Existem certos filmes que com o passar do tempo simplesmente não saem da cabeça. Acho que à mistura de influências fez O Pacto dos Lobos se tornar um desses filmes.
Quando alguém poderia imaginar um filme de suspense, com feras, índios, figurinos de época e caçadas poderia ser feito na França?
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Tela Quente! O que passa naquela merda que presta? Quase nada, mas de vez enquando temos a sorte de assistirmos algum filme bom.
Foi assim com Closer, Beleza Americana e o filme de hoje: Match Point, o primeiro filme do Woody Allen que eu vi.
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Você é apaixonado por cinema e decide fazer um filme, só que é aquela coisa, atores são caros, cenários e figurinos mais ainda… Não se preocupe, você pode se inspirar em Menina Má.com (Mais uma da série: Títulos com tradução louca).
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O cinema aqui de Ouro Preto estava fechado comercialmente por causa da licitação da loja da pipoca, então os boiolas os caras do curso de jornalismo da UFOP inventaram um projeto muito legal: Passar só clássicos de graça na tela. Certo dia, estava eu, passeando quando vi um papel de ofício com o nome do filme que me chamou atenção: Fahrenheit 451 (Temperatura em que o papel é incinerado). Logo pensei que era o documentário do 11 de setembro e como era de graça e eu tento assistir de tudo resolvi entrar. Cometi o melhor erro da minha vida. continue lendo »
O filme desta coluna se enquadraria muito melhor no Bogart é Tanga! do que Filmes Bons Que Passam Batido, sendo que ele é um dos filmes mais importantes da história do cinema, por ser o primeiro filme noir feito, mas como eu escrevo para um bando de noobs adolescentes aversos a filmes antigos e preto e branco, o texto vai ser postado aqui mesmo.

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Ei, vocês aí, noobs que pensam que filmes como os de Hollywood prestam. Leiam com atenção este texto.
Diferentemente do cinema americano, o cinema europeu entende que filmes não são apenas uma forma de entretenimento, mas uma mescla de entretenimento e pensamento crítico. Não é a toa que o cinema é chamado de sétima arte, tendo em vista que arte é aquilo que se aprecia e faz refletir. continue lendo »
Cinema

sábado, 27 de março de 2010 –
6 comentários yuri
A minha proposta inicial era escrever sobre Barton Fink, Delírios de Hollywood, também dos Irmãos Coen, quando por coincidência no texto do vassourada surgiu uma discussão de alguns noobs falando que o filme em questão é FRAQUÍSSIMO. Como minha função aqui nessa bodega é ajudar a vocês, noobs, a enxergar como alguns filmes bons passam batidos (Por vocês, idiotas, o filme ganhou 4 Oscars sendo de Diretor, Roteiro Adaptado, Filme e Ator Coadjuvante), me senti na obrigação de escrever esse texto.
Onde Os Fracos Não Têm Vez (Irmãos Coen, 2007)

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