Considerações sobre O Hobbit
Eu realmente não queria escrever sobre isso, mas é inevitável. Alguém tem que dizer algo sobre o novo filme do Peter Jackson antes que todo mundo se deixe levar de novo e ele acabe abocanhando 11 Oscars.
Eu realmente não queria escrever sobre isso, mas é inevitável. Alguém tem que dizer algo sobre o novo filme do Peter Jackson antes que todo mundo se deixe levar de novo e ele acabe abocanhando 11 Oscars.
Antes de qualquer coisa, eu gostaria de deixar claro que essa coluna é uma reclamação, pura e simples. Ou um desabafo, se preferirem, apesar de o termo deixar tudo mais imbecil. Enquanto reclamar sempre é uma coisa legal. Menos dentro do assunto em questão, já que eu já devo ter falado do mesmo tópico em pelo menos da metade dos meus posts. Mas acontece que agora a coisa passou dos limites. continue lendo »
Existem atores bons, atores ótimos e atores que chegam num nível tal de excelência que chegam a se confundirem com o próprio personagem. Do outro lado, existem os competentes, medíocres, ruins e que transformam qualquer filme numa peça de teatro da escola. Mas fora dessas classificações qualitativas, existem alguns membros da classe que possuem algo a mais. Não se sabe porque, mas foram agraciados com a a excepcional habilidade de angariar a antipatia imediata do espectador. E é desses curiosos exemplares de que falaremos aqui hoje. continue lendo »
Eis que eu chego aqui pra escrever essa coluna, depois de três dias de Mississipi Delta Blues Festival terem substituído as minhas três últimas noites de sono. Claro que vocês não fazem ideia do que eu tou falando (E vão continuar não fazendo, já que eu ainda não cheguei no nível de escrever indiscriminadamente sobre música numa coluna de cinema), mas o pessoal daqui costuma considerar esse evento o maior festival de blues do Brasil, da América Latina e logo mais, de todo o mundo. Enfim, enfim, enfim, o fato é que eu tenho sono. E não tenho assunto. O que me levou a divagar, enquanto fazia um esforço sobre-humano pra não babar no teclado. Filmes. Sono. Filmes que dão sono. Olha só que interessante o jeito que a mente funciona. continue lendo »
Volta e meia volta a tona aquela velha discussão: Afinal, um filme trata-se de uma realização coletiva ou do triunfo da visão pessoal do diretor sobre todas as dificuldades impostas pela industria cinematográfica? Não considerando o fato de todos sabermos que o resultado final é decidido por executivos sentados numa mesa analisando os números de uma apresentação em slides, claro. Mas a coisa fica mais interessante quando a produção não é resultado de apenas de um realizador, ou vários anônimos. São momentos mágicos, quando duas pessoas diferenciadas se envolvem no mesmo projeto e resistem ao impulso de se matarem até o fim da produção. E mais, descobrem que podem continuar trabalhando juntos outras vezes. É aí que nascem as grandes parcerias do cinema. E antes de mais nada, não, eu não tou falando de Johnny Depp e Tim Burton. continue lendo »
Até pouquíssimo tempo atrás, o ukulele não passava de um violão pequeno demais que um ou outro artista cabeçudo usava lá de vez em quando, e era mais lembrado junto com biquínis de coco, colares de flores e outras coisas que a TV nos ensinou serem típicas do Havaí. Mas tudo mudou quando o Eddie Vedder lançou um CD inteiro só com o instrumento, que virou apenas o melhor álbum do ano passado. Não que eu tenha ouvido outro álbum que saiu no ano passado, claro. Só que não, provar que o ukulele era um instrumento de verdade não era o suficiente, então ele lançou o clipe de Sleeping By Myself, só pra fazer a gente achar o próprio processo de construção do troço algo legal. continue lendo »
Pois é, pois é, como vocês devem ter notado (Ou não, já que ainda pensam que quem tá escrevendo é o baconfrito), esse post marca a volta da Primeira Fila. E o que isso significa? Bom, na teoria, toda segunda tem coluna nova, o que faz com que eu tenha que escrever um texto novo todo o domingo. Ou seja, só quem sai ganhando é o Pizurk. Mas por hora chega de enrolação e vamos ao que interessa, a segunda parte do Top 007. Que deveria se chamar algo como Bottom 007, por sinal, mas agora é tarde. continue lendo »
Então, muita gente deve ter comemorado quando anunciaram por aí que a participação do Nicolas Cage no próximo Mercenários tava confirmada e tudo o mais, o que já garantiria o terceiro filme como melhor da franquia. Porém, para desespero geral da humanidade, parece que ainda não tem nada certo não, galera. continue lendo »
Muito bem, nessa altura vocês já devem ter ido ver o Skyfall, achado genial e tudo o mais. Se não, podem ir lá e achar genial, eu espero. E caso não achem, é bem provável que não tenham entendido as referências ou o que o filme representa dentro da história do James Bond. Então, pra ajudar a mudar essa situação, aí vão os filmes essenciais dentro dos 50 anos da franquia. Ou ao menos aqueles que apresentam alguma coisa além de product placements (Não consegui achar uma tradução decente pra isso, dsclp), frases de efeito e os gadgets menos práticos que a mente humana possa conceber. continue lendo »
James Bond (Daniel Craig) e M (Judi Dench) realizam o interrogatório do sr. White (Jesper Christensen), responsável pelos eventos do filme anterior da série. Porém uma traição faz com que White seja morto. Para investigar o caso Bond parte rumo ao Haiti, onde conhece Camille (Olga Kurylenko), uma bela e perigosa mulher que possui ligações com Dominic Greene (Mathieu Amalric). Greene tem planos para a Bolívia, incluindo a deposição do atual governo, o que faz com que Bond entre em seu caminho.
Pois é, pois é, mesmo com o Cassino Royale deixando tudo encaminhado, a segunda incursão do Daniel Craig como James Bond conseguiu levar a série pro caminho errado. De novo. continue lendo »
Pizurk
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