Música

segunda-feira, 08 de novembro de 2010 –
3 comentários Júlio Kirk
Eu freqüentemente procuro evitar tudo o que é comum. Na verdade eu nem procuro, acabo evitando automaticamente. Não gosto de ser parecido com a maioria, talvez porque a maioria quase sempre é ignorante e nunca vê nada além do dia-a-dia, do que está na moda, enfim, do que é usual, normal. Uma coisa muito comum, por exemplo, é adorar Hendrix e Van Halen. Ótimos guitarristas, sim, mas eu não consigo achar tanta graça nas loucuras deles. Não mesmo. Além deles, tem gente que acha divindade até em algum guitarrista famigerado do speed metal. Eu não acho divindade em ninguém. Não adoro os supracitados porquê os nomes deles são conhecidos. Não os adoro, aliás. Pensando nisso tudo, lembrei de The Ventures. continue lendo »

Lembra daqueles filmes que passam na Globo desde que você começou a entender o que é uma televisão? Esse é um deles. Já perdi a conta de quantas vezes eu vi Top Gang. Aliás, acho que nem a própria Globo deve saber quantas vezes passou isso. Você já assistiu, e eu também, mas vamos lá, direto do túnel do tempo. continue lendo »
Música

sexta-feira, 22 de outubro de 2010 –
3 comentários Júlio Kirk
Tarde, noite passada, um sujeito saiu pra uma caminhada na beira do rio, perto de casa. Ele foi surpreendido. Não conseguiu acreditar nos próprios olhos e jura que nunca mais vai sair de casa: Ele viu um homem andando sobre a água, vindo bem em sua direção, chamando seu nome. “Não tenha medo”, disse. Desespero. Os pés começaram a correr e com a cabeça se agitando, aquele que antes só passeava, gritou “Eu não quero ir, eu não quero ir!”. continue lendo »
Música

sexta-feira, 17 de setembro de 2010 –
1 comentário Júlio Kirk
Eu sou fã dos Ramones. E isso porque eu não gosto de usar a palavra “fã”. Como disse Jack Beauregard, em Meu Nome é Ninguém, “quando você fica fã de alguém, começa a se mostrar, se arriscar; quando menos percebe, está morto.” Mas nossos tempos são maricas demais pra isso, então aqui corremos o risco de ser ridicularizados em alguma rede social, enfim. Mas o ponto aqui é que eu gosto pra cacete de ouvir Ramones. Eu ouço música clássica, jazz, country, e várias bandas de rock, mas sempre volto pros três acordes. continue lendo »
Livros

sábado, 21 de agosto de 2010 –
1 comentário Júlio Kirk
Livros

quarta-feira, 11 de agosto de 2010 –
4 comentários Júlio Kirk
“Mas que merda de futuro sem-graça vão nos deixar”, foi o que eu disse outro dia. Aquela gente do século passado, eles é que sabiam viver. Meu pai, que viu boa parte do século vinte e agora está vendo o vinte e um é que me conta: Carros, discos, máquinas. Tudo politicamente incorreto hoje, isso que eu gosto. Eu cheguei atrasado e nasci no final de tudo isso aí. Não dá pra fazer nada quanto à isso. Enfim. continue lendo »
John Wayne é conhecido até hoje pelas suas atuações como cowboy marrento nos filmes de velho-oeste, mas em 1949 ele se distanciou completamente desse estereótipo que criou pra si e interpretou o Sargento “Marine” John Stryker. Certo? Não exatamente. Wayne podia não estar de cowboy, mas a marra estava lá, sempre. É importante esclarecer esse ponto, pra quem nunca assistiu o filme, é só imaginar John Wayne com a mesma fala arrastada e pose de eu-sou-o-cara-durão. Enfim.
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Filme do Bruce Lee. De 1972.
Precisa mesmo dizer mais alguma coisa? Lê aí porra, senão o Bruce aparece e te quebra uns ossos que nem ele fez com o Chuck Norris.
HAHA!
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HQs

sexta-feira, 30 de julho de 2010 –
2 comentários Júlio Kirk
Uma das pessoas que eu mais admiro é John Ray Cash. O cantor, o solitário, o problemático, o homem que faz falta nessa geração ridícula. O homem de preto que nasceu no Arkansas e morreu no Tennessee, mas ainda ecoa nesse mundo. Não sei dizer exatamente o porquê dessa admiração. Pensei em dizer nas linhas acima que ele foi um exemplo pra todos nós, mas me soou muito enaltecedor, e eu não gosto de parecer tão tiete. Mas ao mesmo tempo me ocorre que sim, esse homem nos ensinou coisas.
Enfim. Isso é só uma pequena introdução para passar ao verdadeiro assunto daqui. continue lendo »
O Western é um gênero muito fechado. É aquilo: Tiros, pistoleiros, caras feias, cavalos, Novo México, Arkansas, Texas, Sol, aridez, diligências, enforcamentos… Enfim. Gira em torno de um microuniverso no Oeste dos Estados Unidos, de uns 50 anos de duração, geralmente de 1850 até, no máximo, 1900. Sair demais dessas fronteiras significa descaracterizar um velho-oeste, e portanto, deixar os fãs do gênero (Que nem EU) putos da vida. Mas Meu Nome é Ninguém não fez isso. Aliás, foi um dos últimos filmes a honrar a era dos westerns.
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