabia o que ele fazia para ganhar a vida, e pede a ele ajuda para vingar a morte do irmãozinho, o único da família com quem ela realmente se importava. Após relutar um pouco, Leon concorda e abriga Mathilda consigo, e aos poucos os dois desenvolvem uma grande amizade.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/03/PROF3.jpg" class="centro" alt=" " />Tem que chamar o <strong>Capitão Nascimento</strong> pra esse cara.</div>
<p>Leon começa a treinar Mathilda nas artes da matança, mas as coisas começam a dar errado quando a garota começa a querer agir por conta própria, e Leon tem que consertar os erros que a amiga comete, muito devido a sua inocência de criança. É legal de se assistir <strong>O Profissional</strong> por esse ser um filme de ação com roteiro inteligente e ótimas atuações. Jean Reno passa exatamente o papel para ele desenhado, de um matador que não sabe porque mata, um matador inocente. Natalie Portman, por sua vez, dava indícios da grande atriz que se tornaria, já que apesar da pouca idade, roubou a cena do filme como protagonista. Com menos tempo em cena, o mil faces <strong>Gary Oldman</strong> também se sai bem como o policial corrupto. No final das contas, O Profissional é um bom filme, que consegue destoar de toda a filmografia graças ao roteiro do próprio Luc Besson.</p>
<div class="nota-8">
<div class="critica">
<h3>O Profissional</h3>
<p><strong>Léon</strong> (110 minutos &#8211; Ação)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> EUA, França, 1994<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Luc Besson<br />
<strong>Roteiro:</strong> Luc Besson<br />
<strong>Elenco:</strong> Jean Reno, Natalie Portman, Gary Oldman, Danny Aiello,</div>
</div>
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		<title>A Felicidade Não Se Compra (It’s a Wonderful Life)</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/a-felicidade-nao-se-compra-its-a-wonderful-life.html</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Dec 2010 17:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bogart é TANGA!]]></category>
		<category><![CDATA[A Felicidade Não Se Compra]]></category>
		<category><![CDATA[Clube da Luta]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Capra]]></category>
		<category><![CDATA[James Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Paradoxo]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Um clássico natalino que deixa o dia de qualquer um mais feliz!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>É… eu andei meio sumido. Vocês sabem como é fim de período, provas, trabalhos, seminários e etc. E ainda por cima eu ainda peguei um segundo semestre tumultuadíssimo no trabalho. Mas eu não ia deixar uma data tão especial como o natal passar em branco aqui no <strong>Bacon</strong>, então preparei o texto mais importante que eu já escrevi aqui, para comemorar essa data. Alguém tem alguma ideia do filme que será abordado? <em>[Nota da editora: Posso tentar? Será esse aí que você mencionou no título. Será? Será? O que eu ganho?]</em></p>
<p><img src="http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/12/FNC1.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-38955"></span></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> <em> <strong>George Bailey</strong> (James Stewart) é um homem que nunca quis seguir a benevolente carreira  de banqueiro do seu pai. Ele queria sair, para conhecer o mundo e seus segredos. Porém, por causa da necessidade de todos a seu redor, ele nunca conseguiu realizar o seu sonho. Até que pensou em se matar, por causa de uma dívida, e recebeu uma mãozinha lá de cima&#8230;</em></p>
<p>Então, <strong>George</strong> era o garotinho mais velho da família, que sempre teve um lado aventureiro, e desde novo se imaginou viajando pelo mundo. Quando pequeno, ele trabalhava de ajudante em uma farmácia, e isso será de grande importância posteriormente. Eram anos difíceis aqueles, já que os Estados Unidos mal tinham saído da <strong>Grande Depressão.</strong></p>
<p>George foi crescendo, e após a sua formatura do colegial parecia que seu sonho de se aventurar pelo mundo finalmente ia se realizar. E se realizaria de fato, se seu pai não morresse e os sócios de banco do velho não pretendessem vende-lo ao homem mais inescrupuloso e ambicioso de <strong>Bedford Falls</strong>, <strong>Sr. Potter</strong>. O Sr. Potter queria de qualquer jeito a parte de George do banco, pois desejava construir um grande condomínio na cidadezinha, desse jeito ele seria praticamente o dono da cidade. Mas George, com todos os seus princípios, nunca iria deixar a empresa que seu pai comandou ao longo de todos os anos nas mãos desse crápula, certo? Ele foi tocando o banco, e planejou passar seu cargo a seu irmão mais novo quando ele se formasse. Mas os planos dele deram errado, porque o irmão teve que lutar na Segunda Guerra Mundial, adiando mais uma vez o sonho de George.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/12/FNC3.jpg" class="centro" alt=" " />Ô seu guarda, isso não é meu não, eu só tava guardando pra um amigo</div>
<p>No meio de tudo isso, George se casa com <strong>Mary</strong> (Donna Reed), a garota que ele era apaixonado desde a adolescência, e constrói uma bela família. Ele continua administrando os negócios do banco tal como seu pai fazia, sempre colocando as pessoas em primeiro lugar. Certo dia, seu <strong>Tio Billy</strong> comete um descuido e faz com que o banco caia de mãos beijadas no colo do Sr. Potter, deixando George tão desesperado que ele decide se matar. Na hora do suicídio, <strong>Clarence</strong>, o anjo da guarda de George, o resgata e tenta convencê-lo do quão importante é sua vida. George declina dizendo que o mundo seria melhor sem ele, e isso dá uma ideia muito boa ao enviado do cara lá de cima.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/12/FNC2.jpg" class="centro" alt=" " />Aí manolo, se você ficar vivo eu ganho asas!</div>
<p>Bom, eu disse que essa é a crítica mais importante que eu escrevo por aqui, devido ao fato do filme tratado ser um paradoxo ao que me deixou de baixo astral por muito tempo, e o que considero o mais importante da minha vida, <strong>Clube da Luta</strong>. Tem resenha do <a href="http://baconfrito.com/overdose-adaptacoes-clube-da-luta-fight-club.html">Clube da Luta</a> aqui no Bacon, LEIAM! Mas se ninguém ler, ou quem já tiver visto e não entendeu, eu vou explicar: </p>
<p>O Clube da Luta passa uma mensagem totalmente pessimista da importância das nossas vidas, mostrando que somos apenas “peças” a serem movidas para a sociedade consumista se manter. Que somos enganados a vida inteira, criando sonhos que provavelmente nunca serão realizados, como sermos astros da música, atletas de elite ou milionários. Em resumo, você vai viver, vai servir ao sistema e vai morrer, e no final, a sua vida não fez diferença nenhuma.</p>
<p>É aí que entra a importância de <strong>A  Felicidade Não Se Compra</strong>.  No filme de <strong>Frank Capra</strong>, a visão da importância da vida é tratada de maneira positiva, que somos muito importantes para todos aqueles que estão em volta da gente. Que simples atitudes nossas podem fazer uma diferença enorme para as pessoas próximas e até para quem não conhecemos, como quando o garoto George salva não só a vida do paciente da farmácia que ia tomar veneno por engano, mas também a de seu patrão, que viveria uma vida de culpa até o fim de seus dias. É um filme que mostra a beleza existente na simplicidade, nos pequenos atos, nas atitudes humanas. Além do mais, esse que é o filme que mais me emocionou nos últimos anos, é muito simples, seja em seu roteiro, seja na direção sem invencionices e modernismos.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://baconfrito.com/site/wp-content/uploads/2010/12/FNCX.jpg" class="centro" alt=" " />E você, escolhe qual?</div>
<p>E o com o que todo esse conjunto combina? Com o espírito natalino, a celebração do nascimento do Papai Noel. Mesmo tendo inspirado diversos outros filmes natalinos, A Felicidade Não Se Compra é tão melhor, que até hoje é reprisado em programas de tv americanos. E pra finalizar, eu deixo um pensamento do grande técnico campeão brasileiro de futebol em 2010:</p>
<div>
<blockquote>&#8220;Às vezes é preciso adiar um sonho para fazer o que é correto&#8221;</blockquot></div>
<p>disse <strong>Muricy Ramalho</strong>, após ser campeão e perguntado sobre a sua decisão de rejeitar a seleção brasileira para comandar o Fluminense, mas é uma frase que poderia muito bem ter sido dita pelo George Bailey, concordam?</p>
<div class="nota-10">
<div class="critica">
<h3>A Felicidade Não Se Compra</h3>
<p><strong>It&#8217;s a Wonderful Life</strong> (130 minutos &#8211; Drama)<br />
<strong>Lan&ccedil;amento:</strong> Estados Unidos, 1946<br />
<strong>Dire&ccedil;&atilde;o:</strong> Frank Capra<br />
<strong>Roteiro:</strong> Philip Van Doren Stern, Frances Goodrich<br />
<strong>Elenco:</strong> James Stewart, Donna Reed, Thomas Mitchell, Lionel Barrymore, Henry Travers,</div>
</div>
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